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Leixões ganha no «Dragão» Outubro 25, 2008

Filed under: FC Porto,Futebol,Leixões,Liga Sagres — looking4good @ 9:56 pm
Leixões logoFC Porto

2-3

Leixões

E a verdade é que o Leixões até marcou quatro…

O jogo mal havia começado e de um pontapé de canto da esquerda do ataque do Leixões executado por Diogo Valente a equipa de Matosinhos aproveitou as muitas facilidades dadas (guarda-redes do Porto incluído) para inaugurar o marcador por Bruno China de cabeça.

Muito cedo ainda para preocupações especiais pensaram os jogadores do Porto, mas dado o modo como os matosinhenses trocavam a bola e com o Leixões a ameaçar o segundo golo também de um canto aos 19′ os cuidados teriam de ser maiores.

Após cruzamento da esquerda de Cristiám Rodriguez, Rolando elevou-se e fez um autentico disparo de cabeça mas a bola saiu a rasar a barra. Aos 29’Braga concluiu uma jogada excelente do colectivo visitante e pôs o resultado com dois golos de avanço.

Jesualdo logo fez entrar Candeias para substituir o surpreendido Lino e aos os 36′ o FC Porto reduziu de penalty assinalado por Paulo Baptista por (suposta?) falta de Joel ingénuo frente a Hulk num lance perto da linha de fundo sem grande perigo.

A pressão dos portistas aumentou mas ao intervalo o Leixões vencia por 2-1.

O início da segunda parte foi de pressão portista a conseguir ganhar as «segundas bolas» o que permitiu empurrar os leixonenses para a zona defensiva. Preparava José Mota a entrada de José Manuel quando uma transição rápida para o ataque do Porto deu a Lisandro a oportunidade do um para um com Joel (o mesmo do penalty) de quem o portista se desenvencilhou com facilidade fazendo o empate.

Com ainda cerca de 30 minutos para jogar pairou nos espectadores a convicção de que o Porto podia perfeitamente ganhar o jogo. Conclusão errada, o Leixões recuperou a confiança da primeira parte e discutiu o jogo no campo todo vindo a marcar o terceiro golo aos 66′. Jogada pela direita, cruzamento para o centro da área onde o rápido Zé Manuel em perfeita posição regular empurrou para a baliza de Nuno com o assistente a assinalar surpreendentemente o fora de jogo e a tirar o golo.

Esse minuto foi aliás frenético porque logo a seguir o Porto esteve perto de fazer o 3-2. A realidade é que o Leixões estava postado em fazer surpresa e Braga fez um remate espectacular de meia distancia que só acabou no fundo da baliza de Nuno aos 79′.

O Porto tentou ainda em desespero evitar a derrota mas a inspiração não foi muita. Lucho ainda teve o empate nos pés mas o remate foi ao poste.

O FC Porto depois da derrota fremte ao Dinamo de Kiev perde agora com o Leixões e na Liga Sagres só o Benfica é que ainda não perdeu. Já o Leixõesom este triunfo (que se segue a um empate contra o Benfica) sobe para o primeiro lugar da classificação.

Ficha do Jogo:
Estádio do Dragão, no Porto, 37.408 espectadores

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)

FC PORTO – Nuno; Sapunaru (Mariano Gonzalez aos 64′), Rolando, Bruno Alves e Lino (Candeias aos 31′); Lucho Gonzalez, Tomás Costa, Raul Meireles e Cristian Rodriguez (Farías aos 74′); Lisandro e Hulk.

LEIXÕES – Beto; Vasco Fernandes, Joel, Elvis e Laranjeiro; Roberto Sousa, Bruno China e Hugo Morais; Braga (Sandro aos 88′), Marques (Roberto aos 71′) e Diogo Valente (José Manuel aos 62′).

Golos: 0-1, Bruno China aos 4′; 0-2, Braga aos 29′; 1-2, Lucho Gonzalez, de grande penalidade aos 36′; 2-2, Lisandro Lopez aos 60′; 2-3, Braga aos 79′.

Disciplina: Cartão amarelo a Joel no lance do penalty 35′;
Cartão amarelo a Lisandro Lopez por protestos 38′;
Cartão amarelo a Sapunaru por protestos sobre uma decisão da atribuição da bola num lançamento da linha lateral aos 64′;
Cartão amarelo a Braga por derrubar Hulk 76′;
Cartão amarelo a Elvis por falta sobre Lisandro aos 77′.

 

Leixões ganha no «Dragão»

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Leixões logoFC Porto

2-3

Leixões

E a verdade é que o Leixões até marcou quatro…

O jogo mal havia começado e de um pontapé de canto da esquerda do ataque do Leixões executado por Diogo Valente a equipa de Matosinhos aproveitou as muitas facilidades dadas (guarda-redes do Porto incluído) para inaugurar o marcador por Bruno China de cabeça.

Muito cedo ainda para preocupações especiais pensaram os jogadores do Porto, mas dado o modo como os matosinhenses trocavam a bola e com o Leixões a ameaçar o segundo golo também de um canto aos 19′ os cuidados teriam de ser maiores.

