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Benfica: Jogo de Getafe mostra que a realidade ainda é mais cruel do que se pensava… Março 12, 2008

Filed under: Benfica,football,Futebol,Getafe,Taça Uefa,Uefa Cup — looking4good @ 10:20 pm

Getafe

1-0

Benfica

Só dois lances de perigo … para quem precisava de marcar dois golos

O Benfica derrotado em casa por 1-2 precisava de marcar pelo menos dois golos para poder seguir em frente. Os sinais de desestabilização da equipa são mais do que notórios e a demissão de Camacho é mais um sintoma do que a causa. Mas frente a um Getafe de segunda que ainda por cima tinha de apresentar uma segunda equipa, o que faria, em princípio, ser um Getafe de terceira, um Benfica de primeira poderia inverter a eliminatória. Era essa a esperança dos benfiquistas.

E o início do jogo até podia alimentar esse sonho. Espanhóis medrosos à defesa o Benfica a trocar a bola curto mas a poder marcar um golo aos 8′ após joghada pela esquerda de Cristian Rodriguez e falha da defesa espanhola, guarda-redes incluido a bola ali à mão de semear (entenda-se ali ao pé de Makukula) mas foi a bola que bateu no avançado do Benfica em vez de ser este a bater na bola e vai ao poste falhando-se uma grande oportunidade de pôr os espanhóis aflitos.

Afinal não durou muito a ilusão. Os espanhóis sempre a demorar tempo, o que valeria o amarelo ao guarda-redes por volta da meia hora de jogo e o Benfica que suponho nunca acreditou seriamente na possibilidade de mudar as coisas. A verdade é que mesmo os suplentes do Getafe demonstravam ter maior poder colectivo do que o Benfica e as poucas acelerações do jogo foram dos locais. Quim teve de fazer boa defesa para evitar o primeiro golo dos espanhóis e ao intervalo o jogo resumia-se a estas duas situações de perigo: uma para cada lado.

A segunda parte ainda foi pior. O Getafe apareceu mais confiante e a incapacidade tactica, física e anímica dos encarnados apareceu mais patente. Com as substituições, apenas Mantorras apareceu a fazer alguma coisa, mas curiosamente foi uma perda de bola do angolano na zona de meio-campo que deu um contra-ataque do Getafe, Katsouranis tentou o carrinho mas falhou e dois jogadores em posição frontal frente a Quim adiantado, chapéu e golo de Albin aos 77′.

Ainda antes do golo espanhol o Benfica obrigou Abbondanzieri à unica defesa do jogo num remate de Rui Costa à entrada da área.

O golo espanhol em nada afectava a matemática da eliminatória porque o Benfica precisava na mesma de marcar dois, mas a incapacidade era patente.

O remate de Rui Costa e a bola no poste foram os dois únicos momentos de perigo criados pelo Benfica em todo o jogo quando se sabia de antemão que precisava de marcar dois golos. Muito pouco … a realidade é que o Benfica está mesmo muito mal, não tem jogadores desiquilibradores e joga devagar, devagarinho e parado. Assim frente a uma equipa que corre alguma coisa o resultado foi a derrota, sem glória… e sem prestígio. Será que ainda resta algum?

No próximo fim de semana vai à Madeira e se voltar a jogar só isto vai sofrer nova derrota seguramente… frente ao Marítimo.

Ficha de jogo:
Estádio: Coliseum Alfonso Pérez

Árbitro: Victor Kassai (HUN)

GETAFE – Abbondanzieri; Contra, De la Red, Tena e Licht; Cotelo (Cortés, 74), Celestini, Casquero e Gavilán (Juanfran, 79); Albin e Kepa Blanco (Signorino, 68).

BENFICA – Quim; Nélson, Edcarlos (Sepsi, 73), Katsouranis e Léo; Petit; Maxi Pereira (Di Maria, 58), Rui Costa e Cristian Rodriguez; Nuno Gomes (Mantorras, 65) e Makukula.

