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Benfica: uma sombra da equipa europeia Outubro 6, 2008

Filed under: Benfica,Futebol,Leixões,Liga Sagres — looking4good @ 9:47 pm

Leixões logoBenfica logo

Leixões

1-1

Benfica

Jogo que foi uma réplica do ano passado

Depois do (quase) brilhante jogo na passada 5ª. feira impunha-se ao Benfica vestir o fato macaco para lutar contra a agressiva equipa de Matosinhos e fazer prevalecer a melhor qualidade individual dos seus jogadores para poder partilhar a liderança do campeonato com o FC Porto..

Não aconteceu isso. O princípio do jogo foi displicente, a iniciativa pertenceu ao Leixões com 10-15 minutos de avassalador domínio e duas grandes oportunidades de golo desperdiçadas ou evitadas por Quim conforme as interpretações. A equipa encarnada não controlava a bola, tirando excepções (Yebda) perdia o confronto físico. Muito cedo Reyes foi substituído por lesão por Di Maria.

De um canto um defesa leixonense comete um penalty claro com Benquerença a um metro a nada assinalar o Leixões perdeu a seguir a bola pedindo uma falta, Katsouranis assistiu Cardozo para um remate forte de pé direito inaugurar o mercador. Golo contra a corrente mas que os homens de Matosinhos sentiram de sobremaneira aparecendo então o Benfica finalmente a jogar melhor até ao final da primeira parte com um leixonense a evitar que um remate de Yebda fosse parar à baliza.

Porém na segunda parte voltou a assistir-se à pressão da equipa da casa. O treinador José Mota mete jogadores rápidos para as alas Zé Manuel e Diogo Valente, prescindindo de um defesa (Laranjeiro) e o Benfica incapaz de segurar o jogo. Os encarnados de Lisboa (hoje de branco e preto) foram esticando a corda e desafiando a sorte. Foi recuando, concedendo livres e cantos (neste aspecto o score final foi de 9-4 a favor da equipa da casa) e num deles já pertinho do final o inevitável aconteceu: Leixões chegou ao empate com um golo de Wesley.

O Benfica está ainda a muita distância de ser forte candidato ao título. Tendo o top classificativo ao pé a equipa foi incapaz de ter ambição e capacidade de vencedor, foi cedendo, cedendo até abdicar e bem vistas as coisas a haver um vencedor quem mais fez por merecê-lo foi o Leixões.

Ano passado o filme foi igual, afinal o Benfica não está assim tão mudado quanto isso!

A arbitragem de Benquerença foi má. Não ver aquele penalty que acabou por dar o golo, o critério na marcação de faltas a deixar os jogadores em permanente contacto físico, não admoestar Vasco Fernandes (25′) numa falta muito dura sobre Di Maria, um fora de jogo mal assinalado a Marques aos 16’… enfim. O Leixões também se queixa de um golo invalidado na segunda parte, mas aí o assistente esteve bem: o marcador está ligeiramente adiantado. Depois o tempo de desconto: só 3 minutos quando mostrou amarelo a Quim por demorar, fez várias menções que ia descontar tempo, 5 substituições na segunda parte e interrupções de jogo para assitência a Katsouranis e Cardozo … se isto não dá pelo menos 5 minutos…

Uma referência para o derby minhoto que se disputou em Guimarães, com os bracarenses a imporem um nulo que ainda assim coloca os vimaranenses a par do Sporting e Benfica com 9 pontos, contra 10 de Nacional, Estrela da Amadora e Leixões e 11 do Porto este a comandar isolado a tabela classificativa.

Estádio do Mar, em Matosinhos
Hora: 21:00
Árbitro: Olegário Benquerença (Lisboa)

LEIXÕES – Beto, Vasco Fernandes (Paulo Tavares 83′), Nuno Silva, Élvis e Laranjeiro (Zé Manueluma falta; Bruno China, Roberto Sousa, Hugo Morais e Wesley; Braga e Marques (Diogo Valente 68′).

BENFICA – Quim, Miguel Vítor, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Carlos Martins (Rúben Amorim 66′), Yebda, Katsouranis e Reyes (Di Maria 8′) ; Nuno Gomes (Binya 84′) e Cardozo.

Golos: Cardozo 33′; Wesley 88′

Disciplina: 60′ – Cartão amarelo a Katsouranis; 69′ – Cartão amarelo a Bruno China por falta sobre Ruben Amorim; 86′ – Cartão amarelo a Quim por demorar na marcação de um pontapé de baliza.

 

Benfica: uma sombra da equipa europeia

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Leixões logoBenfica logo

Leixões

1-1

Benfica

Jogo que foi uma réplica do ano passado

Depois do (quase) brilhante jogo na passada 5ª. feira impunha-se ao Benfica vestir o fato macaco para lutar contra a agressiva equipa de Matosinhos e fazer prevalecer a melhor qualidade individual dos seus jogadores para poder partilhar a liderança do campeonato com o FC Porto..

Não aconteceu isso. O princípio do jogo foi displicente, a iniciativa pertenceu ao Leixões com 10-15 minutos de avassalador domínio e duas grandes oportunidades de golo desperdiçadas ou evitadas por Quim conforme as interpretações. A equipa encarnada não controlava a bola, tirando excepções (Yebda) perdia o confronto físico. Muito cedo Reyes foi substituído por lesão por Di Maria.

De um canto um defesa leixonense comete um penalty claro com Benquerença a um metro a nada assinalar o Leixões perdeu a seguir a bola pedindo uma falta, Katsouranis assistiu Cardozo para um remate forte de pé direito inaugurar o mercador. Golo contra a corrente mas que os homens de Matosinhos sentiram de sobremaneira aparecendo então o Benfica finalmente a jogar melhor até ao final da primeira parte com um leixonense a evitar que um remate de Yebda fosse parar à baliza.