Após cruzamento da esquerda de Cristiám Rodriguez, Rolando elevou-se e fez um autentico disparo de cabeça mas a bola saiu a rasar a barra. Aos 29’Braga concluiu uma jogada excelente do colectivo visitante e pôs o resultado com dois golos de avanço.

Jesualdo logo fez entrar Candeias para substituir o surpreendido Lino e aos os 36′ o FC Porto reduziu de penalty assinalado por Paulo Baptista por (suposta?) falta de Joel ingénuo frente a Hulk num lance perto da linha de fundo sem grande perigo.

A pressão dos portistas aumentou mas ao intervalo o Leixões vencia por 2-1.

O início da segunda parte foi de pressão portista a conseguir ganhar as «segundas bolas» o que permitiu empurrar os leixonenses para a zona defensiva. Preparava José Mota a entrada de José Manuel quando uma transição rápida para o ataque do Porto deu a Lisandro a oportunidade do um para um com Joel (o mesmo do penalty) de quem o portista se desenvencilhou com facilidade fazendo o empate.

Com ainda cerca de 30 minutos para jogar pairou nos espectadores a convicção de que o Porto podia perfeitamente ganhar o jogo. Conclusão errada, o Leixões recuperou a confiança da primeira parte e discutiu o jogo no campo todo vindo a marcar o terceiro golo aos 66′. Jogada pela direita, cruzamento para o centro da área onde o rápido Zé Manuel em perfeita posição regular empurrou para a baliza de Nuno com o assistente a assinalar surpreendentemente o fora de jogo e a tirar o golo.

Esse minuto foi aliás frenético porque logo a seguir o Porto esteve perto de fazer o 3-2. A realidade é que o Leixões estava postado em fazer surpresa e Braga fez um remate espectacular de meia distancia que só acabou no fundo da baliza de Nuno aos 79′.

O Porto tentou ainda em desespero evitar a derrota mas a inspiração não foi muita. Lucho ainda teve o empate nos pés mas o remate foi ao poste.

O FC Porto depois da derrota fremte ao Dinamo de Kiev perde agora com o Leixões e na Liga Sagres só o Benfica é que ainda não perdeu. Já o Leixõesom este triunfo (que se segue a um empate contra o Benfica) sobe para o primeiro lugar da classificação.

Ficha do Jogo:
Estádio do Dragão, no Porto, 37.408 espectadores

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)

FC PORTO – Nuno; Sapunaru (Mariano Gonzalez aos 64′), Rolando, Bruno Alves e Lino (Candeias aos 31′); Lucho Gonzalez, Tomás Costa, Raul Meireles e Cristian Rodriguez (Farías aos 74′); Lisandro e Hulk.

LEIXÕES – Beto; Vasco Fernandes, Joel, Elvis e Laranjeiro; Roberto Sousa, Bruno China e Hugo Morais; Braga (Sandro aos 88′), Marques (Roberto aos 71′) e Diogo Valente (José Manuel aos 62′).

Golos: 0-1, Bruno China aos 4′; 0-2, Braga aos 29′; 1-2, Lucho Gonzalez, de grande penalidade aos 36′; 2-2, Lisandro Lopez aos 60′; 2-3, Braga aos 79′.

Disciplina: Cartão amarelo a Joel no lance do penalty 35′;
Cartão amarelo a Lisandro Lopez por protestos 38′;
Cartão amarelo a Sapunaru por protestos sobre uma decisão da atribuição da bola num lançamento da linha lateral aos 64′;
Cartão amarelo a Braga por derrubar Hulk 76′;
Cartão amarelo a Elvis por falta sobre Lisandro aos 77′.

 

Retrospecto – Humberto de Campos

Filed under: Humberto de Campos,poesia — looking4good @ 6:50 pm

Vinte e seis anos, trinta amores: trinta
vezes a alma de sonhos fatigada.
e, ao fim de tudo, como ao fim de cada
amor, a alma de amor sempre faminta!

Ó mocidade que foges! brada
aos meus ouvidos teu futuro, e pinta
aos meus olhos mortais, com toda a tinta,
os remorsos da vida dissipada!

Derramo os olhos por mim mesmo… E, nesta
muda consulta ao coração cansado,
que é que vejo? que sinto? que me resta?

Nada: ao fim do caminho percorrido,
o ódio de trinta vezes ter jurado
e o horror de trinta vezes ter mentido!

Humberto de Campos Veras nasceu em Miritiba (MA) a 25 de Outubro de 1886 e morreu tuberculoso no Rio de Janeiro a 5 de Dezembro de 1934. Órfão aos 6 anos, passou uma infância e uma juventude atribuladas: marçano numa casa de miudezas da sua terra natal, caixeiro num armazém de secos e molhados em São Luís do Maranhão, empregado num seringal do Amazonas aos 17 anos, jornalista em Belém do Pará (sucessivamente redactor, secretário de redacção e director do jornal «A Província», fez largas digressões pelo interior do Brasil). De todas estas andanças, obteve uma rica experiência de vida. Acabou por se fixar no Rio, onde depressa se tornou no cronista brasileiro mais popular de sempre (chegava a escrever 4 ou 5 crónicas por dia, que, reunidas, deram dez volumes). Autodidacta, o seu talento congénito, aliado à perseverança, levaram-no a ser eleito «príncipe dos prosadores brasileiros». Mas estreara-se, em 1911, com um livro de versos, «Poeira» e, em 1933, reuniu as suas «Poesias Completas» (1904 a 1931). Mais conhecido, porém, como prosador, além de cronista, foi contista, crítico literário e memorialista. As suas obras completas contam mais de trinta volumes.