Marcadores: 1-0, Albin (78);

Acção disciplinar: cartão amarelo a Katsouranis, Abbondanzieri, Maxi, Cotelo, EdCarlos, Licht, Léo.

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Benfica: Jogo de Getafe mostra que a realidade ainda é mais cruel do que se pensava…

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Getafe

1-0

Benfica

Só dois lances de perigo … para quem precisava de marcar dois golos

O Benfica derrotado em casa por 1-2 precisava de marcar pelo menos dois golos para poder seguir em frente. Os sinais de desestabilização da equipa são mais do que notórios e a demissão de Camacho é mais um sintoma do que a causa. Mas frente a um Getafe de segunda que ainda por cima tinha de apresentar uma segunda equipa, o que faria, em princípio, ser um Getafe de terceira, um Benfica de primeira poderia inverter a eliminatória. Era essa a esperança dos benfiquistas.

E o início do jogo até podia alimentar esse sonho. Espanhóis medrosos à defesa o Benfica a trocar a bola curto mas a poder marcar um golo aos 8′ após joghada pela esquerda de Cristian Rodriguez e falha da defesa espanhola, guarda-redes incluido a bola ali à mão de semear (entenda-se ali ao pé de Makukula) mas foi a bola que bateu no avançado do Benfica em vez de ser este a bater na bola e vai ao poste falhando-se uma grande oportunidade de pôr os espanhóis aflitos.

Afinal não durou muito a ilusão. Os espanhóis sempre a demorar tempo, o que valeria o amarelo ao guarda-redes por volta da meia hora de jogo e o Benfica que suponho nunca acreditou seriamente na possibilidade de mudar as coisas. A verdade é que mesmo os suplentes do Getafe demonstravam ter maior poder colectivo do que o Benfica e as poucas acelerações do jogo foram dos locais. Quim teve de fazer boa defesa para evitar o primeiro golo dos espanhóis e ao intervalo o jogo resumia-se a estas duas situações de perigo: uma para cada lado.

A segunda parte ainda foi pior. O Getafe apareceu mais confiante e a incapacidade tactica, física e anímica dos encarnados apareceu mais patente. Com as substituições, apenas Mantorras apareceu a fazer alguma coisa, mas curiosamente foi uma perda de bola do angolano na zona de meio-campo que deu um contra-ataque do Getafe, Katsouranis tentou o carrinho mas falhou e dois jogadores em posição frontal frente a Quim adiantado, chapéu e golo de Albin aos 77′.

Ainda antes do golo espanhol o Benfica obrigou Abbondanzieri à unica defesa do jogo num remate de Rui Costa à entrada da área.

O golo espanhol em nada afectava a matemática da eliminatória porque o Benfica precisava na mesma de marcar dois, mas a incapacidade era patente.

O remate de Rui Costa e a bola no poste foram os dois únicos momentos de perigo criados pelo Benfica em todo o jogo quando se sabia de antemão que precisava de marcar dois golos. Muito pouco … a realidade é que o Benfica está mesmo muito mal, não tem jogadores desiquilibradores e joga devagar, devagarinho e parado. Assim frente a uma equipa que corre alguma coisa o resultado foi a derrota, sem glória… e sem prestígio. Será que ainda resta algum?

No próximo fim de semana vai à Madeira e se voltar a jogar só isto vai sofrer nova derrota seguramente… frente ao Marítimo.

Ficha de jogo:
Estádio: Coliseum Alfonso Pérez

Árbitro: Victor Kassai (HUN)

GETAFE – Abbondanzieri; Contra, De la Red, Tena e Licht; Cotelo (Cortés, 74), Celestini, Casquero e Gavilán (Juanfran, 79); Albin e Kepa Blanco (Signorino, 68).

BENFICA – Quim; Nélson, Edcarlos (Sepsi, 73), Katsouranis e Léo; Petit; Maxi Pereira (Di Maria, 58), Rui Costa e Cristian Rodriguez; Nuno Gomes (Mantorras, 65) e Makukula.

Marcadores: 1-0, Albin (78);

Acção disciplinar: cartão amarelo a Katsouranis, Abbondanzieri, Maxi, Cotelo, EdCarlos, Licht, Léo.

