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On this day in History – May 18 Maio 17, 2009

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 11:58 pm
 

Liga Sagres: Quase tudo decidido

Filed under: Futebol,Liga Sagres — looking4good @ 8:48 pm

Resultados da 29ª. Jornada (penúltima)
16 Mai 19:45 Belenenses 1-0 Rio Ave
16 Mai 19:45 Académica 3-1 Naval 1º. de Maio
16 Mai 19:45 Trofense 1-4 FC Porto
16 Mai 19:45 Estrela da Amadora 1-0 Vitória de Guimarães
16 Mai 19:45 Marítimo 1-2 Sporting
16Mai 19:45 Vitória de Setúbal 0-1 Leixões
17 Mai 19:00 Braga 1-3 Benfica
17 Mai19:00 Nacional 1-0 Paços de Ferreira

Comentários: Os três grandes ganharam todos jogando fora e demonstram porque se chamam os três grandes e se distinguem em termos de capacidade ainda das demais equipas. De pouco serviu o empate do Trofense na Luz na passada semana porque, não obstante até ter conseguido a primeira oportunidade de golo, acabou baqueando claramente pela maior eficácia da equipa titular do tetra-campeonato. Dois golos de Lisandro e outros tantos de Farias deram expressão ao triunfo portista tendo Hugo Leal reduzido.

O Sporting também foi ganhar ao Marítimo com Liedson em destaque. Com a equipa dos leões reduzida a dez e o Marítimo em busca do empate o avançado leoinino maius uma vez resolveu até porque já tinha dsido ele que inaugurara o marcador. Olderban reduziu perto do final.

Em Braga mais do que o 3º. lugar (o Benfica mesmo que perdesse tinha-o à sua disposição na última jornada) estava em destaque o confronto Jorge de Jesus-Quique. Pois o treinador espanhol acabou vitorioso. A escolha de Moreira para a baliza e as opção de Jorge de Jesus de deixar Luís Carlos fora do onze titular deu melhores resultados para os encarnados de Lisboa. As falhas da defesa bracarense e a eficácia do Benfica deu uma vitória com uma facilidade que não estaria nos planos da maior parte dos adeptos do futebol. Note-se que o golo do Braga surgiu ao minuto 90 e aos 47′ o resultado já era de 0-3.

Para além destes triunfos fora dos três grandes houve uma quarta equipa a ganhar fora: o Leixões foi vencer a Setúbal e deixar os sadinos em muito maus lençóis. Têm apenas um ponto de avanço sobre o Belenenses que na estreia de Rui Jorge e perto da condenação sobreviveu à custa de um golo marcado por Wender a dois minutos do fim derrotando o Rio Ave.

A Naval começou por estar a ganhar em Coimbra mas acabou derrotada por 3-1, todavia, satisfeita com os desfechos da Trofa e de Setúbal que lhe garantiram a permanência. Os conimbricenses subiram aopsétimo lugar e fizeram um excelente campeoinato sob o comando de Domingos que está de saída em busca de um projecto mais ambicioso – qual?

O Estrela da Amadora venceu um desolador Vitória de Guimarães. A equipa vimaranense que começara mal o campeonato encetou uma recuperação mas na parte final do campeonato voltou a cair constituindo uma das maiores desilusões da época situando-se em 9º. lugar na tabela classificativa. Já os homens da Amadora que passaram uma época cheia de problemas e sobressaltos em por falta de pagamento dos vencimentos, passaram sempre por uma posdição na tabela com alguma folga sobre os últimos lugares.

Já hoje o Nacional pode ter praticamente garantido o 4º. lugar porque não é crível que o Porto perca em casa no jogo de mais um festejo do título frente ao Braga.

Para a última jornada fica ainda a decisão das equipas que descem. O Trofense só se salva se for ganhar a Paços de Ferreira, e Belenenses e Setúbal não ganhem. Um empate para o Setúbal na Figueiora da Foz não chega para se salvar se o Trofense for ganhar a Paços de Ferreira porque a
equipa da Trofa ten vantagem se acabar empatada com os sadinos. O Belenenses ainda respira mas tem de ganhar na Luz. Um empate não chega mesmo que o Setúbal perca, porque neste caso são os sadinos que têm vantagem perante o Belenenses em igualdade de pontos.

O Rio Ave teoricamente ainda pode ser incomodado mas para isso era necessário uma conjugação de resultados muito pouco provável (Belenenses e Setúbal ambos ganharem e Rio Ave perder).


