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Sombras que passam – José Severiano de Resende Novembro 14, 2007

Filed under: José Severiano de Resende,poesia — looking4good @ 12:37 am
” Parto da Viola Bom Ménage”, 1916, Óleo
de Amadeu Souza-Cardoso
(n. Amarante 14.11.1887; m. Espinho 25.Out.1918)
Com que amargura desabrida e insana
Os olhos volvo ao túrgido passado!
Tanta esperança que se desengana
E tanto sonho vão desperdiçado

E tu, meu doce desvario amado,
Sombra perpetuamente desumana,
Vens com o rosto de lágrimas nublado
Em meio à lacrimante caravana.

Segues, e mais do que todas elas triste,
e mais chorosa do que todas elas,
clamando o amor que outrora não sentiste…

Adeus, loucas visões, brancas e belas,
vindes buscar o que já não existe,
sombras errantes de apagadas telas.

José Severiano de Resende (n. em Mariana, Minas Gerais a 23 Jan. 1871; m. em Paris a 14 Nov 1931)
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Sombras que passam – José Severiano de Resende

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” Parto da Viola Bom Ménage”, 1916, Óleo
de Amadeu Souza-Cardoso
(n. Amarante 14.11.1887; m. Espinho 25.Out.1918)
Com que amargura desabrida e insana
Os olhos volvo ao túrgido passado!
Tanta esperança que se desengana
E tanto sonho vão desperdiçado

E tu, meu doce desvario amado,
Sombra perpetuamente desumana,
Vens com o rosto de lágrimas nublado
Em meio à lacrimante caravana.

Segues, e mais do que todas elas triste,
e mais chorosa do que todas elas,
clamando o amor que outrora não sentiste…

Adeus, loucas visões, brancas e belas,
vindes buscar o que já não existe,
sombras errantes de apagadas telas.

José Severiano de Resende (n. em Mariana, Minas Gerais a 23 Jan. 1871; m. em Paris a 14 Nov 1931)
 

Sombras que passam – José Severiano de Resende

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” Parto da Viola Bom Ménage”, 1916, Óleo
de Amadeu Souza-Cardoso
(n. Amarante 14.11.1887; m. Espinho 25.Out.1918)
Com que amargura desabrida e insana
Os olhos volvo ao túrgido passado!
Tanta esperança que se desengana
E tanto sonho vão desperdiçado

E tu, meu doce desvario amado,
Sombra perpetuamente desumana,
Vens com o rosto de lágrimas nublado
Em meio à lacrimante caravana.

Segues, e mais do que todas elas triste,
e mais chorosa do que todas elas,
clamando o amor que outrora não sentiste…

Adeus, loucas visões, brancas e belas,
vindes buscar o que já não existe,
sombras errantes de apagadas telas.

José Severiano de Resende (n. em Mariana, Minas Gerais a 23 Jan. 1871; m. em Paris a 14 Nov 1931)
 

Sombras que passam – José Severiano de Resende

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” Parto da Viola Bom Ménage”, 1916, Óleo
de Amadeu Souza-Cardoso
(n. Amarante 14.11.1887; m. Espinho 25.Out.1918)
Com que amargura desabrida e insana
Os olhos volvo ao túrgido passado!
Tanta esperança que se desengana
E tanto sonho vão desperdiçado

E tu, meu doce desvario amado,
Sombra perpetuamente desumana,
Vens com o rosto de lágrimas nublado
Em meio à lacrimante caravana.

Segues, e mais do que todas elas triste,
e mais chorosa do que todas elas,
clamando o amor que outrora não sentiste…

Adeus, loucas visões, brancas e belas,
vindes buscar o que já não existe,
sombras errantes de apagadas telas.

José Severiano de Resende (n. em Mariana, Minas Gerais a 23 Jan. 1871; m. em Paris a 14 Nov 1931)