 

Benfica: Jogo de Getafe mostra que a realidade ainda é mais cruel do que se pensava…

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Getafe

1-0

Benfica

Só dois lances de perigo … para quem precisava de marcar dois golos

O Benfica derrotado em casa por 1-2 precisava de marcar pelo menos dois golos para poder seguir em frente. Os sinais de desestabilização da equipa são mais do que notórios e a demissão de Camacho é mais um sintoma do que a causa. Mas frente a um Getafe de segunda que ainda por cima tinha de apresentar uma segunda equipa, o que faria, em princípio, ser um Getafe de terceira, um Benfica de primeira poderia inverter a eliminatória. Era essa a esperança dos benfiquistas.

E o início do jogo até podia alimentar esse sonho. Espanhóis medrosos à defesa o Benfica a trocar a bola curto mas a poder marcar um golo aos 8′ após joghada pela esquerda de Cristian Rodriguez e falha da defesa espanhola, guarda-redes incluido a bola ali à mão de semear (entenda-se ali ao pé de Makukula) mas foi a bola que bateu no avançado do Benfica em vez de ser este a bater na bola e vai ao poste falhando-se uma grande oportunidade de pôr os espanhóis aflitos.

Afinal não durou muito a ilusão. Os espanhóis sempre a demorar tempo, o que valeria o amarelo ao guarda-redes por volta da meia hora de jogo e o Benfica que suponho nunca acreditou seriamente na possibilidade de mudar as coisas. A verdade é que mesmo os suplentes do Getafe demonstravam ter maior poder colectivo do que o Benfica e as poucas acelerações do jogo foram dos locais. Quim teve de fazer boa defesa para evitar o primeiro golo dos espanhóis e ao intervalo o jogo resumia-se a estas duas situações de perigo: uma para cada lado.

A segunda parte ainda foi pior. O Getafe apareceu mais confiante e a incapacidade tactica, física e anímica dos encarnados apareceu mais patente. Com as substituições, apenas Mantorras apareceu a fazer alguma coisa, mas curiosamente foi uma perda de bola do angolano na zona de meio-campo que deu um contra-ataque do Getafe, Katsouranis tentou o carrinho mas falhou e dois jogadores em posição frontal frente a Quim adiantado, chapéu e golo de Albin aos 77′.

Ainda antes do golo espanhol o Benfica obrigou Abbondanzieri à unica defesa do jogo num remate de Rui Costa à entrada da área.

O golo espanhol em nada afectava a matemática da eliminatória porque o Benfica precisava na mesma de marcar dois, mas a incapacidade era patente.

O remate de Rui Costa e a bola no poste foram os dois únicos momentos de perigo criados pelo Benfica em todo o jogo quando se sabia de antemão que precisava de marcar dois golos. Muito pouco … a realidade é que o Benfica está mesmo muito mal, não tem jogadores desiquilibradores e joga devagar, devagarinho e parado. Assim frente a uma equipa que corre alguma coisa o resultado foi a derrota, sem glória… e sem prestígio. Será que ainda resta algum?

No próximo fim de semana vai à Madeira e se voltar a jogar só isto vai sofrer nova derrota seguramente… frente ao Marítimo.

Ficha de jogo:
Estádio: Coliseum Alfonso Pérez

Árbitro: Victor Kassai (HUN)

GETAFE – Abbondanzieri; Contra, De la Red, Tena e Licht; Cotelo (Cortés, 74), Celestini, Casquero e Gavilán (Juanfran, 79); Albin e Kepa Blanco (Signorino, 68).

BENFICA – Quim; Nélson, Edcarlos (Sepsi, 73), Katsouranis e Léo; Petit; Maxi Pereira (Di Maria, 58), Rui Costa e Cristian Rodriguez; Nuno Gomes (Mantorras, 65) e Makukula.

Marcadores: 1-0, Albin (78);

Acção disciplinar: cartão amarelo a Katsouranis, Abbondanzieri, Maxi, Cotelo, EdCarlos, Licht, Léo.

