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Estão desvendadas as 7 Maravilhas Portuguesas no Mundo Junho 11, 2009

Filed under: cultura,monumentos,Portugal — looking4good @ 10:13 pm

Em 14 de Dezembro de 2008 anunciámos as 27 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo tendo em vista a selecção das 7 maravilhas. Pois a votação terminou em 7 de Junho e ontem Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas foram anunciadas em Portimão as 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo venceoras e que foram as seguintes:

Fortaleza de Diu. Diu, India, Ásia
Fortaleza de Mazagão, El Jadida, Marrocos, África
Basílica de Bom Jesus de Goa, Goa, Índia, Ásia
Cidade Velha de Santiago, Ilha de Santiago, Cabo Verde, África
Igreja de São Paulo, Macau, China, Ásia
Convento de São Francisco de Assis da Penitência, Ouro Preto, Brasil, América do Sul
Convento de São Francisco e Ordem Terceira, São Salvador da Baía, Brasil, América do Sul

Ruínas da Igreja da São Paulo, MacauIgreja de São Paulo em Macau, uma das 7 Maravilhas de Portugal no Mundo

Saiba mais sobre as 7 Maravilhas de Portugal no Mundo no sítio oficial

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Selecção de Queiroz lá conseguiu ganhar (por um e de penalty!) Fevereiro 11, 2009

Filed under: Futebol,Portugal,selecção de Portugal — looking4good @ 11:09 pm
Finland flagPortugal flagPortugal

1-0

Finland

Queiroz inventa demais e selecção lucra de menos…

Lá ganhámos por um, de penalty (duvidoso) concretizado por Cristiano Ronaldo aos 78′ por falta (?) sobre Danny entrado uns segundos antes.

Muitas oportunidades desperdiçadas (principalmente na primeira parte) e paciência de Job por parte dos adeptos (quase 20.000) que estiveram no Estádio do Algarve.

Um optimista sempre dirá que estamos a melhorar. Afinal ganhámos, ainda nos recordamos do 0-0 contra a Albânia a jogar em casa e contra dez durante toda a segunda parte!!

Um pessimista mandará Queiroz tratar de dar água e comida à vaca e arranjar um vaqueiro para tratar da selecção (sempre se poupava no orçamento e os resultados dificilmente poderiam ser piores!).

Para a história fica aí a ficha de jogo com mais três estreias a internacional A: Eduardo, Daniel Fernandes e Orlando Sá.

Ficha de jogo:

Estádio do Algarve; 19.384 espectadores.
Árbitro: Carlos Bertolini (Suíça)

PORTUGAL – Eduardo (Daniel Fernandes, 60m); Miguel (Paulo Ferreira, 60m), Bruno Alves, Rolando e Duda; Tiago (Maniche, 46m), Pepe (Raul Meireles, 46m) e Deco; Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (Orlando Sá, 46m) e Nani (Danny, 76m).

FINLÂNDIA – Jaskelainen (Maenpaa, 46m); Pasanen, Tihinen, Hyypia e Kallio; Johansson, Heikkinen e Kolkka (Pasoja, 80m); Litmanen (Sjolund, 46m), Eremenko e Forsell (Knogi, 46m).

Marcadores: 1-0, Cristiano Ronaldo (78m g.p.)
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Pasanen (80′) por falta sobre Danny

 

7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo Dezembro 14, 2008

Filed under: culture,monumentos,Portugal — looking4good @ 1:48 am

Pode (e deve) votar nas Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. Existem 27 maravilhas em competição.

Os resultados serão revelados numa cerimónia a realizar no dia 10 de Junho de 2009, Dia de Portugal.

São Francisco das Penitência de Ouro Preto (Brasil)
Convento de São Francisco de Assis, Recife (Brasil)
Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro (Brasil)
Forte do Príncipe da Beira (Brasil)
Convento de São Francisco e Ordem Terceira, Salvador (Brasil)
Colónia do Sacramento (Uruguai)
Fortaleza Portuguesa (Bahrain)
Igreja de São Paulo (Macau)
Cidade de Baçaim (Índia)

