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Ânsia – João José Cochofel Julho 17, 2008

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 1:37 am

Há uma ave que rompe do teu corpo
e desaparece a voar.
Gaivota, andorinha, cotovia?
Veio beber e soltou-se.
Deixa uma ânsia latente
a estremecer no ar.

João José de Melo Cochofel Aires de Campos (n. Coimbra, 17 Jul 1919, m. Lisboa a 14 Mar 1982)

Ler do mesmo autor: Tarde; Sensibilidade; Os Dias Íntimos

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Tarde – João José Cochofel Março 14, 2008

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 1:47 am


Teus olhos húmidos eram lagos
em que nosso desejo se mirava.
Tua boca entreaberta era a mensagem
do teu corpo moço que se dava.

Teu hálito quente
embrulhado de desejo
vinha de não sei lá que profundezas
em que de amor tuas entranhas se abrasavam.

E havia, amor, a envolver-nos,
essa solidão enorme
entre pinheiros, céu e terra quente
da tarde que dorme …

João José de Melo Cochofel Aires de Campos (n. Coimbra, 17 Jul 1919, m. Lisboa a 14 Mar 1982)

Ler do mesmo autor:
Sensibilidade
Os Dias Íntimos

 

Tarde – João José Cochofel

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 1:47 am


Teus olhos húmidos eram lagos
em que nosso desejo se mirava.
Tua boca entreaberta era a mensagem
do teu corpo moço que se dava.

Teu hálito quente
embrulhado de desejo
vinha de não sei lá que profundezas
em que de amor tuas entranhas se abrasavam.

E havia, amor, a envolver-nos,
essa solidão enorme
entre pinheiros, céu e terra quente
da tarde que dorme …

João José de Melo Cochofel Aires de Campos (n. Coimbra, 17 Jul 1919, m. Lisboa a 14 Mar 1982)

Ler do mesmo autor:
Sensibilidade
Os Dias Íntimos

 

Tarde – João José Cochofel

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 1:47 am


Teus olhos húmidos eram lagos
em que nosso desejo se mirava.
Tua boca entreaberta era a mensagem
do teu corpo moço que se dava.

Teu hálito quente
embrulhado de desejo
vinha de não sei lá que profundezas
em que de amor tuas entranhas se abrasavam.

E havia, amor, a envolver-nos,
essa solidão enorme
entre pinheiros, céu e terra quente
da tarde que dorme …

João José de Melo Cochofel Aires de Campos (n. Coimbra, 17 Jul 1919, m. Lisboa a 14 Mar 1982)

Ler do mesmo autor:
Sensibilidade
Os Dias Íntimos

 

Os Dias Íntimos – João José Cochofel Julho 17, 2007

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 12:44 pm

Mói música um realejo,
poético de convenção.
Mas é hoje o que agrada
ao meu coração.

Com castanhas assadas,
chuva na imaginação,
e luzes molhadas
no asfalto do chão,

Egoísmo de bicho,
simulado ou não,
mas que bem me sabe
esta solidão.

Ó comedida felicidade,
com teu ópio vão
sobre tanta náusea
passa a tua mão.

João José de Mello Cochofel Aires de Campos (n. em Coimbra a 17 Jul 1919, m. em, Lisboa a 14 de Mar de 1982]

 

Os Dias Íntimos – João José Cochofel

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 12:44 pm

Mói música um realejo,
poético de convenção.
Mas é hoje o que agrada
ao meu coração.

Com castanhas assadas,
chuva na imaginação,
e luzes molhadas
no asfalto do chão,

Egoísmo de bicho,
simulado ou não,
mas que bem me sabe
esta solidão.

Ó comedida felicidade,
com teu ópio vão
sobre tanta náusea
passa a tua mão.

João José de Mello Cochofel Aires de Campos (n. em Coimbra a 17 Jul 1919, m. em, Lisboa a 14 de Mar de 1982]

 

Os Dias Íntimos – João José Cochofel

Filed under: João José Cochofel,poesia — looking4good @ 12:44 pm

Mói música um realejo,
poético de convenção.
Mas é hoje o que agrada
ao meu coração.

Com castanhas assadas,
chuva na imaginação,
e luzes molhadas
no asfalto do chão,

Egoísmo de bicho,
simulado ou não,
mas que bem me sabe
esta solidão.

Ó comedida felicidade,
com teu ópio vão
sobre tanta náusea
passa a tua mão.

João José de Mello Cochofel Aires de Campos (n. em Coimbra a 17 Jul 1919, m. em, Lisboa a 14 de Mar de 1982]