 

Benfica perde em casa e compromete a eliminatória Março 6, 2008

Filed under: Benfica,football,Futebol,Getafe,Taça Uefa,Uefa Cup — looking4good @ 11:13 pm


Benfica

1-2

Getafe

Mais uma derrota frente a espanhóis de segunda

Um jogador do Getafe antes deste jogo dizia que os «museus» não ganham jogos, referindo-se, naturalmente, ao passado glorioso do Benfica. É triste dizer que tem inteira razão. O Benfica actual é uma sombra do clube glorioso que foi outrora.

A prova mais eloquente disso é a estatística da assistência que esteve presente no Estádio da Luz: um bom sintoma do momento que os benfiquistas vivem, ou seja da descrença na equipa, na falta de qualidade do seu futebol, para não falar na falta de organização dentro e fora do campo.

Essa falta de organização consumou-se logo aos 8′ de jogo. Cardozo em Alvalade safou-se da expulsão ao dar um toque (não violento é certo) em Tonel. Pelos vistos ninghuém da equipa técnica terá chamado a atenção ao jogador que em alta competrição não pode fazer isso sob pena de prejudicar gravemente o clube. Hoje, mal o jogo tinha começado (menos de 9 minutos para sermos precisos) ao perseguir uma bola até ganhou a dianteira, mas cotovelo no ar e para trás para atingir o adversário que caiu logo – não fez como Tonel que caiu ao retardador-). E assim se decidiu o futuro do Benfica na Taça Uefa. Mais de oitenta nminutos em inferioridade.

Os espanhóis que cedo mostraram que iam tentar jogar no campo todo vê serem-lhe oferecida uma enorme prenda. Logo se percebeu que o Benfica hipotecava seriamente as suas hipóteses. Não foi preciso esperar muito pois aos 25′, De La Red à entrada da área faz um rodopio e um remate, a bola desviada por Edcarlos trai Quim e estava feito o 0-1. Passados quatro minutos Luisão tem de ser substituido por lesão, ele que regressava de ausencias por lesão (será que alguma vez esteve bom?).

Enfim, como o actual Benfica tem (quase) mais lesionados do que as camas existentes para doentes no Hospital de Faro, a dupla de centrais passou a ser composta por dois grandes craques: Edcarlos e Zoro.

Na segunda parte o Benfica aparece com boa disposição em termos de aplicaçãoi dos jogadores com Rui Costa a mostrar o seu futebol na distribuição, Sepsi a mostrar serviço e Léo justificar os motivos por que os adeptos não percebem como o Benfica não renova com ele. Porém com a inferioridade numérica é mais fácil conceder oportunidades aos adversários. Uma jogada de um para um e Hernández opta por rematar rasteiro cruzado para fazer o 0-2. Se a derrota por um em casa já era comprometedora, sofrer dois golos em casa era fatal.

A juntar a uma noite em que mais valia não sair de casa (o que muitos milhares de benfiquistas fizeram efectivamente) Edcarlos com a baliza completamente aberta ao segundo poste e sem guarda redes. lá consegue tocar na bola mas fazendo-a subir até à barra! Como é possível? Uma perdida ainda maior à do Quaresma ontem frente ao Schalke – aqui ainda havia guarda-redes -.

A entrada de Mantorras animou os adeptos e um tanto a equipa e a verdade é que o talismã do angolano deu o 1-2 com um remate de longe que originou um grande perú de Ustari. O Benfica animou e ameaçou o 2-2 ainda que também por uma vez o 1-3 não tenha estado longe.

Enfim nestes jogos a eliminar não pode haver muita margem para o erro. E o Benfica errou demais. Erros que só podem ser fruto de pouco trabalho tactico, de disciplina e de organização. Que me desculpe Camacho, a equipa revela falta de trabalho de treinador. No final do jogo questionado este sobre o que faria a Cardozo, respondeu que para já não ia dizer nada, depois se via… Sendo assim…

O pior não é de facto perder-se um jogo. O pior é que ano passado o Benfica foi elimindo pelo Español e este ano está *às poratas da eliminação por uma equipa que tem 13.000 sócios e participa pela primeira vez em provas europeias… Mais uma record negativo que o Benfica vai bater… E parece que tudo vai bem… Filipe Vieira lá há-de arranjar mais uma entrevista para falar do apito dourado.

Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Grzegorz Gilewski (Polônia)

BENFICA – Quim; Nélson, Luisão (Zoro, 29 m), Edcarlos e Léo; Katsouranis e Rui Costa; Cristian Rodriguez, Di Maria (Mantorras, 61 m) e Sepsi; Cardozo.

GETAFE – Ustari; Contra, Belenguer, Cata Diaz e Licht; Casquero; Pablo Hernandez, De la Red (Celestini, 72 m) e Granero (Mario Cotelo, 46 m); Albin e Bráulio (Manu, 60 m).

Golos: 0-1, De la Red (25 m), 0-2, Pablo Hernandez (67 m); 1-2, Mantorras (76 m).

Cartão amarelo a Bráulio, Granero, Licht, Casquero e Pablo Hernandez. Cartão vermelho a Cardozo (9 m).

 

Benfica perde em casa e compromete a eliminatória

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Benfica

1-2

Getafe

Mais uma derrota frente a espanhóis de segunda

Um jogador do Getafe antes deste jogo dizia que os «museus» não ganham jogos, referindo-se, naturalmente, ao passado glorioso do Benfica. É triste dizer que tem inteira razão. O Benfica actual é uma sombra do clube glorioso que foi outrora.

A prova mais eloquente disso é a estatística da assistência que esteve presente no Estádio da Luz: um bom sintoma do momento que os benfiquistas vivem, ou seja da descrença na equipa, na falta de qualidade do seu futebol, para não falar na falta de organização dentro e fora do campo.

Essa falta de organização consumou-se logo aos 8′ de jogo. Cardozo em Alvalade safou-se da expulsão ao dar um toque (não violento é certo) em Tonel. Pelos vistos ninghuém da equipa técnica terá chamado a atenção ao jogador que em alta competrição não pode fazer isso sob pena de prejudicar gravemente o clube. Hoje, mal o jogo tinha começado (menos de 9 minutos para sermos precisos) ao perseguir uma bola até ganhou a dianteira, mas cotovelo no ar e para trás para atingir o adversário que caiu logo – não fez como Tonel que caiu ao retardador-). E assim se decidiu o futuro do Benfica na Taça Uefa. Mais de oitenta nminutos em inferioridade.

Os espanhóis que cedo mostraram que iam tentar jogar no campo todo vê serem-lhe oferecida uma enorme prenda. Logo se percebeu que o Benfica hipotecava seriamente as suas hipóteses. Não foi preciso esperar muito pois aos 25′, De La Red à entrada da área faz um rodopio e um remate, a bola desviada por Edcarlos trai Quim e estava feito o 0-1. Passados quatro minutos Luisão tem de ser substituido por lesão, ele que regressava de ausencias por lesão (será que alguma vez esteve bom?).

Enfim, como o actual Benfica tem (quase) mais lesionados do que as camas existentes para doentes no Hospital de Faro, a dupla de centrais passou a ser composta por dois grandes craques: Edcarlos e Zoro.

Na segunda parte o Benfica aparece com boa disposição em termos de aplicaçãoi dos jogadores com Rui Costa a mostrar o seu futebol na distribuição, Sepsi a mostrar serviço e Léo justificar os motivos por que os adeptos não percebem como o Benfica não renova com ele. Porém com a inferioridade numérica é mais fácil conceder oportunidades aos adversários. Uma jogada de um para um e Hernández opta por rematar rasteiro cruzado para fazer o 0-2. Se a derrota por um em casa já era comprometedora, sofrer dois golos em casa era fatal.

A juntar a uma noite em que mais valia não sair de casa (o que muitos milhares de benfiquistas fizeram efectivamente) Edcarlos com a baliza completamente aberta ao segundo poste e sem guarda redes. lá consegue tocar na bola mas fazendo-a subir até à barra! Como é possível? Uma perdida ainda maior à do Quaresma ontem frente ao Schalke – aqui ainda havia guarda-redes -.