Cidade de Damão Grande (Índia)
Fortaleza de Diu (Índia)
Basílica de Bom Jesus de Goa (Índia)
Sé Catedral de Goa (Índia)
Fortaleza de Ormuz (Irão)
Centro Histórico de Malaca (Malásia)
Fortificação de Mascate (Omã)
Convento do Carmo, Luanda (Angola)
Cidade Velha de Santiago (Cabo Verde)
Gorgora Nova (Etiópia)
São Jorge da Mina (Gana)
Fortaleza de Safi (Marrocos)
Cidade Fortificada de Mazagão, El Jadida (Marrocos)
Ilha de Moçambique (Moçambique)
Fortaleza de Jesus de Mombaça (Quénia)
Fortaleza de Kilwa, Quíloa, Tanzânia
Santuário de Congonhas do Campo (Brasil)
Mosteiro de São Bento de Olinda, Olinda (Brasil)

 

E mais umas medalhas foram à vela Agosto 19, 2008

Filed under: 2008 Olympic Games,Jogos Olímpicos,Portugal — looking4good @ 6:19 pm

Mais uma grande decepção nos trouxe os resultados do dia (da madrugada!) das Olimpíadas de Pequim. Naide Gomes falhou a qualificação no comprimento ao fazer uma marca fraquinha num salto com várias deficiências técnicas na corrida (uma corrida entrecortada com passinhos curtos), porque os dois primeiros saltos bem longos, que lhe dariam a qualificação, foram nulos por ter pisado a linha de chamada. Uma falta de adaptação à pista rápida é a explicação possível. A atleta do Sporting era uma das mais fortes esperanças a uma medalha (até de ouro vejam lá!), porque tinha a melhor marca mundial do ano.

Também Gustavo Lima partia para a «medal race» no 3º. lugar e até com possibilidades de chegar à medalha de prata mas a regata não lhe correu de feição, com a ausência de vento, e terminou ultrapassado na classificação por um italiano que lhe arrebatou a medalha de bronze. Decepcionado disse que vai abandonar a modalidade.

Também quem vai abandonar porque a A culpa não pode morrer solteira é o Presidente do Comité Olímpico Português, Vicente de Moura.

As expectativas – de quatro medalhas – talvez nem fossem muito elevadas a priori, mas os Jogos Olimpicos são provas em que uma qualquer falha corresponde ao fracasso, pelo que ninguém pode ter a certeza de nada (excepção feita a supercampeões como o campeão jamaicano nos 100m ou o nadador recordista Michael Phelps). Também já houve edições de Jogos Olímpicos em que ganhámos medalhas sem ter expectativas… Por isso… é desporto.

O que torna o panaroma desanimador, para não dizer de desalento são as explicações (?) estapafúrdias que uma (grande) parte dos atletas dão para os fracassos: «não tenho explicação», «de manhã só estou bem na caminha», «até me senti bem no final», «senti-me como um espectador não como um atleta», «estas provas não são para mim», etc, etc, prova de que a preparação para os jogos não é só a componente técnica, a componente psicológica e todo o enquadramento competitivo devia ter sido equacionado … e ao que parece… não foi.

Salvou-se a Vanessa e ainda temos esperança numa segunda medalha de Nélson Évora. Se tal acontecer ficamos a 50% do prometido em termos de medalhas. Mas que já houve factos muito lamentáveis…

 

E mais umas medalhas foram à vela

Filed under: 2008 Olympic Games,Jogos Olímpicos,Portugal — looking4good @ 6:19 pm

Mais uma grande decepção nos trouxe os resultados do dia (da madrugada!) das Olimpíadas de Pequim. Naide Gomes falhou a qualificação no comprimento ao fazer uma marca fraquinha num salto com várias deficiências técnicas na corrida (uma corrida entrecortada com passinhos curtos), porque os dois primeiros saltos bem longos, que lhe dariam a qualificação, foram nulos por ter pisado a linha de chamada. Uma falta de adaptação à pista rápida é a explicação possível. A atleta do Sporting era uma das mais fortes esperanças a uma medalha (até de ouro vejam lá!), porque tinha a melhor marca mundial do ano.

Também Gustavo Lima partia para a «medal race» no 3º. lugar e até com possibilidades de chegar à medalha de prata mas a regata não lhe correu de feição, com a ausência de vento, e terminou ultrapassado na classificação por um italiano que lhe arrebatou a medalha de bronze. Decepcionado disse que vai abandonar a modalidade.

Também quem vai abandonar porque a A culpa não pode morrer solteira é o Presidente do Comité Olímpico Português, Vicente de Moura.

As expectativas – de quatro medalhas – talvez nem fossem muito elevadas a priori, mas os Jogos Olimpicos são provas em que uma qualquer falha corresponde ao fracasso, pelo que ninguém pode ter a certeza de nada (excepção feita a supercampeões como o campeão jamaicano nos 100m ou o nadador recordista Michael Phelps). Também já houve edições de Jogos Olímpicos em que ganhámos medalhas sem ter expectativas… Por isso… é desporto.

