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Taça da Liga – Final entre as equipas da Segunda Circular de Lisboa Fevereiro 4, 2009

Filed under: Benfica,Taça da Liga,Vitória de Guimarães — looking4good @ 11:18 pm
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2 – 1

V. Guimarães

Só um auto-golo abriu o caminho da final…

O Benfica venceu em casa a equipa do Guimarães (que já havia derrotado em Guimarães para esta mesma prova, na fase de grupos) e marcou encontro com o Sporting vencedor, também hoje, do Porto por 4-1 virando o resultado de 0-1 com dois penalties convertidos por Romagnoli e dois golos de Derlei, aproveitando a equipa de «reservas» que os portistas optaram por apresentar em Alvalade.

Mas vamos ao jogo da Luz. O jogo foi bastante equilibrado com o Vitória a ter um futebol de mais controlo de bola no meio campo e mais articulado, enquanto o Benfica foi o que tem vindo a ser esta época: uma equipa de fogachos, sem um futebol consistente e colectivo. Dificuldades do Benfica no meio-campo mas entre os 20 e os 35 minutos da primeira parte conseguiu disfrutar de um bom conjunto de oportunidades: Cardozo em remate de cabeça (de costas para a baliza) atirou à barra após cruzamento da direita do ataque, o mesmo Cardozo falhou a emenda de cabeça a cruzamento do mesmo lado – mais fácil do que o lance anterior. Ainda Cardozo de livre atirou remate ligeiramente ao lado e em remate de longe obrigou Serginho a uma boa defesa. Cardozo (sempre ele) falharia ainda incrivelmente um golo feito ao preferir rematar muito forte mas por cima da barra uma bola que sobrou da marcação de um pontapé de canto, e com o auxiliar a assinalar um fora de jogo inexistente – ai o que seria se o avançado tivesse metido a bola na baliza?

O Vitória de Guimarães reequilibrou e voltou a entrar mais afoito na segunda parte. O jogo pareceu mais rápido durante esta fase, o Benfica a continuar a conceder bastante espaço aos jogadores visitantes e a equipa vimaranense pôs o resultado do jogo em dúvida. Cardozo volta a ser protagonista ao falhar a recepção de uma bola que lhe dava o isolamento perante o guarda-redes, o Benfica parece ceder no meio-campo até que Quique faz uma surpreendente substituição – tira Cardozo para entrar Di Maria. O Benfica fica sem ponta de lança mas os defesas centrais adversários também podem servir de avançados e marcar golos na sua própria baliza. Gregory acossado por David Luís, após canto da direita, marcou um grande golo, mas na baliza errada.

O terinador do Vitória fez entrar Roberto, substituindo Marquinho, o jogo ganhou mais desiquilibrios era tempo de arriscar, o Benfica tinha mais espaço para os contra-ataques, num deles dois encarnados aparecem isolados por um passe de Katsouranis, Aimar marcou (o seu primeiro golo pelo Benfica) e resolveu o jogo. Aproveitando um corte deficiente de Maxi Pereira, Roberto fez um remate cruzado que Quim ainda desvia com a bola a bater no poste e na recarga um remate cruzado agora da esquerda para a direira rasteiro de Desmarets, reduziu para 1-2 quando se estava a chegar ao minuto 90. A verdade é que nos 4 minutos de desconto ainda deu para se ver Reyes completamente isolado a querer fazer um chapéu (que falhou) quando tinha tudo para fazer o 1-3 e na jogada imediata foi o 2-2 que esteve iminente mas o remate de Carlitos saiu por cima da barra.

A arbitragem de Soares Dias foi razoável e os jogadores não lhe deram muitos probemas. No segundo golo surgiram dúvidas sobre a posição de dois jogadores encarnados, mas as repetições demonstram que ambos estavam em posição legal.

Agora é aguardar pelo fim de semana e pelo Porto-Benfica para o Campeonato (Liga Sagres)!

Ficha do jogo:
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, em Lisboa
Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto)

Benfica – Quim; Miguel Vítor, Luisão, Sidnei (Maxi, 46 m) e David Luiz; Ruben Amorim, Katsouranis, Carlos Martins (Yebda, 85 m) e Reyes; Aimar e Cardozo (Di Maria, 68 m).

Suplentes: Moretto, Maxi Pereira, Jorge Ribeiro, Yebda, Di Maria, Nuno Gomes e Mantorras.

V. Guimarães – Serginho; Lionn, Gregory, Moreno e Andrezinho; João Alves (Custódio, 85 m) e Flávio Meireles (Carlitos, 77 m); Fajardo, Nuno Assis e Desmarets; Marquinho (Roberto, 70 m).

Suplentes: Nuno Santos, Custódio, Carlitos, Roberto, Wénio, Danilo e Milhazes.

Marcador: 1-0 por Gregory (69 m, n.p.b.); 2-0 por Aimar (87 m); 2-1 por Desmarets (89 m).
Disciplina: cartão amarelo a Flávio Meireles (31 m) e João Alves (38 m).

 

Management lesson (X): Humor – Eu quero a Natália!

Filed under: Humor,Management — looking4good @ 7:26 pm
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta.

– ‘Diga ?’ , pergunta ela.- ‘Eu quero a Natália’, respondeu o velhinho. – ‘Caro senhor, a Natália é uma das nossas ‘meninas’ mais caras. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra…’- ‘Não, eu quero a Natália!’, insiste o velhinho. Então a Natália aparece, um espectáculo…, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido.

Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália. Ela estranha e diz que não fará qualquer desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.

Na noite seguinte, ninguém acredita: mais uma vez o velhote aparece, risonho e assanhado, entrega o dinheiro à moça e tornam a ir para o quarto. Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:- ‘Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor? ‘- ‘Sou de Cuba, no Alentejo! ‘, responde o velhinho- ‘Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!’- ‘Eu sei, foi ela que me pediu para lhe entregar os 1500 Euros.’

Moral da história: «Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante do que o conhecimento». (Albert Einstein). Para a maioria trata-se de mais uma anedota de alentejanos. Para os mais atentos é uma lição de gestão…

 

Almeida Garret nasceu há 210 anos

Filed under: Almeida Garrett,poesia — looking4good @ 1:10 am

Não te amo, quero-te: o amar vem d'alma.
E eu n'alma - tenho a calma,
A calma - do jazigo.
Ai! não te amo, não.



Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida - nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!



Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.



Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?



E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.



E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

(in Os dias do Amor, Um poema para cada dia do ano, Recolha, selecção e organização de Inês Ramos, Prefácio de Henrique Manuel Bento Fialho; Ministério do Livro Editores)

João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett (n. no Porto a 4 de Fev. 1799; m. em Lisboa a 9 Dez. 1854).

Ler do mesmo autor: Rosa sem Espinhos; Seus Olhos; Destino
 

On this day in History – Feb. 4

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 1:01 am