A entrada de Mantorras animou os adeptos e um tanto a equipa e a verdade é que o talismã do angolano deu o 1-2 com um remate de longe que originou um grande perú de Ustari. O Benfica animou e ameaçou o 2-2 ainda que também por uma vez o 1-3 não tenha estado longe.

Enfim nestes jogos a eliminar não pode haver muita margem para o erro. E o Benfica errou demais. Erros que só podem ser fruto de pouco trabalho tactico, de disciplina e de organização. Que me desculpe Camacho, a equipa revela falta de trabalho de treinador. No final do jogo questionado este sobre o que faria a Cardozo, respondeu que para já não ia dizer nada, depois se via… Sendo assim…

O pior não é de facto perder-se um jogo. O pior é que ano passado o Benfica foi elimindo pelo Español e este ano está *às poratas da eliminação por uma equipa que tem 13.000 sócios e participa pela primeira vez em provas europeias… Mais uma record negativo que o Benfica vai bater… E parece que tudo vai bem… Filipe Vieira lá há-de arranjar mais uma entrevista para falar do apito dourado.

Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Grzegorz Gilewski (Polônia)

BENFICA – Quim; Nélson, Luisão (Zoro, 29 m), Edcarlos e Léo; Katsouranis e Rui Costa; Cristian Rodriguez, Di Maria (Mantorras, 61 m) e Sepsi; Cardozo.

GETAFE – Ustari; Contra, Belenguer, Cata Diaz e Licht; Casquero; Pablo Hernandez, De la Red (Celestini, 72 m) e Granero (Mario Cotelo, 46 m); Albin e Bráulio (Manu, 60 m).

Golos: 0-1, De la Red (25 m), 0-2, Pablo Hernandez (67 m); 1-2, Mantorras (76 m).

Cartão amarelo a Bráulio, Granero, Licht, Casquero e Pablo Hernandez. Cartão vermelho a Cardozo (9 m).

 

Benfica perde em casa e compromete a eliminatória

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Benfica

1-2

Getafe

Mais uma derrota frente a espanhóis de segunda

Um jogador do Getafe antes deste jogo dizia que os «museus» não ganham jogos, referindo-se, naturalmente, ao passado glorioso do Benfica. É triste dizer que tem inteira razão. O Benfica actual é uma sombra do clube glorioso que foi outrora.

A prova mais eloquente disso é a estatística da assistência que esteve presente no Estádio da Luz: um bom sintoma do momento que os benfiquistas vivem, ou seja da descrença na equipa, na falta de qualidade do seu futebol, para não falar na falta de organização dentro e fora do campo.

Essa falta de organização consumou-se logo aos 8′ de jogo. Cardozo em Alvalade safou-se da expulsão ao dar um toque (não violento é certo) em Tonel. Pelos vistos ninghuém da equipa técnica terá chamado a atenção ao jogador que em alta competrição não pode fazer isso sob pena de prejudicar gravemente o clube. Hoje, mal o jogo tinha começado (menos de 9 minutos para sermos precisos) ao perseguir uma bola até ganhou a dianteira, mas cotovelo no ar e para trás para atingir o adversário que caiu logo – não fez como Tonel que caiu ao retardador-). E assim se decidiu o futuro do Benfica na Taça Uefa. Mais de oitenta nminutos em inferioridade.

Os espanhóis que cedo mostraram que iam tentar jogar no campo todo vê serem-lhe oferecida uma enorme prenda. Logo se percebeu que o Benfica hipotecava seriamente as suas hipóteses. Não foi preciso esperar muito pois aos 25′, De La Red à entrada da área faz um rodopio e um remate, a bola desviada por Edcarlos trai Quim e estava feito o 0-1. Passados quatro minutos Luisão tem de ser substituido por lesão, ele que regressava de ausencias por lesão (será que alguma vez esteve bom?).