O que torna o panaroma desanimador, para não dizer de desalento são as explicações (?) estapafúrdias que uma (grande) parte dos atletas dão para os fracassos: «não tenho explicação», «de manhã só estou bem na caminha», «até me senti bem no final», «senti-me como um espectador não como um atleta», «estas provas não são para mim», etc, etc, prova de que a preparação para os jogos não é só a componente técnica, a componente psicológica e todo o enquadramento competitivo devia ter sido equacionado … e ao que parece… não foi.

Salvou-se a Vanessa e ainda temos esperança numa segunda medalha de Nélson Évora. Se tal acontecer ficamos a 50% do prometido em termos de medalhas. Mas que já houve factos muito lamentáveis…

 

É o costume: Portugal perde ingloriamente com a Itália Fevereiro 6, 2008

Filed under: Futebol,Portugal — looking4good @ 8:43 pm
Italy flagPortugal flagPortugal

1 – 3

Itália

Golo falhado e golo oferecido: no minuto 45 começou a desenhar-se a derrota

Portugal demonstrava que podia competir com os campeões do Mundo. Demonstrava que tinha (tem?) no seu plantel aquele que certamente vai ser considerado em 2008 o melhor jogador do Mundo (se não tiver nenhuma lesão grave). Portugal criava a ilusão de que podia ganhar. Mas a realidade não é essa. A realidade é a falta de capacidade para estar concentrado na totalidade do tempo de jogo.
Foi assim que depois de uma entrada no jogo melhor da equipa italiana, Portugal a partir de meados da primeira parte passou a controlar o jogo a ter a posse de bola e a criar oportunidades de golo. Num livre Cristiano Ronaldo obrigou Amelia a fazer uma boa defesa. Makukula a rematar de surpresa ligeiramente ao lado e a maior de todas já aos 45′ num contra-ataque comandado por Quaresma em que a superioridade era dos avançados mas em que o passe para Cristiano Ronaldo foi demasiado puxado para a direita a impedir o remate vitorioso, a solução foi um centro para um defesa italiano já refeito tirar o perigo.

Pois se o 0-0 que se perspectivava ao intervalo já sabia um pouco a insatisfação o pior veio a seguir no minuto de compensação que o árbitro concedeu. Cruzamento rasteiro da esquerda de Grosso, parecia inofensivo, mas os jogadores jogadores limitaram-se a ir deixando passar a bola, um (Petit) o outro (Ricardo) e claro o cruzamento acabou por ser longo (por falta de intersepção) e Luca Toni atirou para a baliza.

No início da segunda parte foi o desacerto total. Depois de uma grande oportunidade que não deu em golo os italianos chegaram ao segundo após deficiente corte de Maniche, Pilro rematou a bola ressaltou e foi para o fundo da baliza portuguesa. A perder 2-0 Portugal esteve perto da derrocada total. Ricardo, com culpas no primeiro golo, safou o terceiro ao defender desviando a bola que ainda bateu na barra. Da aparencia de poder jogar taco-a-taco com a Itália , Portugal passou a estar a um passo do abismo.

As substituições melhoraram a Itália e pioraram Portugal.

A meio da segunda parte Portugal voltou ao (aparente?) equilíbrio e Quaresma a aproveitar um centro para o meio da área de Nani que ninguém afastou para reduzir a diferença. O resultado ficava menos pesado mas um minuto depois os italianos andaram a «passear» dentro da área portuguesa com vários jogadores a tocarem na bola perante o desacerto posicional da defesa portuguesa até ao golo final de Quagliarella, que entrara um minuto antes a substiuir Paladino.

Afinal um resultado que não deixa dúvidas. Esqueçam as aspirações a ser candidato ao título europeu. Portugal não tem eficácia e concentração para equipas como a Itália e França, pelo menos…

A arbitragem esteve bem ainda que se o jogo não fosse Portugal teria havido uns «amerelinhos»

Estádio Letzigrund, em Zurique (Suíça)
Hora: 19.45
Árbitro: Sascha Kever (Suíça)

PORTUGAL: Ricardo, Bosingwa (Jorge Ribeiro 69′), Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Caneira (Paulo Ferreira ao int.); Petit (F. Meira ao int.), Maniche (Raul Meireles 62′) e Deco (Nani ao int.); Ronaldo, Quaresma e Makukula (Hugo Almeida 57′).

