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Hiato – Manuel Bandeira (que faleceu faz hoje 40 anos) Outubro 13, 2008

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 12:38 am


És na minha vida como um luminoso
Poema que se lê comovidamente
Entre sorrisos e lágrimas de gozo…

A cada imagem, outra alma, outro ente
Parece entrar em nós e manso enlaçar
A velha alma arruinada e doente…

– Um poema luminoso como o mar,
Aberto em sorrisos de espuma, onde as velas
Fogem como garças longínquas no ar…

Extraído de Poesia Brasileira do Século XX Dos Modernistas à Actualidade, Direcção, Introdução e Notas de Jorge Henrique Bastos, Antígona

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (n. Recife, 19 Abril 1886 — m. Rio de Janeiro, 13 de Out. de 1968).

Ler do mesmo autor, neste blog Desencanto e A Onda

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Hiato – Manuel Bandeira (que faleceu faz hoje 40 anos)

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 12:38 am


És na minha vida como um luminoso
Poema que se lê comovidamente
Entre sorrisos e lágrimas de gozo…

A cada imagem, outra alma, outro ente
Parece entrar em nós e manso enlaçar
A velha alma arruinada e doente…

– Um poema luminoso como o mar,
Aberto em sorrisos de espuma, onde as velas
Fogem como garças longínquas no ar…

Extraído de Poesia Brasileira do Século XX Dos Modernistas à Actualidade, Direcção, Introdução e Notas de Jorge Henrique Bastos, Antígona

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (n. Recife, 19 Abril 1886 — m. Rio de Janeiro, 13 de Out. de 1968).

Ler do mesmo autor, neste blog Desencanto e A Onda

 

Hiato – Manuel Bandeira (que faleceu faz hoje 40 anos)

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 12:38 am


És na minha vida como um luminoso
Poema que se lê comovidamente
Entre sorrisos e lágrimas de gozo…

A cada imagem, outra alma, outro ente
Parece entrar em nós e manso enlaçar
A velha alma arruinada e doente…

– Um poema luminoso como o mar,
Aberto em sorrisos de espuma, onde as velas
Fogem como garças longínquas no ar…

Extraído de Poesia Brasileira do Século XX Dos Modernistas à Actualidade, Direcção, Introdução e Notas de Jorge Henrique Bastos, Antígona

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (n. Recife, 19 Abril 1886 — m. Rio de Janeiro, 13 de Out. de 1968).

Ler do mesmo autor, neste blog Desencanto e A Onda

 

Desencanto – Manuel Bandeira Abril 19, 2008

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 12:12 pm

Eu faço versos como quem chora
De desalento… de desencanto…
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente…
Tristeza esparsa… remorso vão…
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho (n. no Recife no dia 19 de Abr. de 1886; m. a 13 de Out. de 1968, no Hospital Samaritano, em Botafogo).

Ler do mesmo autor neste blog: A Onda

 

A onda – Manuel Bandeira Outubro 13, 2007

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 3:30 pm


a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda

Manuel Bandeira [Manuel Carneiro de Souza Filho] (n. no Recife em 1886; m. no Hospital Samaritano, em Botafogo, em 13 Out 1968).

 

A onda – Manuel Bandeira

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 3:30 pm


a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda

Manuel Bandeira [Manuel Carneiro de Souza Filho] (n. no Recife em 1886; m. no Hospital Samaritano, em Botafogo, em 13 Out 1968).

 

A onda – Manuel Bandeira

Filed under: Manuel Bandeira,poesia — looking4good @ 3:30 pm


a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda

Manuel Bandeira [Manuel Carneiro de Souza Filho] (n. no Recife em 1886; m. no Hospital Samaritano, em Botafogo, em 13 Out 1968).