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Dórdio Gomes nasceu em 26 de Julho de 1890 Julho 26, 2007

Filed under: Dórdio Gomes,pintura — looking4good @ 2:26 pm
Paisagem do Douro. Oleo sobre madeira madeira 1936
Dimensões: 51 x 61 cm Local: Centro de Arte Moderna (Lisboa)
Autor: Simão César Dórdio Gomes (1890-1976)

Simão César Dordio Gomes, nasceu em Arraiolos, a 26 de Julho de 1890. Estuda na Escola de Belas-Artes de Lisboa, a partir dos 12 anos, tendo como mestres Luciano Freire e de modo mais marcante Veloso Salgado. Em 1910 venceu o concurso para estudos no estrangeiro (legado Valmor) e parte para Paris onde trabalha na Académie Julien (atelier Jean-Paul Laurens). Regressou a Portugal onde viveu no Alentejo entre 1912 e 1920. Regressou a Paris de novo bolseiro em 1921 onde se estabeleceu até 1926; esta última estadia permitiu-lhe conhecer outros países (Suíça, a Bélgica, a Holanda e a Espanha) e é decisiva na sua obra, imprimindo-lhe um cunho moderno. É desta altura que data uma das suas obras mais célebres, presente na colecção do Museu Soares dos Reis no Porto: Casas de Malakoff.

Em 1922 participa no Salon d’Áutomne de Paris e ganha uma medalha de ouro na Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Em 1923 participa na Exposição dos 5 “Independentes” com Henrique Franco, Alfredo Miguéis, Francisco Franco e Diogo de Macedo. A exposição abana o meio artístico, sendo considerada «a primeira manifestação modernista dos anos 20».

É professor da Escola de Belas-Artes do Porto, entre 1933 e 1960: determinante para a renovação do ensino, formando uma geração de artistas modernos que se destacam nas décadas seguintes. A vinda para o Porto, marca uma nova fase na sua obra: abandona a luminosidade agressiva e contrastante, com que pintava a paisagem alentejana (viveu seis anos no Alentejo, quando regressou de Paris), e utiliza uma outra, mais suave, difusa, com que expressa o Rio Douro (o seu tema predilecto).

Participa na Exposição Internacional de Paris, em 1937, onde recebeu a medalha de ouro, e na Exposição Internacional de Nova Iorque em 1938.

Entre muitas outras exposições em que participou no país e no estrangeiro, destacam-se as Bienais de Veneza, em 1950, e de S. Paulo, em 1951, 53 e 55. Recebe os prémios Columbano, António Carneiro e o da I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e Nacional de Arte (1ºprémio).

Em 1958 participa na Exposição Internacional de Bruxelas e em 1960 abandona a ESBAP por ter atingido o limite de idade.

Faleceu a 22 de Julho de 1976 na cidade do Porto.

Casas de Malakoff – Óleo sobre Tela, Dimensão 534 x 652 mm
Museu Nacional Soares dos Reis

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Dórdio Gomes nasceu em 26 de Julho de 1890

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Paisagem do Douro. Oleo sobre madeira madeira 1936
Dimensões: 51 x 61 cm Local: Centro de Arte Moderna (Lisboa)
Autor: Simão César Dórdio Gomes (1890-1976)

Simão César Dordio Gomes, nasceu em Arraiolos, a 26 de Julho de 1890. Estuda na Escola de Belas-Artes de Lisboa, a partir dos 12 anos, tendo como mestres Luciano Freire e de modo mais marcante Veloso Salgado. Em 1910 venceu o concurso para estudos no estrangeiro (legado Valmor) e parte para Paris onde trabalha na Académie Julien (atelier Jean-Paul Laurens). Regressou a Portugal onde viveu no Alentejo entre 1912 e 1920. Regressou a Paris de novo bolseiro em 1921 onde se estabeleceu até 1926; esta última estadia permitiu-lhe conhecer outros países (Suíça, a Bélgica, a Holanda e a Espanha) e é decisiva na sua obra, imprimindo-lhe um cunho moderno. É desta altura que data uma das suas obras mais célebres, presente na colecção do Museu Soares dos Reis no Porto: Casas de Malakoff.

Em 1922 participa no Salon d’Áutomne de Paris e ganha uma medalha de ouro na Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Em 1923 participa na Exposição dos 5 “Independentes” com Henrique Franco, Alfredo Miguéis, Francisco Franco e Diogo de Macedo. A exposição abana o meio artístico, sendo considerada «a primeira manifestação modernista dos anos 20».

É professor da Escola de Belas-Artes do Porto, entre 1933 e 1960: determinante para a renovação do ensino, formando uma geração de artistas modernos que se destacam nas décadas seguintes. A vinda para o Porto, marca uma nova fase na sua obra: abandona a luminosidade agressiva e contrastante, com que pintava a paisagem alentejana (viveu seis anos no Alentejo, quando regressou de Paris), e utiliza uma outra, mais suave, difusa, com que expressa o Rio Douro (o seu tema predilecto).

Participa na Exposição Internacional de Paris, em 1937, onde recebeu a medalha de ouro, e na Exposição Internacional de Nova Iorque em 1938.

Entre muitas outras exposições em que participou no país e no estrangeiro, destacam-se as Bienais de Veneza, em 1950, e de S. Paulo, em 1951, 53 e 55. Recebe os prémios Columbano, António Carneiro e o da I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e Nacional de Arte (1ºprémio).

Em 1958 participa na Exposição Internacional de Bruxelas e em 1960 abandona a ESBAP por ter atingido o limite de idade.

Faleceu a 22 de Julho de 1976 na cidade do Porto.

