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Cruz Alta – Francisco Costa Abril 2, 2008

Filed under: Francisco Costa,poesia — looking4good @ 1:23 am

Longe das ondas turvas da maldade
Sobre este cume, entre rochedos nus
És bem o extremo apoio que Jesus
Legou, por sua morte, à humanidade

Vai bem a tua simples majestade
Este lugar que te foi dado ó cruz:
Pois neste cimo é mais intensa a luz
E é mais intensa e bela a tempestade

Feriu-te um dia o raio e, certamente,
Mais duma alma estranhou, irreverente,
Que o céu visasse o que une o céu à terra…

Mas eu sei bem que tu é que atraíste
A cólera do espaço e assim cobriste
Com dois pequenos braços toda a serra.

Francisco José Lopes da Costa (n. em Sintra a 12 de Agosto de 1900; m. em Sintra a 2 de Abril de 1988).

Palácio da Pena em Sintra, foto daqui
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Cruz Alta – Francisco Costa

Filed under: Francisco Costa,poesia — looking4good @ 1:23 am

Longe das ondas turvas da maldade
Sobre este cume, entre rochedos nus
És bem o extremo apoio que Jesus
Legou, por sua morte, à humanidade

Vai bem a tua simples majestade
Este lugar que te foi dado ó cruz:
Pois neste cimo é mais intensa a luz
E é mais intensa e bela a tempestade

Feriu-te um dia o raio e, certamente,
Mais duma alma estranhou, irreverente,
Que o céu visasse o que une o céu à terra…

Mas eu sei bem que tu é que atraíste
A cólera do espaço e assim cobriste
Com dois pequenos braços toda a serra.

Francisco José Lopes da Costa (n. em Sintra a 12 de Agosto de 1900; m. em Sintra a 2 de Abril de 1988).

Palácio da Pena em Sintra, foto daqui
 

Cruz Alta – Francisco Costa

Filed under: Francisco Costa,poesia — looking4good @ 1:23 am

Longe das ondas turvas da maldade
Sobre este cume, entre rochedos nus
És bem o extremo apoio que Jesus
Legou, por sua morte, à humanidade

Vai bem a tua simples majestade
Este lugar que te foi dado ó cruz:
Pois neste cimo é mais intensa a luz
E é mais intensa e bela a tempestade

Feriu-te um dia o raio e, certamente,
Mais duma alma estranhou, irreverente,
Que o céu visasse o que une o céu à terra…

Mas eu sei bem que tu é que atraíste
A cólera do espaço e assim cobriste
Com dois pequenos braços toda a serra.

Francisco José Lopes da Costa (n. em Sintra a 12 de Agosto de 1900; m. em Sintra a 2 de Abril de 1988).

Palácio da Pena em Sintra, foto daqui