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Luz verde para o Porto campeão Fevereiro 21, 2009

Filed under: FC Porto,Futebol,Sporting — looking4good @ 9:54 pm

Sporting logoBenfica logo

Sporting

3-2

Benfica

Segunda parte superior deu triunfo aos «leões»

Quique quiz repetir o «casting» do jogo do Dragão mas a peça era outra. O Sporting prevenido fazendo pressão logo por parte dos avançados sobre a defesa encarnada soube explorar as fraquezas defensivas do lado esquerdo do Benfica – um pesadelo para David Luís que esteve envolvido nos três golos sofridos -. Uma falha do jovem defesa esquerdo adaptado do Benfica ao perder uma bola que tinha à sua disposição, deu um pontapé de canto em que o corte de Aimar foi parar ao lado direito do ataque do Sporting onde num pontapé enroscado Liedson (quem é que podia ser?) inaugurou o marcador.

A tactica do Benfica tinha que se alterar. Averdade é que os encarnados acabaram por reagir bem ao golo do Sporting e dispuseram na primeira parte duas ocasiões para marcar. Num canto Yebda fez a bola beijar o poste esquerdo da baliza de Nélson e numa avançada rápida conduzida por Aimar este deu para Reyes do lado direito que assistiu Yebda no coração da área para o médio francês falhar o empate.

Numa bola dominada Polga deu um toque a mais permitiu a interposição de Suazo que ganhou posição e depois o contacto para um penalty que Reyes não falhou ainda que atirasse pelo meio da baliza e sem grande força. O resultdo estava correcto face ao jogo produzido.

Ainda na primeira parte Maxi desviou com um braço um remate dum jogador leonino num lance em que os meios técnicos se usados concluiriam pela marcação de penalty sem margem para dúvidas…

Na segunda parte o Sporting entrou a todo o gás com o Benfica «acobardado» na defesa. Primeiro um livre perigoso que acabou na barreira, depois um lançamento de Polga para Derlei se interpor entre os centrais encarnados, David Luís o último homem também a não conseguir o corte e Derlei que entrara por indisponibilidade física de Postiga, ainda na primeira parte, a dar avanço de novo para a equipa da casa. Após este golo o Sporting empolgou-se e o Benfica não soube contestar a superioridade da equipa visitada. O 3-1 esteve próximo quando Pereirinha atirou à barra depois de mais um lance em que David Luís se embrulha com a bola em vez de afastar decisivamente.

As substituições de Quique já não funcionaram porque a equipa não tinha o poder de controlar a bola no meio campo. Noutro lance pelo lado direito do ataque do Sporting, David Luís e Sidnei batidos por Pereirinha que cruzou para um golo de cabeça de Liedson, com Moreira a não ficar muito bem na fotografia.

No minuto 90 o Benfica amenizou a derrota por Cardozo em remate de cabeça após cruzamento da esquerda de Maxi Pereira. Muito mais frutos de Cardozo do que de Suazo, mas há treinadores teimosos… apesar das evidências.

A arbitragem de Benquerença teve muitas falhas com queixas de ambas as equipas. Na primeira parte Maxi fez penalty. Em termos disciplinares já é o Benfica que se pode queixar mais. Liedson por três vezes fez das suas e acabou sem amarelo. No final do jogo Derlei merecia vermelho directo por falta por trás sobre Luizão e nem amarelo (que também seria o segundo) viu.

O Porto tem a estrada aberta e agora sinal verde para o título … e na «verdade Pedro Proença (o mesmo que ano passado abriu a portagem aos dragões no jogo com o Sporting a marcar um livre indirecto por passe para o guarda-redes… que só ele viu) voltou a ter este ano papel importante. Em vez de 4 pontos que os dragões tem de avanço teriam apenas um… Mas não foi só nesse jogo…não. Mas para a semana ainda há um Porto-Sporting…

Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Olegário Benquerença (AF Leiria)

Sporting: Tiago; Pedro Silva, Daniel Carriço, Polga e Grimi; Rochemback, Izmailov (Tonel, 90+1), João Moutinho e Vukcevic (Pereirinha, 74); Liedson e Hélder Postiga (Derlei, 26)

Suplentes não utilizados: Ricardo Baptista, Caneira, Romagnoli e Yannick

Benfica: Moreira; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e David Luiz; Rúben Amorim (Nuno Gomes, 79), Katsouranis, Yebda (Di María, 58) e Reyes; David Suazo (Cardozo, 65) e Aimar
Suplentes não utilizados: Quim, Miguel Vítor, Binya e Carlos Martins

Marcadores: 1-0, Liedson (11); 1-1, Reyes (37 g.p.); 2-1, Derlei (47); 3-1, Liedson (82); 3-2, Cardozo (90)

Ao intervalo: 1-1

Resultado final: 3-2

Disciplina: Cartão amarelo para Yebda (5), Polga (36), Aimar (44), Derlei (48) Rúben Amorim (61), Rochemback (66), Reyes (76) e Sidnei (77)

