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Benfica derrotado sem desculpas Novembro 6, 2008

Filed under: Benfica,football,Futebol,Taça Uefa,Uefa Cup — looking4good @ 10:17 pm
Galatasaray logoBenfica logo Benfica

0-2

Galatasaray

Equipa partida por meio campo que não constrói

O Benfica comprometeu bastante as hipóteses de qualificação na Taça Uefa ao perder em casa frente aos turcos do Galatasaray que já coleccionam duas vitórias e têm o apuramento na mão.

Quique cometeu erros de casting na constituição do onze principalmente no meio campo que não dispôs de nenhum jogador capaz de organizar o jogo. Com Reyes e Di Maria nas pontas, Katsouranis e Yeba são médios defensivos, Nuno Gomes fez parelha com Suazo na frente. Assim na posse de bola os defesas o que faziam? Passavam para Quim, para o colega do lado e pontapeavam para a frente sem destino. O Benfica não teve quem transoportasse e organizasse o jogo no meio-campo.

Aliás o início do jogo logo fez anunciar o pior. Péssima entrada do Benfica com o Galartasaray a criar duas oportunidades de golo nos dois primeiros minutos de jogo… A partir dos dez o Benfica tranquilizou e teve aliás até aos vinte, vinte e cinco o melhor período do jogo. A decisão do jogo começou a formar-se quando De Sanctis fez uma defesa milagrosa a remate de Suazo – já a cair o guarda-redes italiano conseguiu por instinto com uma mão tocar a bola por cima da barra, ele que estava já praticamente em cima da linha de golo.

Até ao intervalo o jogo decorreu equilibrado mas a anunciar golos porque os turcos dispunham de produção ofensiva de qualidade, enquanto na defesa não pareciam tão fortes…

O início da segunda parte não foi melhor para o Benfica e já depois de ter ameaçado – Quim defendeu o remate de Baros completamente isolado – os cisitantes chegaram ao golo, na sequência do primeiro canto que dispuseram. Falhas no centro da defesa e os turcos aproveitaram. O Benfica não conseguiu a reacção devida, Quique começou as substituições, mas a saída de Yebda mais fragilizou o meio-campo. O Galatasaray chegou ao segundo golo com facilidades demasiadas enquanto o Benfica descrente e sem inspiração via o tempo correr… sem marcar.

Fraca exibição do Benfica mas que serve para demonstrar que o plantel encarnado tem bons jogadores mas que está longe – ainda muito longe na realidade – de ter uma boa equipa. Os jogos em casa com o Penafiel, a Naval e este assim bem o demonstra. O Benfica vive de fogachos e de jogadas individuais.

O árbitro inglês até os 14′ já tinha mostrado dois amarelos aos turcos, mas o intervalo parece que fez-lhe mal e cometeu alguns erros na segunda parte. No segundo golo turco o jogador que marcou chegou a estar em posição de fora de jogo, mas no momento do passe já estava em posição legal.

No outro jogo do grupo Metalist e Hertha empataram a zero.

O Sporting de Braga deslocou-se a Milan para jogar taco a taco com os milaneses (que fizeram descansar alguns jogadores chave) e perder – má sina a nossa- no último minuto por falha no alívio da defesa bracarensde que chegou a ter a bola à disposição. O remate de fora da área de Ronaldinho Gaúcho fez o resto.

Estádio da Luz, em Lisboa

Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra)

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Di María, Yebda (Carlos Martins, 65), Katsouranis e Reyes (Aimar, 57); Nuno Gomes (Óscar Cardozo, 61) e Suazo

Suplentes: Moreira, Urreta, Binya e Miguel Vítor

Galatasaray: De Sanctis; Samoglu, Servet Çetin, Emre Asik e Hakan Balta; Lincoln, Fernando Meira, Ayhan Akman e Arda Turan (Volkan Yaman, 90+3); Baros (Mehmet Guven, 81) e Umit Karan (Yildiz, 85)

