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Modern MAN and WOMAN Outubro 31, 2007

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 10:38 pm

Splitting The Human Race. Your choice the Ruling Class. Or an Ugly Morlock..
The human race will one day split into two separate species, an attractive, intelligent ruling elite and an underclass of dim-witted, ugly goblin-like creatures. 100,000 years into the future, sexual selection could mean that two distinct breeds of human will have developed.
The human race will have reached its physical peak by the year 3000. After they reach their peak around the year 3000 humans will begin to regress. These humans will be between 6ft and 7ft tall and they will live up to 120 years.
“Physical features will be driven by indicators of health, youth and fertility that men and women have evolved to look for in potential mates,” suggesting that advances in cosmetic surgery and other body modifying techniques will effectively homogenise our appearance.
Men will have symmetrical facial features, deeper voices and bigger penises, That will make a few of you want to live longer. Women will all have glossy hair, smooth hairless skin, large eyes and pert breasts.
Racial differences will be a thing of the past as interbreeding -( this is not the type of inter breeding among relatives in Tasmania known to produce offspring with twin heads)- produces a single coffee-coloured skin tone. Some people I know have achieved this already.
The future for our descendants isn’t all long life, perfect bodies and chiselled features. While humans will reach their peak in 1000 years’ time, 10,000 years later our reliance on technology will have begun to dramatically change our appearance.
Medicine will weaken our immune system and we will begin to appear more child-like. The future of man will be a story of the good, the bad and the ugly.While science and technology have the potential to create an ideal habitat for humanity over the next millennium, there is the possibility of a monumental genetic hangover over the subsequent millennia due to an over-reliance on technology reducing our natural capacity to resist disease, or our evolved ability to get along with each other.
After that, things could get ugly, with the possible emergence of genetic ‘haves’ and ‘have-nots’. And the workforce a major race of ugly mishapen hunch backed Gnomes
This theory may strike a chord with readers who have read H G Wells’ classic novel The Time Machine, in particular his descriptions of the Eloi and the Morlock races.
In the 1895 book, the human race has evolved into two distinct species, the highly intelligent and wealthy Eloi and the frightening, animalistic Morlock who are destined to work underground to keep the Eloi happy. I reckon Wally would make a great morlock.
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Benfica (sadomasoquista) está eliminado

Filed under: Benfica,Futebol,Taça da Liga,Vitoria de Setubal — looking4good @ 10:33 pm
V. Setúbal 2 – 1 Benfica

Um Benfica de terceira… com culpas de Camacho & Cia.

Como é possível uma equipa de pergaminhos no futebol português apresentar uma equipa como esta?

Uma total desistencia da Taça da Liga que eu como adepto não estou disposto a perdoar. Não se tratou de poupar alguns titulares, tratou-se de pôr onze jogadores sem rei nem roque, ao deus dará, com centrais a jogar no meio-campo, deixando de fora jogadores como Nuno Assis e demitindo-se da responsabilidade de querer ganhar uma prova de nível nacional (quando no campeonato já vai a oito pontos de distancia do primeiro com apenas oito jogos disputados) e na Liga dos Campeões dificilmente passará à fase seguinte!

É claro que o Setúbal não tem culpa disso. Em vantagem na eliminatória (0-0 servia) foi a equipa do Sado que tomou a iniciativa do jogo, mas que ao intervalo se via em desvantagem na eliminatória com um golo de penalty, muito contestado pelos setubalenses, que Freddy Adu marcou.

Na segunda parte o sufoco da defesa do Benfica foi uma constante, os vitorianos pelo lado direito criavam desiquilíbrios constantes. Butt aos 61′ vê amarelo por demorar tempo a pôr a bola e Camacho como ainda assim a equipa ganhava só podia fazer piorar as coisas! Tirar Christian Rodriguez para entrar André Diaz e mais à frente tirar Di Maria para entrar Coentrão. Butt ia evitando a derrocada mas depois de grande defesa, Zoro decide pôr a bola de cabeça nos pés de Matheus que não perdoou.

Com um Benfica completamente subjugado foi outro benfiquista que na tentativa de um corte assistiu Edinho para este fazer o 2-1 aos 82′. Foi a altura do Setúbal recuar e o Benfica ainda criou duas grandes chances de golo. Numa Freddy Adu permite a defesa de Eduardo a outra num cabeceamento de Edcarlos a sair ligeiramente ao lado.

Mas este Benfica teve o resultado que fez para merecer. Eu como adepto é que não concebo uma postura como esta.

Sporting, Penafiel, Beira-Mar e Vitória de Setúbal compõem o quarteto que participa na fase (jogos todos contra todos a uma volta) seguinte da Taça da Liga.