Casas de Malakoff – Óleo sobre Tela, Dimensão 534 x 652 mm
Museu Nacional Soares dos Reis

 

Dórdio Gomes nasceu em 26 de Julho de 1890

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Paisagem do Douro. Oleo sobre madeira madeira 1936
Dimensões: 51 x 61 cm Local: Centro de Arte Moderna (Lisboa)
Autor: Simão César Dórdio Gomes (1890-1976)

Simão César Dordio Gomes, nasceu em Arraiolos, a 26 de Julho de 1890. Estuda na Escola de Belas-Artes de Lisboa, a partir dos 12 anos, tendo como mestres Luciano Freire e de modo mais marcante Veloso Salgado. Em 1910 venceu o concurso para estudos no estrangeiro (legado Valmor) e parte para Paris onde trabalha na Académie Julien (atelier Jean-Paul Laurens). Regressou a Portugal onde viveu no Alentejo entre 1912 e 1920. Regressou a Paris de novo bolseiro em 1921 onde se estabeleceu até 1926; esta última estadia permitiu-lhe conhecer outros países (Suíça, a Bélgica, a Holanda e a Espanha) e é decisiva na sua obra, imprimindo-lhe um cunho moderno. É desta altura que data uma das suas obras mais célebres, presente na colecção do Museu Soares dos Reis no Porto: Casas de Malakoff.

Em 1922 participa no Salon d’Áutomne de Paris e ganha uma medalha de ouro na Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Em 1923 participa na Exposição dos 5 “Independentes” com Henrique Franco, Alfredo Miguéis, Francisco Franco e Diogo de Macedo. A exposição abana o meio artístico, sendo considerada «a primeira manifestação modernista dos anos 20».

É professor da Escola de Belas-Artes do Porto, entre 1933 e 1960: determinante para a renovação do ensino, formando uma geração de artistas modernos que se destacam nas décadas seguintes. A vinda para o Porto, marca uma nova fase na sua obra: abandona a luminosidade agressiva e contrastante, com que pintava a paisagem alentejana (viveu seis anos no Alentejo, quando regressou de Paris), e utiliza uma outra, mais suave, difusa, com que expressa o Rio Douro (o seu tema predilecto).

Participa na Exposição Internacional de Paris, em 1937, onde recebeu a medalha de ouro, e na Exposição Internacional de Nova Iorque em 1938.

Entre muitas outras exposições em que participou no país e no estrangeiro, destacam-se as Bienais de Veneza, em 1950, e de S. Paulo, em 1951, 53 e 55. Recebe os prémios Columbano, António Carneiro e o da I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e Nacional de Arte (1ºprémio).

Em 1958 participa na Exposição Internacional de Bruxelas e em 1960 abandona a ESBAP por ter atingido o limite de idade.

Faleceu a 22 de Julho de 1976 na cidade do Porto.

Casas de Malakoff – Óleo sobre Tela, Dimensão 534 x 652 mm
Museu Nacional Soares dos Reis

 

Dórdio Gomes nasceu em 26 de Julho de 1890

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Paisagem do Douro. Oleo sobre madeira madeira 1936
Dimensões: 51 x 61 cm Local: Centro de Arte Moderna (Lisboa)
Autor: Simão César Dórdio Gomes (1890-1976)

Simão César Dordio Gomes, nasceu em Arraiolos, a 26 de Julho de 1890. Estuda na Escola de Belas-Artes de Lisboa, a partir dos 12 anos, tendo como mestres Luciano Freire e de modo mais marcante Veloso Salgado. Em 1910 venceu o concurso para estudos no estrangeiro (legado Valmor) e parte para Paris onde trabalha na Académie Julien (atelier Jean-Paul Laurens). Regressou a Portugal onde viveu no Alentejo entre 1912 e 1920. Regressou a Paris de novo bolseiro em 1921 onde se estabeleceu até 1926; esta última estadia permitiu-lhe conhecer outros países (Suíça, a Bélgica, a Holanda e a Espanha) e é decisiva na sua obra, imprimindo-lhe um cunho moderno. É desta altura que data uma das suas obras mais célebres, presente na colecção do Museu Soares dos Reis no Porto: Casas de Malakoff.

Em 1922 participa no Salon d’Áutomne de Paris e ganha uma medalha de ouro na Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Em 1923 participa na Exposição dos 5 “Independentes” com Henrique Franco, Alfredo Miguéis, Francisco Franco e Diogo de Macedo. A exposição abana o meio artístico, sendo considerada «a primeira manifestação modernista dos anos 20».

É professor da Escola de Belas-Artes do Porto, entre 1933 e 1960: determinante para a renovação do ensino, formando uma geração de artistas modernos que se destacam nas décadas seguintes. A vinda para o Porto, marca uma nova fase na sua obra: abandona a luminosidade agressiva e contrastante, com que pintava a paisagem alentejana (viveu seis anos no Alentejo, quando regressou de Paris), e utiliza uma outra, mais suave, difusa, com que expressa o Rio Douro (o seu tema predilecto).

Participa na Exposição Internacional de Paris, em 1937, onde recebeu a medalha de ouro, e na Exposição Internacional de Nova Iorque em 1938.

Entre muitas outras exposições em que participou no país e no estrangeiro, destacam-se as Bienais de Veneza, em 1950, e de S. Paulo, em 1951, 53 e 55. Recebe os prémios Columbano, António Carneiro e o da I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e Nacional de Arte (1ºprémio).

Em 1958 participa na Exposição Internacional de Bruxelas e em 1960 abandona a ESBAP por ter atingido o limite de idade.

Faleceu a 22 de Julho de 1976 na cidade do Porto.

Casas de Malakoff – Óleo sobre Tela, Dimensão 534 x 652 mm
Museu Nacional Soares dos Reis