 

Luz verde para o Porto campeão

Filed under: FC Porto,Futebol,Sporting — looking4good @ 9:54 pm

Sporting logoBenfica logo

Sporting

3-2

Benfica

Segunda parte superior deu triunfo aos «leões»

Quique quiz repetir o «casting» do jogo do Dragão mas a peça era outra. O Sporting prevenido fazendo pressão logo por parte dos avançados sobre a defesa encarnada soube explorar as fraquezas defensivas do lado esquerdo do Benfica – um pesadelo para David Luís que esteve envolvido nos três golos sofridos -. Uma falha do jovem defesa esquerdo adaptado do Benfica ao perder uma bola que tinha à sua disposição, deu um pontapé de canto em que o corte de Aimar foi parar ao lado direito do ataque do Sporting onde num pontapé enroscado Liedson (quem é que podia ser?) inaugurou o marcador.

A tactica do Benfica tinha que se alterar. Averdade é que os encarnados acabaram por reagir bem ao golo do Sporting e dispuseram na primeira parte duas ocasiões para marcar. Num canto Yebda fez a bola beijar o poste esquerdo da baliza de Nélson e numa avançada rápida conduzida por Aimar este deu para Reyes do lado direito que assistiu Yebda no coração da área para o médio francês falhar o empate.

Numa bola dominada Polga deu um toque a mais permitiu a interposição de Suazo que ganhou posição e depois o contacto para um penalty que Reyes não falhou ainda que atirasse pelo meio da baliza e sem grande força. O resultdo estava correcto face ao jogo produzido.

Ainda na primeira parte Maxi desviou com um braço um remate dum jogador leonino num lance em que os meios técnicos se usados concluiriam pela marcação de penalty sem margem para dúvidas…

Na segunda parte o Sporting entrou a todo o gás com o Benfica «acobardado» na defesa. Primeiro um livre perigoso que acabou na barreira, depois um lançamento de Polga para Derlei se interpor entre os centrais encarnados, David Luís o último homem também a não conseguir o corte e Derlei que entrara por indisponibilidade física de Postiga, ainda na primeira parte, a dar avanço de novo para a equipa da casa. Após este golo o Sporting empolgou-se e o Benfica não soube contestar a superioridade da equipa visitada. O 3-1 esteve próximo quando Pereirinha atirou à barra depois de mais um lance em que David Luís se embrulha com a bola em vez de afastar decisivamente.

As substituições de Quique já não funcionaram porque a equipa não tinha o poder de controlar a bola no meio campo. Noutro lance pelo lado direito do ataque do Sporting, David Luís e Sidnei batidos por Pereirinha que cruzou para um golo de cabeça de Liedson, com Moreira a não ficar muito bem na fotografia.

No minuto 90 o Benfica amenizou a derrota por Cardozo em remate de cabeça após cruzamento da esquerda de Maxi Pereira. Muito mais frutos de Cardozo do que de Suazo, mas há treinadores teimosos… apesar das evidências.

A arbitragem de Benquerença teve muitas falhas com queixas de ambas as equipas. Na primeira parte Maxi fez penalty. Em termos disciplinares já é o Benfica que se pode queixar mais. Liedson por três vezes fez das suas e acabou sem amarelo. No final do jogo Derlei merecia vermelho directo por falta por trás sobre Luizão e nem amarelo (que também seria o segundo) viu.

O Porto tem a estrada aberta e agora sinal verde para o título … e na «verdade Pedro Proença (o mesmo que ano passado abriu a portagem aos dragões no jogo com o Sporting a marcar um livre indirecto por passe para o guarda-redes… que só ele viu) voltou a ter este ano papel importante. Em vez de 4 pontos que os dragões tem de avanço teriam apenas um… Mas não foi só nesse jogo…não. Mas para a semana ainda há um Porto-Sporting…

Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Olegário Benquerença (AF Leiria)

Sporting: Tiago; Pedro Silva, Daniel Carriço, Polga e Grimi; Rochemback, Izmailov (Tonel, 90+1), João Moutinho e Vukcevic (Pereirinha, 74); Liedson e Hélder Postiga (Derlei, 26)

Suplentes não utilizados: Ricardo Baptista, Caneira, Romagnoli e Yannick

Benfica: Moreira; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e David Luiz; Rúben Amorim (Nuno Gomes, 79), Katsouranis, Yebda (Di María, 58) e Reyes; David Suazo (Cardozo, 65) e Aimar
Suplentes não utilizados: Quim, Miguel Vítor, Binya e Carlos Martins

Marcadores: 1-0, Liedson (11); 1-1, Reyes (37 g.p.); 2-1, Derlei (47); 3-1, Liedson (82); 3-2, Cardozo (90)

Ao intervalo: 1-1

Resultado final: 3-2

Disciplina: Cartão amarelo para Yebda (5), Polga (36), Aimar (44), Derlei (48) Rúben Amorim (61), Rochemback (66), Reyes (76) e Sidnei (77)

 

Refugee Blues – W. H. Auden

Filed under: poetry,W. H. Auden — looking4good @ 1:50 am

Say this city has ten million souls,
Some are living in mansions, some are living in holes:
Yet there’s no place for us, my dear, yet there’s no place for us.