Estádio do Bonfim, em Setúbal
Árbitro: Paulo Costa (Porto)

V. SETÚBAL – Eduardo; Janício, Robson, Auri e Adalto; Elias, Sandro e Ricardo Chaves; Paulo Roberto (Edinho, 46 m), Pitbull (Filipe Gonçalves, 88 m) e Matheus (Bruno Gama, 81 m).

BENFICA – Butt; Zoro, Luisão, Edcarlos e Miguelito; Binya; Luís Filipe, Di Maria (Fábio Coentrão, 70 m) e Cristian Rodriguez (Andrés Diaz, 64 m); Freddy Adu (Yu Dabao, 85 m) e Bergessio.

Golos: 0-1, Freddy Adu (45 m, de grande penalidade); 1-1, Matheus (67 m); 2-1, Edinho (82 m).

Disciplina: Cartão amarelo a Bergessio, Robson, Adalto, Edcarlos, Ricardo Chaves, Butt, Pitbull e Fábio Coentrão.

 

Towards Our Tomorrow

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 6:03 am

`The gift of fantasy has meant more to me than my ability to absorb positive knowledge.’ Albert Einstein

Albert Einstein one of history’s special minds understood the role of fantasy.

For each of us the ability to create is only limited by our capacity to imagine.

Once we can imagine we can work towards creating new realities.

This may sound easy, but to do this we each have to let go of all the garbage in our heads that blocks this capacity to dream.

Constantly we need to keep clearing away dark thoughts, unresolved angers, others’ agendas we have made our own, rules and boundaries we have come to consider are reality.

All this garbage has become our world not `the fantasy’ and to allow the light and joy of possibilities to shine through we need to take out our brushes, sharpen our pen, tune the musical instrument and start again to create a new vision.

Within us all are the tools to create the new tomorrow this world requires.

Greetings to all from Greenearth in Australia

 

A hora do cansaço – Carlos Drummond de Andrade

Filed under: Carlos Drummond de Andrade,poesia — looking4good @ 1:39 am

Cabeça, c. 1910.
Guilherme Santa-Rita ( Santa-Rita Pintor)
(n. Lisboa, 31.Out. 1889; m. Lisboa a 29 de Abril de 1918)

As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nós cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gosto ocre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.

Carlos Drummond de Andrade (n. em Itabira (Minas Gerais) a 31 de Out. de 1902; m. no Rio de Janeiro, a 17 de Ago de 1987)

Ler do mesmo autor neste blog: Quero; O amor antigo; Indagação; Amar; Quarto em desordem

 

A hora do cansaço – Carlos Drummond de Andrade

Filed under: Carlos Drummond de Andrade,poesia — looking4good @ 1:39 am

Cabeça, c. 1910.
Guilherme Santa-Rita ( Santa-Rita Pintor)
(n. Lisboa, 31.Out. 1889; m. Lisboa a 29 de Abril de 1918)

As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nós cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gosto ocre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.

Carlos Drummond de Andrade (n. em Itabira (Minas Gerais) a 31 de Out. de 1902; m. no Rio de Janeiro, a 17 de Ago de 1987)

Ler do mesmo autor neste blog: Quero; O amor antigo; Indagação; Amar; Quarto em desordem

 

A hora do cansaço – Carlos Drummond de Andrade

Filed under: Carlos Drummond de Andrade,poesia — looking4good @ 1:39 am

Cabeça, c. 1910.
Guilherme Santa-Rita ( Santa-Rita Pintor)
(n. Lisboa, 31.Out. 1889; m. Lisboa a 29 de Abril de 1918)

As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nós cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gosto ocre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.

Carlos Drummond de Andrade (n. em Itabira (Minas Gerais) a 31 de Out. de 1902; m. no Rio de Janeiro, a 17 de Ago de 1987)

Ler do mesmo autor neste blog: Quero; O amor antigo; Indagação; Amar; Quarto em desordem

 

A hora do cansaço – Carlos Drummond de Andrade

Filed under: Carlos Drummond de Andrade,poesia — looking4good @ 1:39 am

Cabeça, c. 1910.
Guilherme Santa-Rita ( Santa-Rita Pintor)
(n. Lisboa, 31.Out. 1889; m. Lisboa a 29 de Abril de 1918)

As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nós cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gosto ocre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.

Carlos Drummond de Andrade (n. em Itabira (Minas Gerais) a 31 de Out. de 1902; m. no Rio de Janeiro, a 17 de Ago de 1987)

Ler do mesmo autor neste blog: Quero; O amor antigo; Indagação; Amar; Quarto em desordem