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Verbo – Manuel de Oliveira Guerra Junho 5, 2008

Filed under: Manuel de Oliveira Guerra,poesia — looking4good @ 12:57 am

Palavra, ó linfa pura que, batida
de rocha em rocha, mais se purifica
e depois é, no grande mar da vida,
a Mãe que gera e cria e santifica.

Luz flutuante que dos Céus vertida
cai sobre os génios e sobre eles fica
como que por espelhos reflectida
mais luminosa, deslumbrante e rica.

Sopro divino, brando como um sopro
ou vigoroso como um duro escopro
cortando a pedra rija do universo,

que eu tenha um dia a extraordinária Sorte
de te poder usar até à Morte
ditando então o derradeiro verso!

Manuel de Oliveira Guerra (n. a 24 Ago 1905 em Oliveira de Azeméis; m. no Porto a 5 Jun 1964)

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Verbo – Manuel de Oliveira Guerra

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Palavra, ó linfa pura que, batida
de rocha em rocha, mais se purifica
e depois é, no grande mar da vida,
a Mãe que gera e cria e santifica.

Luz flutuante que dos Céus vertida
cai sobre os génios e sobre eles fica
como que por espelhos reflectida
mais luminosa, deslumbrante e rica.

Sopro divino, brando como um sopro
ou vigoroso como um duro escopro
cortando a pedra rija do universo,

que eu tenha um dia a extraordinária Sorte
de te poder usar até à Morte
ditando então o derradeiro verso!

Manuel de Oliveira Guerra (n. a 24 Ago 1905 em Oliveira de Azeméis; m. no Porto a 5 Jun 1964)

 

Verbo – Manuel de Oliveira Guerra

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Palavra, ó linfa pura que, batida
de rocha em rocha, mais se purifica
e depois é, no grande mar da vida,
a Mãe que gera e cria e santifica.

Luz flutuante que dos Céus vertida
cai sobre os génios e sobre eles fica
como que por espelhos reflectida
mais luminosa, deslumbrante e rica.

Sopro divino, brando como um sopro
ou vigoroso como um duro escopro
cortando a pedra rija do universo,

que eu tenha um dia a extraordinária Sorte
de te poder usar até à Morte
ditando então o derradeiro verso!

Manuel de Oliveira Guerra (n. a 24 Ago 1905 em Oliveira de Azeméis; m. no Porto a 5 Jun 1964)

 

Verbo – Manuel de Oliveira Guerra

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Palavra, ó linfa pura que, batida
de rocha em rocha, mais se purifica
e depois é, no grande mar da vida,
a Mãe que gera e cria e santifica.

Luz flutuante que dos Céus vertida
cai sobre os génios e sobre eles fica
como que por espelhos reflectida
mais luminosa, deslumbrante e rica.

Sopro divino, brando como um sopro
ou vigoroso como um duro escopro
cortando a pedra rija do universo,

que eu tenha um dia a extraordinária Sorte
de te poder usar até à Morte
ditando então o derradeiro verso!

Manuel de Oliveira Guerra (n. a 24 Ago 1905 em Oliveira de Azeméis; m. no Porto a 5 Jun 1964)