Soneto extraído daqui. Nota biobibliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler neste blog, do mesmo autor: Dor, Tuas Cartas rasguei ; Semente do Deserto; No trem

 

Retrospecto – Humberto de Campos

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Vinte e seis anos, trinta amores: trinta
vezes a alma de sonhos fatigada.
e, ao fim de tudo, como ao fim de cada
amor, a alma de amor sempre faminta!

Ó mocidade que foges! brada
aos meus ouvidos teu futuro, e pinta
aos meus olhos mortais, com toda a tinta,
os remorsos da vida dissipada!

Derramo os olhos por mim mesmo… E, nesta
muda consulta ao coração cansado,
que é que vejo? que sinto? que me resta?

Nada: ao fim do caminho percorrido,
o ódio de trinta vezes ter jurado
e o horror de trinta vezes ter mentido!

Humberto de Campos Veras nasceu em Miritiba (MA) a 25 de Outubro de 1886 e morreu tuberculoso no Rio de Janeiro a 5 de Dezembro de 1934. Órfão aos 6 anos, passou uma infância e uma juventude atribuladas: marçano numa casa de miudezas da sua terra natal, caixeiro num armazém de secos e molhados em São Luís do Maranhão, empregado num seringal do Amazonas aos 17 anos, jornalista em Belém do Pará (sucessivamente redactor, secretário de redacção e director do jornal «A Província», fez largas digressões pelo interior do Brasil). De todas estas andanças, obteve uma rica experiência de vida. Acabou por se fixar no Rio, onde depressa se tornou no cronista brasileiro mais popular de sempre (chegava a escrever 4 ou 5 crónicas por dia, que, reunidas, deram dez volumes). Autodidacta, o seu talento congénito, aliado à perseverança, levaram-no a ser eleito «príncipe dos prosadores brasileiros». Mas estreara-se, em 1911, com um livro de versos, «Poeira» e, em 1933, reuniu as suas «Poesias Completas» (1904 a 1931). Mais conhecido, porém, como prosador, além de cronista, foi contista, crítico literário e memorialista. As suas obras completas contam mais de trinta volumes.


Soneto extraído daqui. Nota biobibliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler neste blog, do mesmo autor: Dor, Tuas Cartas rasguei ; Semente do Deserto; No trem

 

(Novo) Estádio da Luz faz hoje cinco anos

Filed under: Benfica,efemerides,Futebol — looking4good @ 1:07 pm

O novo Estádio da Luz faz hoje cinco anos que foi inaugurado

Hoje é uma data histórica porque o novo Estádio da Luz, símbolo da recuperação económica e desportiva do maior clube português (quer queiram ou não!) faz cinco anos!

Ainda com idade de uma «criança» da pré-primária este Estádio já foi cenário de significativos triunfos: Para o Benfica históricas são as vitórias frente ao Sporting (1-0 com golo de Luisão) que deu o título da época 2004/2005, ao Manchester United (2-1) da Champions League de há dois anos, com passagem aos oitavos de final, e já um duplo triunfo frente ao Celtic por 3-0 e ano passado por ainda que tangencial. Esta época uma vitória frente ao Sporting 2-0 e a eliminação do Napoli com um triunfo pelo mesmo resultado são os triunfos mais significativos.

Na selecção os jogos do Euro são inolvidáveis com destaque para o triunfo nos penalties frente à Inglaterra ( e eu estive lá !) e a derrota na final frente à Grécia.

 

(Novo) Estádio da Luz faz hoje cinco anos

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O novo Estádio da Luz faz hoje cinco anos que foi inaugurado

Hoje é uma data histórica porque o novo Estádio da Luz, símbolo da recuperação económica e desportiva do maior clube português (quer queiram ou não!) faz cinco anos!

Ainda com idade de uma «criança» da pré-primária este Estádio já foi cenário de significativos triunfos: Para o Benfica históricas são as vitórias frente ao Sporting (1-0 com golo de Luisão) que deu o título da época 2004/2005, ao Manchester United (2-1) da Champions League de há dois anos, com passagem aos oitavos de final, e já um duplo triunfo frente ao Celtic por 3-0 e ano passado por ainda que tangencial. Esta época uma vitória frente ao Sporting 2-0 e a eliminação do Napoli com um triunfo pelo mesmo resultado são os triunfos mais significativos.

Na selecção os jogos do Euro são inolvidáveis com destaque para o triunfo nos penalties frente à Inglaterra ( e eu estive lá !) e a derrota na final frente à Grécia.

 

On this day in History – Oct. 25

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