Enfim, como o actual Benfica tem (quase) mais lesionados do que as camas existentes para doentes no Hospital de Faro, a dupla de centrais passou a ser composta por dois grandes craques: Edcarlos e Zoro.

Na segunda parte o Benfica aparece com boa disposição em termos de aplicaçãoi dos jogadores com Rui Costa a mostrar o seu futebol na distribuição, Sepsi a mostrar serviço e Léo justificar os motivos por que os adeptos não percebem como o Benfica não renova com ele. Porém com a inferioridade numérica é mais fácil conceder oportunidades aos adversários. Uma jogada de um para um e Hernández opta por rematar rasteiro cruzado para fazer o 0-2. Se a derrota por um em casa já era comprometedora, sofrer dois golos em casa era fatal.

A juntar a uma noite em que mais valia não sair de casa (o que muitos milhares de benfiquistas fizeram efectivamente) Edcarlos com a baliza completamente aberta ao segundo poste e sem guarda redes. lá consegue tocar na bola mas fazendo-a subir até à barra! Como é possível? Uma perdida ainda maior à do Quaresma ontem frente ao Schalke – aqui ainda havia guarda-redes -.

A entrada de Mantorras animou os adeptos e um tanto a equipa e a verdade é que o talismã do angolano deu o 1-2 com um remate de longe que originou um grande perú de Ustari. O Benfica animou e ameaçou o 2-2 ainda que também por uma vez o 1-3 não tenha estado longe.

Enfim nestes jogos a eliminar não pode haver muita margem para o erro. E o Benfica errou demais. Erros que só podem ser fruto de pouco trabalho tactico, de disciplina e de organização. Que me desculpe Camacho, a equipa revela falta de trabalho de treinador. No final do jogo questionado este sobre o que faria a Cardozo, respondeu que para já não ia dizer nada, depois se via… Sendo assim…

O pior não é de facto perder-se um jogo. O pior é que ano passado o Benfica foi elimindo pelo Español e este ano está *às poratas da eliminação por uma equipa que tem 13.000 sócios e participa pela primeira vez em provas europeias… Mais uma record negativo que o Benfica vai bater… E parece que tudo vai bem… Filipe Vieira lá há-de arranjar mais uma entrevista para falar do apito dourado.

Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Grzegorz Gilewski (Polônia)

BENFICA – Quim; Nélson, Luisão (Zoro, 29 m), Edcarlos e Léo; Katsouranis e Rui Costa; Cristian Rodriguez, Di Maria (Mantorras, 61 m) e Sepsi; Cardozo.

GETAFE – Ustari; Contra, Belenguer, Cata Diaz e Licht; Casquero; Pablo Hernandez, De la Red (Celestini, 72 m) e Granero (Mario Cotelo, 46 m); Albin e Bráulio (Manu, 60 m).

Golos: 0-1, De la Red (25 m), 0-2, Pablo Hernandez (67 m); 1-2, Mantorras (76 m).

Cartão amarelo a Bráulio, Granero, Licht, Casquero e Pablo Hernandez. Cartão vermelho a Cardozo (9 m).

 

Benfica perde em casa e compromete a eliminatória

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Benfica

1-2

Getafe

Mais uma derrota frente a espanhóis de segunda

Um jogador do Getafe antes deste jogo dizia que os «museus» não ganham jogos, referindo-se, naturalmente, ao passado glorioso do Benfica. É triste dizer que tem inteira razão. O Benfica actual é uma sombra do clube glorioso que foi outrora.

A prova mais eloquente disso é a estatística da assistência que esteve presente no Estádio da Luz: um bom sintoma do momento que os benfiquistas vivem, ou seja da descrença na equipa, na falta de qualidade do seu futebol, para não falar na falta de organização dentro e fora do campo.