Classificação

Lugar Clube Pontos Golos
1. FC Porto 66 56-16
2. Sporting 60 40-18
3. Benfica 53 48-30
4. Nacional 49 45-29
5. Braga (*) 46 31-17
6. Leixões 39 28-31
7. Marítimo 37 34-33
8. Académica 36 23-28
9. Vitória de Guimarães 35 29-33
10. Paços de Ferreira 31 36-41
11. Estrela da Amadora 31 24-36
12. Naval 1º. de Maio 28 22-34
13. Rio Ave 27 18-33
14. Vitória de Setúbal 25 19-43
15. Trofense 23 24-37
16. Belenenses 21 26-44

(*) Belenenses e Braga têm menos um jogo defrontando-se amanhã no Restelo para completar a 28ª. Jornada

Próxima Jornada – 30ª (última)
Benfica Belenenses
FC Porto Braga
Paços de Ferreira Trofense
Sporting Nacional
Leixões Marítimo
Naval 1º. de Maio Vitória de Setúbal
Vitória de Guimarães Académica
Rio Ave Estrela da Amadora

 

Benfica vence em Braga e garante o 3′. lugar

Filed under: Benfica,Braga,Futebol,Liga Sagres — looking4good @ 8:30 pm
Braga logoBenfica logoBraga

1-3

Benfica

Quique melhor do que Jesus …

Em jogo que servia para muito pouco as equipas exibiram-se com muito empenho e mostraram um futebol interessante, vivo e disputado na primeira parte.

Porém o Benfica cedo ganhou vantagem com Cardozo a chegar primeiro a uma solicitação de Karagounis do que o guarda-redes do Braga e a marcar de cabeça aos 7′. Passado cinco minutos uma lesão de David Luís obrigou-o a sair do jogo tendo entrado Urreta. Uma falha clamorosa de Eduardo ao atirar a bola contra o avançado argentino do Benfica, Di Maria, deu a este a oportunidade de fazer o segundo golo e este não se fez rogado. Parece sina que os guarda-redes portugueses quando sao chamados à selecçao nacional passam a dar frangos e isto tem acontecido invariavelmente.

Com 2-0 o Benfica jogava tranquilo e respondia com conta-ataques ao jogo de mais posse de bola bracarense.

Na segunda parte Jorge de Jesus fez alterações na equipa mas logo aos 2′ uma perda de bola na defensiva bracarense foi excelentemente aproveitada pelo uruguaio Urreta que fez um excelente golo ao passar por João Pereira e a concluir cruzado ao segundo poste- o primeiro na Liga ao serviço do Benfica – resolvendo definitivamente o jogo ainde cedo.

Aos 54′ uma sensacional jogada de Paulo César, que roubou a bola a Ruben Amorim e fez todo o meio-campo adversário, passando por toda a gente, foi mal concluída com remate ao lado, quando o golo parecia inevitável.

Depois foi surgindo Arur Soares da Silva como protagonista. Diferença de criterios em prejuizo do Benfica deixando passar uma falta grave de Luis Carlos sobre Katsouranis sem sanção disciplinar para passados minutos (e a pedido) mostrar o segundo amarelo a Yebda, que entrara para substiuir o grego, numa falta banal.

Perto do fim assinalou penalty de Miguel Víitor sobre Alan que Luís Carlos concretizou, estabelecendo o resultadoi final mas ainda teve tempo para deixar passar falta sobre Reyes também agarrado o que fez com que Quique não se contivesse, protestando com o 4º árbitro , e acabando expulso.

Vitória tranquila dos encarnados que mesmo nos jogos sem interesse e que ganham sem díuvidas são (claramente) prejudicados pelos árbitros.

Este resultado é que complica a vida a Luís Filipe Vieira porque se o objectivo era contratar Jorge de Jesus como é que ele justifica isso depois de Quique ter ganho claramente?

O Nacional venceu o Paços de Ferreira por 1-0 e tem o 4º. lugar à sua diusposição enquanto o Benfica garantiu o terceiro posto final.