Suplentes: Aykut Erçetin, Serkan Kurtulus, Aparslan e Akça

Golos: 0-1, Emre Asik (52); 0-2, Umit Karan (69)

Disciplina: Cartão amarelo para Çetin (11), Akman (14), Maxi Pereira (55), Suazo (72) e Luisão (90)

 

Benfica derrotado sem desculpas

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Galatasaray logoBenfica logo Benfica

0-2

Galatasaray

Equipa partida por meio campo que não constrói

O Benfica comprometeu bastante as hipóteses de qualificação na Taça Uefa ao perder em casa frente aos turcos do Galatasaray que já coleccionam duas vitórias e têm o apuramento na mão.

Quique cometeu erros de casting na constituição do onze principalmente no meio campo que não dispôs de nenhum jogador capaz de organizar o jogo. Com Reyes e Di Maria nas pontas, Katsouranis e Yeba são médios defensivos, Nuno Gomes fez parelha com Suazo na frente. Assim na posse de bola os defesas o que faziam? Passavam para Quim, para o colega do lado e pontapeavam para a frente sem destino. O Benfica não teve quem transoportasse e organizasse o jogo no meio-campo.

Aliás o início do jogo logo fez anunciar o pior. Péssima entrada do Benfica com o Galartasaray a criar duas oportunidades de golo nos dois primeiros minutos de jogo… A partir dos dez o Benfica tranquilizou e teve aliás até aos vinte, vinte e cinco o melhor período do jogo. A decisão do jogo começou a formar-se quando De Sanctis fez uma defesa milagrosa a remate de Suazo – já a cair o guarda-redes italiano conseguiu por instinto com uma mão tocar a bola por cima da barra, ele que estava já praticamente em cima da linha de golo.

Até ao intervalo o jogo decorreu equilibrado mas a anunciar golos porque os turcos dispunham de produção ofensiva de qualidade, enquanto na defesa não pareciam tão fortes…

O início da segunda parte não foi melhor para o Benfica e já depois de ter ameaçado – Quim defendeu o remate de Baros completamente isolado – os cisitantes chegaram ao golo, na sequência do primeiro canto que dispuseram. Falhas no centro da defesa e os turcos aproveitaram. O Benfica não conseguiu a reacção devida, Quique começou as substituições, mas a saída de Yebda mais fragilizou o meio-campo. O Galatasaray chegou ao segundo golo com facilidades demasiadas enquanto o Benfica descrente e sem inspiração via o tempo correr… sem marcar.

Fraca exibição do Benfica mas que serve para demonstrar que o plantel encarnado tem bons jogadores mas que está longe – ainda muito longe na realidade – de ter uma boa equipa. Os jogos em casa com o Penafiel, a Naval e este assim bem o demonstra. O Benfica vive de fogachos e de jogadas individuais.

O árbitro inglês até os 14′ já tinha mostrado dois amarelos aos turcos, mas o intervalo parece que fez-lhe mal e cometeu alguns erros na segunda parte. No segundo golo turco o jogador que marcou chegou a estar em posição de fora de jogo, mas no momento do passe já estava em posição legal.

No outro jogo do grupo Metalist e Hertha empataram a zero.

O Sporting de Braga deslocou-se a Milan para jogar taco a taco com os milaneses (que fizeram descansar alguns jogadores chave) e perder – má sina a nossa- no último minuto por falha no alívio da defesa bracarensde que chegou a ter a bola à disposição. O remate de fora da área de Ronaldinho Gaúcho fez o resto.