Once we had a country and we thought it fair,
Look in the atlas and you’ll find it there:
We cannot go there now, my dear, we cannot go there now.

In the village churchyard there grows an old yew,
Every spring it blossoms anew:
Old passports can’t do that, my dear, old passports can’t do that.

The consul banged the table and said,
“If you’ve got no passport you’re officially dead”:
But we are still alive, my dear, but we are still alive.

Went to a committee; they offered me a chair;
Asked me politely to return next year:
But where shall we go to-day, my dear, but where shall we go to-day?

Came to a public meeting; the speaker got up and said;
“If we let them in, they will steal our daily bread”:
He was talking of you and me, my dear, he was talking of you and me.

Thought I heard the thunder rumbling in the sky;
It was Hitler over Europe, saying, “They must die”:
O we were in his mind, my dear, O we were in his mind.

Saw a poodle in a jacket fastened with a pin,
Saw a door opened and a cat let in:
But they weren’t German Jews, my dear, but they weren’t German Jews.

Went down the harbour and stood upon the quay,
Saw the fish swimming as if they were free:
Only ten feet away, my dear, only ten feet away.

Walked through a wood, saw the birds in the trees;
They had no politicians and sang at their ease:
They weren’t the human race, my dear, they weren’t the human race.

Dreamed I saw a building with a thousand floors,
A thousand windows and a thousand doors:
Not one of them was ours, my dear, not one of them was ours.

Stood on a great plain in the falling snow;
Ten thousand soldiers marched to and fro:
Looking for you and me, my dear, looking for you and me.

Wystan Hugh Auden (b. 21 February 1907 in York, England – d. 29 September 1973 in Vienna, Austria)

Translated In Portuguese

 

Canção – W. H. Auden

Filed under: poesia,W. H. Auden — looking4good @ 1:41 am

Dizem que esta cidade tem dez milhões de almas
Umas vivem em palácios, outras em mansardas;
contudo não há lugar para nós, minha querida, não há lugar para nós.

Uma vez tivemos uma pátria e julgávamos que era bela.
Olha para o mapa e lá a encontrarás;
mas não poderemos regressar tão cedo, minha querida, não podere-
mos regressar tão cedo.

O cônsul deu um murro na mesa e disse:
se não têm passaportes estão oficialmente mortos;
mas nós ainda estamos vivos, minha querida, ainda estamos vivos.

Lá em baixo no adro um velho teixo
todas as primaveras floresce de novo:
e os velhos passaportes não florescem, minha querida, os velhos
passaportes não florescem.

Fui a um comissariado e ofereceram-me uma cadeira.
disseram polidamente para voltar no ano seguinte:
mas onde iremos agora, minha querida, onde iremos agora?

Fui a um comício público; o orador levantou-se e disse:
se os deixarmos cá dentro, roubar-nos-ão o pão de cada dia;
estava a falar de mim e de ti, minha querida, a falar de mim e de ti.

Ouves um ruído como um trovão roncando no céu?
É Hitler sobre a Europa dizendo: «Eles têm de morrer!»
Nós estávamos no Seu pensamento, minha querida, estávamos no
Seu pensamento.

Vi um cão de luxo de jaqueta apertada com um alfinete
vi uma porta aberta e um gato entrando;
mas não eram judeus alemães, minha querida, não ale-
mães.

Desci ao porto e parei no cais
vi os peixes a nadar. Como são livres!
a dez pés de distância, minha querida, só a dez pés distância

Passeei pelo bosque; há pássaros nas árvores,
não têm políticos e cantam livremente.
Não são da raça humana, minha querida, não são da raça humana

Sonhei que vira um edifício com mil andares
mil janelas e mil portas;
nenhuma delas era nossa, minha querida, nenhuma

Corri à estação para apanhar o expresso,
pedi dois bilhetes para a Felicidade;
mas todas as carruagens estavam cheias, minha querida, todas as
carruagens estavam cheias.

Fui parar a uma grande planície, no meio da neve a cair
dez mil soldados marchavam de um lado para o outro
olhando para mim e para ti, minha querida, olhando para mim e
para ti.

Trad. Jorge Emílio in Rosa Do Mundo 2001 Poemas Para o Futuro, Assírio & Alvim

Wystan Hugh Auden (n. 21 February 1907 – m. 29 September 1973)

 

Happy birthday – Jennifer Love Hewitt

Filed under: celebrities,Jennifer Love Hewitt,wallpapers — looking4good @ 1:06 am

Jennifer Love Hewitt

 

On this day in History – Feb. 21

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 12:57 am
 

On this day in History – Feb. 21

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 12:57 am