Treinador: Luiz Felipe Scolari.

ITÁLIA: Amelia, Oddo (Cassetti 81′), Barzagli (Gamberini aos 53′), Cannavaro e Zambrotta (Grosso 29′); Pirlo, Ambrosini, De Rossi (Perrotta 53′) e Palladino (Quagliarella 77′); Di Natale e Toni (Marco Borriello 71′).

Treinador:Roberto Donadoni

 

É o costume: Portugal perde ingloriamente com a Itália

Filed under: Futebol,Portugal — looking4good @ 8:43 pm
Italy flagPortugal flagPortugal

1 – 3

Itália

Golo falhado e golo oferecido: no minuto 45 começou a desenhar-se a derrota

Portugal demonstrava que podia competir com os campeões do Mundo. Demonstrava que tinha (tem?) no seu plantel aquele que certamente vai ser considerado em 2008 o melhor jogador do Mundo (se não tiver nenhuma lesão grave). Portugal criava a ilusão de que podia ganhar. Mas a realidade não é essa. A realidade é a falta de capacidade para estar concentrado na totalidade do tempo de jogo.
Foi assim que depois de uma entrada no jogo melhor da equipa italiana, Portugal a partir de meados da primeira parte passou a controlar o jogo a ter a posse de bola e a criar oportunidades de golo. Num livre Cristiano Ronaldo obrigou Amelia a fazer uma boa defesa. Makukula a rematar de surpresa ligeiramente ao lado e a maior de todas já aos 45′ num contra-ataque comandado por Quaresma em que a superioridade era dos avançados mas em que o passe para Cristiano Ronaldo foi demasiado puxado para a direita a impedir o remate vitorioso, a solução foi um centro para um defesa italiano já refeito tirar o perigo.

Pois se o 0-0 que se perspectivava ao intervalo já sabia um pouco a insatisfação o pior veio a seguir no minuto de compensação que o árbitro concedeu. Cruzamento rasteiro da esquerda de Grosso, parecia inofensivo, mas os jogadores jogadores limitaram-se a ir deixando passar a bola, um (Petit) o outro (Ricardo) e claro o cruzamento acabou por ser longo (por falta de intersepção) e Luca Toni atirou para a baliza.

No início da segunda parte foi o desacerto total. Depois de uma grande oportunidade que não deu em golo os italianos chegaram ao segundo após deficiente corte de Maniche, Pilro rematou a bola ressaltou e foi para o fundo da baliza portuguesa. A perder 2-0 Portugal esteve perto da derrocada total. Ricardo, com culpas no primeiro golo, safou o terceiro ao defender desviando a bola que ainda bateu na barra. Da aparencia de poder jogar taco-a-taco com a Itália , Portugal passou a estar a um passo do abismo.

As substituições melhoraram a Itália e pioraram Portugal.

A meio da segunda parte Portugal voltou ao (aparente?) equilíbrio e Quaresma a aproveitar um centro para o meio da área de Nani que ninguém afastou para reduzir a diferença. O resultado ficava menos pesado mas um minuto depois os italianos andaram a «passear» dentro da área portuguesa com vários jogadores a tocarem na bola perante o desacerto posicional da defesa portuguesa até ao golo final de Quagliarella, que entrara um minuto antes a substiuir Paladino.

Afinal um resultado que não deixa dúvidas. Esqueçam as aspirações a ser candidato ao título europeu. Portugal não tem eficácia e concentração para equipas como a Itália e França, pelo menos…

A arbitragem esteve bem ainda que se o jogo não fosse Portugal teria havido uns «amerelinhos»

Estádio Letzigrund, em Zurique (Suíça)
Hora: 19.45
Árbitro: Sascha Kever (Suíça)

PORTUGAL: Ricardo, Bosingwa (Jorge Ribeiro 69′), Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Caneira (Paulo Ferreira ao int.); Petit (F. Meira ao int.), Maniche (Raul Meireles 62′) e Deco (Nani ao int.); Ronaldo, Quaresma e Makukula (Hugo Almeida 57′).

Treinador: Luiz Felipe Scolari.

ITÁLIA: Amelia, Oddo (Cassetti 81′), Barzagli (Gamberini aos 53′), Cannavaro e Zambrotta (Grosso 29′); Pirlo, Ambrosini, De Rossi (Perrotta 53′) e Palladino (Quagliarella 77′); Di Natale e Toni (Marco Borriello 71′).

Treinador:Roberto Donadoni