Braga: Eduardo; João Pereira, Frechaut, André Leone e Evaldo; Mossoró (Luís Aguiar, 46), Alan, César Peixoto (Matheus, 60) e Filipe Oliveira (Rodriguez, 46); Paulo César, e Renteria

Suplentes Mário Felgueiras, Rodriguez, Dani, José Manuel, Luís Aguiar Edimar e Matheus

Benfica: Moreira; Maxi Pereira, Miguel, Sidnei e David Luiz (Urreta, 11) , Katsouranis (Yebda, 55) e Ruben Amorim; Jorge Ribeiro, Di Maria (Carlos Martins, 69) e Reyes; Cardozo

Suplentes: Quim, Carlos Martins, Urreta Balboa, Yebda e Mantorras

Golos: 0-1, Cardozo (7); 0-2 Di Maria (12); 0-3 Urreta (46); 1-3 Luís Aguiar (89, gp)

Disciplina: cartão amarelo, Reyes, Mossoró, João Pereira, Filipe Oliveira, Ruben Amorim, Yebda e vermelho por acumulação de amarelos a Yebda

 

A Palavra Carlos Pena Filho

Filed under: Carlos Pena Filho,poesia — looking4good @ 6:02 pm

Navegador de bruma e de incerteza,
Humilde me convoco e visto audácia
E te procuro em mares de silêncio
Onde, precisa e límpida, resides.

Frágil, sempre me perco, pois retenho
Em minhas mãos desconcertados rumos
E vagos instrumentos de procura
Que, de longínquos, pouco me auxiliam.

Por ver que és claridade e superfície,
Desprendo-me do ouro do meu sangue
E da ferrugem simples dos meus ossos,
E te aguardo com loucos estandartes
Coloridos por festas e batalhas.

Aí, reúno a argúcia dos meus dedos
E a precisão astuta dos meus olhos
E fabrico estas rosas de alumínio
Que, por serem metal, negam-se flores
Mas, por não serem rosas, são mais belas
Por conta do artifício que as inventa.

Às vezes permaneces insolúvel
Além da chuva que reveste o tempo
E que alimenta o musgo das paredes
Onde, serena e lúcida, te inscreves.

Inútil procurar-te neste instante,
Pois muito mais que um peixe és arredia
Em cardumes escapas pelos dedos
Deixando apenas uma promessa leve
De que a manhã não tarda e que na vida
Vale mais o sabor de reconquista.

Então, te vejo como sempre foste,
Além de peixe e mais que saltimbanco,
Forma imprecisa que ninguém distingue
Mas que a tudo resiste e se apresenta
Tanto mais pura quanto mais esquiva.

De longe, olho teu sonho inusitado
E dividido em faces, mais te cerco
E se não te domino então contemplo
Teus pés de visgo, tua vogal de espuma,
E sei que és mais que astúcia e movimento,
Aérea estátua de silêncio e bruma.

Carlos Souto Pena [Carlos Pena Filho] (n. no Recife a 17 de Maio de 1929; m. Recife, 1 de Jul de 1960)

Ler do mesmo autor neste blog> Para Fazer Um Soneto

 

17 Maio – Cinquentenário do Cristo Rei

Filed under: efemerides — looking4good @ 12:34 am
Cristo ReiCristo Rei em Almada By danielcoimbra

«Em 1934 ao passar pelo Rio de Janeiro, o então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel G. Cerejeira, ao ver a imponente imagem de Cristo Redentor do Corcovado, nasce no seu coração o desejo de construir semelhante obra frente a Lisboa. Em 1936 esta ideia é transmitida ao “Apostolado de Oração”, o qual a acolhe entusiasticamente. Para ser Nacional, o Monumento precisava de aprovação e cooperação de todos os Bispos Portugueses. Tal sensibilização aos Bispos é conseguida, sendo proclamada oficialmente na Pastoral Colectiva da Quaresma de 1937.

A 17 de Maio de 1959 (Dia de Pentecostes) perante a imagem de Nª Srª de Fátima, com a participação de todo o Episcopado Português, os Cardeais do Rio de Janeiro e de Lourenço Marques (Maputo), autoridades civis e 300 mil pessoas, inaugurou-se o Monumento. Sua Santidade o Papa João XXIII fez-se presente por Rádio-Mensagem. Nas palavras do Cardeal Cerejeira: “Este será sempre um sinal de Gratidão Nacional pelo dom da Paz”.

A imagem de Cristo Rei é da autoria de Mestre Francisco Franco e a imagem de Nossa Senhora da Paz, que se encontra na Capela do Monumento, é de Mestre Leopoldo de Almeida. O projecto tem como autores o Sr. Arquitecto António Lino e o Sr.Engenheiro D.Francisco de Mello e Castro» ( Extracto da informação retirada daqui)