Essa falta de organização consumou-se logo aos 8′ de jogo. Cardozo em Alvalade safou-se da expulsão ao dar um toque (não violento é certo) em Tonel. Pelos vistos ninghuém da equipa técnica terá chamado a atenção ao jogador que em alta competrição não pode fazer isso sob pena de prejudicar gravemente o clube. Hoje, mal o jogo tinha começado (menos de 9 minutos para sermos precisos) ao perseguir uma bola até ganhou a dianteira, mas cotovelo no ar e para trás para atingir o adversário que caiu logo – não fez como Tonel que caiu ao retardador-). E assim se decidiu o futuro do Benfica na Taça Uefa. Mais de oitenta nminutos em inferioridade.

Os espanhóis que cedo mostraram que iam tentar jogar no campo todo vê serem-lhe oferecida uma enorme prenda. Logo se percebeu que o Benfica hipotecava seriamente as suas hipóteses. Não foi preciso esperar muito pois aos 25′, De La Red à entrada da área faz um rodopio e um remate, a bola desviada por Edcarlos trai Quim e estava feito o 0-1. Passados quatro minutos Luisão tem de ser substituido por lesão, ele que regressava de ausencias por lesão (será que alguma vez esteve bom?).

Enfim, como o actual Benfica tem (quase) mais lesionados do que as camas existentes para doentes no Hospital de Faro, a dupla de centrais passou a ser composta por dois grandes craques: Edcarlos e Zoro.

Na segunda parte o Benfica aparece com boa disposição em termos de aplicaçãoi dos jogadores com Rui Costa a mostrar o seu futebol na distribuição, Sepsi a mostrar serviço e Léo justificar os motivos por que os adeptos não percebem como o Benfica não renova com ele. Porém com a inferioridade numérica é mais fácil conceder oportunidades aos adversários. Uma jogada de um para um e Hernández opta por rematar rasteiro cruzado para fazer o 0-2. Se a derrota por um em casa já era comprometedora, sofrer dois golos em casa era fatal.

A juntar a uma noite em que mais valia não sair de casa (o que muitos milhares de benfiquistas fizeram efectivamente) Edcarlos com a baliza completamente aberta ao segundo poste e sem guarda redes. lá consegue tocar na bola mas fazendo-a subir até à barra! Como é possível? Uma perdida ainda maior à do Quaresma ontem frente ao Schalke – aqui ainda havia guarda-redes -.

A entrada de Mantorras animou os adeptos e um tanto a equipa e a verdade é que o talismã do angolano deu o 1-2 com um remate de longe que originou um grande perú de Ustari. O Benfica animou e ameaçou o 2-2 ainda que também por uma vez o 1-3 não tenha estado longe.

Enfim nestes jogos a eliminar não pode haver muita margem para o erro. E o Benfica errou demais. Erros que só podem ser fruto de pouco trabalho tactico, de disciplina e de organização. Que me desculpe Camacho, a equipa revela falta de trabalho de treinador. No final do jogo questionado este sobre o que faria a Cardozo, respondeu que para já não ia dizer nada, depois se via… Sendo assim…

O pior não é de facto perder-se um jogo. O pior é que ano passado o Benfica foi elimindo pelo Español e este ano está *às poratas da eliminação por uma equipa que tem 13.000 sócios e participa pela primeira vez em provas europeias… Mais uma record negativo que o Benfica vai bater… E parece que tudo vai bem… Filipe Vieira lá há-de arranjar mais uma entrevista para falar do apito dourado.

Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Grzegorz Gilewski (Polônia)

BENFICA – Quim; Nélson, Luisão (Zoro, 29 m), Edcarlos e Léo; Katsouranis e Rui Costa; Cristian Rodriguez, Di Maria (Mantorras, 61 m) e Sepsi; Cardozo.

GETAFE – Ustari; Contra, Belenguer, Cata Diaz e Licht; Casquero; Pablo Hernandez, De la Red (Celestini, 72 m) e Granero (Mario Cotelo, 46 m); Albin e Bráulio (Manu, 60 m).

Golos: 0-1, De la Red (25 m), 0-2, Pablo Hernandez (67 m); 1-2, Mantorras (76 m).

Cartão amarelo a Bráulio, Granero, Licht, Casquero e Pablo Hernandez. Cartão vermelho a Cardozo (9 m).