Estádio da Luz, em Lisboa

Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra)

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Di María, Yebda (Carlos Martins, 65), Katsouranis e Reyes (Aimar, 57); Nuno Gomes (Óscar Cardozo, 61) e Suazo

Suplentes: Moreira, Urreta, Binya e Miguel Vítor

Galatasaray: De Sanctis; Samoglu, Servet Çetin, Emre Asik e Hakan Balta; Lincoln, Fernando Meira, Ayhan Akman e Arda Turan (Volkan Yaman, 90+3); Baros (Mehmet Guven, 81) e Umit Karan (Yildiz, 85)

Suplentes: Aykut Erçetin, Serkan Kurtulus, Aparslan e Akça

Golos: 0-1, Emre Asik (52); 0-2, Umit Karan (69)

Disciplina: Cartão amarelo para Çetin (11), Akman (14), Maxi Pereira (55), Suazo (72) e Luisão (90)

 

Uefa Cup – Group Stage 2nd. Matchday

Filed under: football,Futebol,Taça Uefa,Uefa Cup — looking4good @ 6:07 pm

Uefa Cup logo

2nd Matchday – 6 November
Group A Group B
Man. City 3-2 Twente Metalist 0-0 Hertha
Racing 1-1 Schalke Benfica 0-2 Galatasaray
Group C Group D
Stuttgart 2-0 Partizan Tottenham 4-0 Dinamo Zagreb
Standard 1-0 Sevilla Spartak Moskva 1-2 Udinese
Group E Group F
Wolfsburg 5-1 Hereenveen Ajax 1-0 Zilina
Milan 1-0 Braga Slavia 0-1 Aston Villa
Group G Group H
St. Etienne 3-0 Rosenborg Lech 2-2 Nancy
Valencia 1-0 Kobenhavn Feyenoord 1-3 CSKA Moskva

Don’t play today:
Group A: PSG
Group B: Olympiakos
Group C: Sampdoria
Group D: NEC
Group E: Portsmouth
Group F: Hamburg
Group G: Club Brugges
Group H: Coruña

3rd. Matchday – 27 November
Group A Group B
Schalke Man. City Galatasaray Metalist
PSG Racing Olympiakos Benfica
Group C Group D
Sampdoria Stuttgart NEC Tottenham
Partizan Standard Dinamo Zagreb Spartak Moskva
Group E Group F
Portsmouth Milan Zilina Slavia Praha
Braga Wolfsburg Hamburg Ajax
Group G Group H
C. Brugges St. Étienne CSKA Moskva Lech Poznan
Rosenborg Valencia Coruña Feyenoord
 

Uefa Cup – Group Stage 2nd. Matchday

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Uefa Cup logo

2nd Matchday – 6 November
Group A Group B
Man. City 3-2 Twente Metalist 0-0 Hertha
Racing 1-1 Schalke Benfica 0-2 Galatasaray
Group C Group D
Stuttgart 2-0 Partizan Tottenham 4-0 Dinamo Zagreb
Standard 1-0 Sevilla Spartak Moskva 1-2 Udinese
Group E Group F
Wolfsburg 5-1 Hereenveen Ajax 1-0 Zilina
Milan 1-0 Braga Slavia 0-1 Aston Villa
Group G Group H
St. Etienne 3-0 Rosenborg Lech 2-2 Nancy
Valencia 1-0 Kobenhavn Feyenoord 1-3 CSKA Moskva

Don’t play today:
Group A: PSG
Group B: Olympiakos
Group C: Sampdoria
Group D: NEC
Group E: Portsmouth
Group F: Hamburg
Group G: Club Brugges
Group H: Coruña

3rd. Matchday – 27 November
Group A Group B
Schalke Man. City Galatasaray Metalist
PSG Racing Olympiakos Benfica
Group C Group D
Sampdoria Stuttgart NEC Tottenham
Partizan Standard Dinamo Zagreb Spartak Moskva
Group E Group F
Portsmouth Milan Zilina Slavia Praha
Braga Wolfsburg Hamburg Ajax
Group G Group H
C. Brugges St. Étienne CSKA Moskva Lech Poznan
Rosenborg Valencia Coruña Feyenoord
 

