Nothingandall

Just another WordPress.com weblog

CRUEL – Vespasiano Ramos Dezembro 26, 2008

Filed under: poesia,Vespasiano Ramos — looking4good @ 2:48 am

Ah, se as dores que eu sinto ela sentisse,
se as lágrimas que eu choro ela chorasse;
talvez nunca um momento me negasse
tudo que eu desejasse e lhe pedisse!

Talvez a todo instante consentisse
minha boca beijar a sua face,
se o caminho que eu tomo ela tomasse,
se o calvário que eu subo ela subisse!

Se o desejo que eu tenho ela tivesse,
se os meus sonhos de amor ela sonhasse,
aos meus rogos talvez não se opusesse!

Talvez nunca negasse o que eu pedisse,
se as lágrimas que eu choro ela chorasse
e se as dores que eu sinto ela sentisse!…

Joaquim Vespasiano Ramos (n. em Caxias, Maranhão a 13 Ago. 1884; m. em Porto Velho, Rondônia a 26 Dez. 1916)

Ler do mesmo poeta Ânsia Maldita

Anúncios
 

Ânsia Maldita – Vespasiano Ramos Dezembro 26, 2007

Filed under: poesia,Vespasiano Ramos — looking4good @ 12:36 am

Ninguém mais do que tu saberá quanto
Padeço, agora! e, em lágrima, advinha
A minha’alma apagar-se, neste pranto,

Beatriz! Alma em flor! Suave encanto,
Que me salvar, pensei, dos altos, vinha:
O quanto peno, o quanto sofro, enquanto
Imagino que nunca serás minha!

Foram, por ti, as lágrimas que os olhos
Meus derramaram! só por ti, somente
Que minh’alma, do Amor contra os escolhos,

Há de, convulsa, soluçar, um dia,
A derradeira lágrima pungente
E o derradeiro grito de agonia!

Joaquim Vespasiano Ramos (n. em Caxias a 13 Ago. 1884; m. em Prior Velho a 26 Dez. 1916)

 

Ânsia Maldita – Vespasiano Ramos

Filed under: poesia,Vespasiano Ramos — looking4good @ 12:36 am

Ninguém mais do que tu saberá quanto
Padeço, agora! e, em lágrima, advinha
A minha’alma apagar-se, neste pranto,

Beatriz! Alma em flor! Suave encanto,
Que me salvar, pensei, dos altos, vinha:
O quanto peno, o quanto sofro, enquanto
Imagino que nunca serás minha!

Foram, por ti, as lágrimas que os olhos
Meus derramaram! só por ti, somente
Que minh’alma, do Amor contra os escolhos,

Há de, convulsa, soluçar, um dia,
A derradeira lágrima pungente
E o derradeiro grito de agonia!

Joaquim Vespasiano Ramos (n. em Caxias, MA a 13 Ago. 1884; m. em Porto Velho, Rondônia a 26 Dez. 1916)

 

Ânsia Maldita – Vespasiano Ramos

Filed under: poesia,Vespasiano Ramos — looking4good @ 12:36 am

Ninguém mais do que tu saberá quanto
Padeço, agora! e, em lágrima, advinha
A minha’alma apagar-se, neste pranto,

Beatriz! Alma em flor! Suave encanto,
Que me salvar, pensei, dos altos, vinha:
O quanto peno, o quanto sofro, enquanto
Imagino que nunca serás minha!

Foram, por ti, as lágrimas que os olhos
Meus derramaram! só por ti, somente
Que minh’alma, do Amor contra os escolhos,

Há de, convulsa, soluçar, um dia,
A derradeira lágrima pungente
E o derradeiro grito de agonia!

Joaquim Vespasiano Ramos (n. em Caxias, MA a 13 Ago. 1884; m. em Porto Velho, Rondônia a 26 Dez. 1916)