Porque – Sophia de Mello Breyner Andresen

Filed under: poesia,Sophia de Mello Breyner Andresen — looking4good @ 2:12 am

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

SOPHIA de Mello Breyner ANDRESEN nasceu no Porto a 6 de Novembro de 1919, de ascendência dinamarquesa. Frequentou Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa, mas não concluiu o curso. Estreou-se nas letras com «Poesia» (1944). Traduziu Dante («Purgatório»), Shakespeare («Hamlet»), Claudel («Anunciação a Maria»), e verteu para francês poemas de Camões, Cesário, Pessoa e Sá-Carneiro («Quatre Poètes Portugais», P.U.F., 1970). Foi influenciada por Hölderlin, Rilke, Pascoaes, Pessoa e Cecília Meireles. A sua poesia é distante e apaixonada, concisa e eloquente, fluente e escultural; em suma, poesia pura, reveladora de uma rara exigência de essencialidade. O seu ideal é de depuração e contenção, despojamento e sobriedade. Poesia órfica, já que o poeta é um medianeiro e o ofício poético uma celebração (magia e exorcismo, paganismo helénico e expressão clássica). Em 1999, foi galardoada com o prémio Camões.
Poema extraído de «Os poemas da minha vida – Diogo Freitas do Amaral, Público». Nota biobibliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Outros poemas da mesma autora aqui no blog:
Promessa
Liberdade
Soneto
Pudesse eu
Partida

 

Porque – Sophia de Mello Breiner Andresen

Filed under: poesia,Sophia de Mello Breiner Andresen — looking4good @ 2:12 am

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

SOPHIA de Mello Breyner ANDRESEN nasceu no Porto a 6 de Novembro de 1919, de ascendência dinamarquesa. Frequentou Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa, mas não concluiu o curso. Estreou-se nas letras com «Poesia» (1944). Traduziu Dante («Purgatório»), Shakespeare («Hamlet»), Claudel («Anunciação a Maria»), e verteu para francês poemas de Camões, Cesário, Pessoa e Sá-Carneiro («Quatre Poètes Portugais», P.U.F., 1970). Foi influenciada por Hölderlin, Rilke, Pascoaes, Pessoa e Cecília Meireles. A sua poesia é distante e apaixonada, concisa e eloquente, fluente e escultural; em suma, poesia pura, reveladora de uma rara exigência de essencialidade. O seu ideal é de depuração e contenção, despojamento e sobriedade. Poesia órfica, já que o poeta é um medianeiro e o ofício poético uma celebração (magia e exorcismo, paganismo helénico e expressão clássica). Em 1999, foi galardoada com o prémio Camões.
Poema extraído de «Os poemas da minha vida – Diogo Freitas do Amaral, Público». Nota biobibliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Outros poemas da mesma autora aqui no blog:
Promessa
Liberdade
Soneto
Pudesse eu
Partida

 

Porque – Sophia de Mello Breiner Andresen

Filed under: poesia,Sophia de Mello Breiner Andresen — looking4good @ 2:12 am

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

SOPHIA de Mello Breyner ANDRESEN nasceu no Porto a 6 de Novembro de 1919, de ascendência dinamarquesa. Frequentou Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa, mas não concluiu o curso. Estreou-se nas letras com «Poesia» (1944). Traduziu Dante («Purgatório»), Shakespeare («Hamlet»), Claudel («Anunciação a Maria»), e verteu para francês poemas de Camões, Cesário, Pessoa e Sá-Carneiro («Quatre Poètes Portugais», P.U.F., 1970). Foi influenciada por Hölderlin, Rilke, Pascoaes, Pessoa e Cecília Meireles. A sua poesia é distante e apaixonada, concisa e eloquente, fluente e escultural; em suma, poesia pura, reveladora de uma rara exigência de essencialidade. O seu ideal é de depuração e contenção, despojamento e sobriedade. Poesia órfica, já que o poeta é um medianeiro e o ofício poético uma celebração (magia e exorcismo, paganismo helénico e expressão clássica). Em 1999, foi galardoada com o prémio Camões.
Poema extraído de «Os poemas da minha vida – Diogo Freitas do Amaral, Público». Nota biobibliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Outros poemas da mesma autora aqui no blog:
Promessa
Liberdade
Soneto
Pudesse eu
Partida