Porém na segunda parte voltou a assistir-se à pressão da equipa da casa. O treinador José Mota mete jogadores rápidos para as alas Zé Manuel e Diogo Valente, prescindindo de um defesa (Laranjeiro) e o Benfica incapaz de segurar o jogo. Os encarnados de Lisboa (hoje de branco e preto) foram esticando a corda e desafiando a sorte. Foi recuando, concedendo livres e cantos (neste aspecto o score final foi de 9-4 a favor da equipa da casa) e num deles já pertinho do final o inevitável aconteceu: Leixões chegou ao empate com um golo de Wesley.

O Benfica está ainda a muita distância de ser forte candidato ao título. Tendo o top classificativo ao pé a equipa foi incapaz de ter ambição e capacidade de vencedor, foi cedendo, cedendo até abdicar e bem vistas as coisas a haver um vencedor quem mais fez por merecê-lo foi o Leixões.

Ano passado o filme foi igual, afinal o Benfica não está assim tão mudado quanto isso!

A arbitragem de Benquerença foi má. Não ver aquele penalty que acabou por dar o golo, o critério na marcação de faltas a deixar os jogadores em permanente contacto físico, não admoestar Vasco Fernandes (25′) numa falta muito dura sobre Di Maria, um fora de jogo mal assinalado a Marques aos 16’… enfim. O Leixões também se queixa de um golo invalidado na segunda parte, mas aí o assistente esteve bem: o marcador está ligeiramente adiantado. Depois o tempo de desconto: só 3 minutos quando mostrou amarelo a Quim por demorar, fez várias menções que ia descontar tempo, 5 substituições na segunda parte e interrupções de jogo para assitência a Katsouranis e Cardozo … se isto não dá pelo menos 5 minutos…

Uma referência para o derby minhoto que se disputou em Guimarães, com os bracarenses a imporem um nulo que ainda assim coloca os vimaranenses a par do Sporting e Benfica com 9 pontos, contra 10 de Nacional, Estrela da Amadora e Leixões e 11 do Porto este a comandar isolado a tabela classificativa.

Estádio do Mar, em Matosinhos
Hora: 21:00
Árbitro: Olegário Benquerença (Lisboa)

LEIXÕES – Beto, Vasco Fernandes (Paulo Tavares 83′), Nuno Silva, Élvis e Laranjeiro (Zé Manueluma falta; Bruno China, Roberto Sousa, Hugo Morais e Wesley; Braga e Marques (Diogo Valente 68′).

BENFICA – Quim, Miguel Vítor, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Carlos Martins (Rúben Amorim 66′), Yebda, Katsouranis e Reyes (Di Maria 8′) ; Nuno Gomes (Binya 84′) e Cardozo.

Golos: Cardozo 33′; Wesley 88′

Disciplina: 60′ – Cartão amarelo a Katsouranis; 69′ – Cartão amarelo a Bruno China por falta sobre Ruben Amorim; 86′ – Cartão amarelo a Quim por demorar na marcação de um pontapé de baliza.

 

Blog «Reflexões Exteriores» completa hoje um ano

Filed under: blogs — looking4good @ 7:53 pm
imagem daqui

O blog Reflexões Exteriores completa hoje o seu primeiro aniversário. Foi criado, segundo o jovem autor, «Porque vale a pena reflectirmos sobre a nossa vida, sobre a vida dos outros e sobre tudo o que nos rodeia. Porque vale a pena pararmos para pensar na questão “E se…”. Porque vale a pena tentarmos adivinhar coisas, supor coisas. Porque vale a pena aproveitarmos o que nos é dado».

E uma vez que concordamos com o lema de que «….reflectir faz-nos aproveitar melhor da vida. Porque partilhar as reflexões com os outros faz-nos sentir mais livres. E mais compreendidos», faz-se aqui a devida divulgação apresentando ao autor os parabéns e votos de longevidade.

 

Blog «Reflexões Exteriores» completa hoje um ano

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O blog Reflexões Exteriores completa hoje o seu primeiro aniversário. Foi criado, segundo o jovem autor, «Porque vale a pena reflectirmos sobre a nossa vida, sobre a vida dos outros e sobre tudo o que nos rodeia. Porque vale a pena pararmos para pensar na questão “E se…”. Porque vale a pena tentarmos adivinhar coisas, supor coisas. Porque vale a pena aproveitarmos o que nos é dado».

E uma vez que concordamos com o lema de que «….reflectir faz-nos aproveitar melhor da vida. Porque partilhar as reflexões com os outros faz-nos sentir mais livres. E mais compreendidos», faz-se aqui a devida divulgação apresentando ao autor os parabéns e votos de longevidade.

 

Eterna Amália Rodrigues faleceu há nove anos

Filed under: Amália Rodrigues,efemerides,Fado,morte,Music,Musica,poesia — looking4good @ 12:21 am


Amália Rodrigues faleceu faz hoje nove anos. Faleceu em 6 de Outubro de 1999 a musa do Fado, no dia em que passava dez anos sobre a morte de Bette Davies outra musa, esta do cinema.

Fica aqui a poesia e o Fado da grande artista portuguesa:

Horas De Vida Perdida – poema de Amália Rodrigues

Horas de vida perdida
à procura de viver
Vai-se à procura da vida
Não a encontra quem quer

Quem sou eu para dizer
Quem sou eu para o saber
Nem sei se sou ou não sou
Ninguém pode conhecer
Isto de ser e não ser

Sem saber sei entender
Assim sei o que não sei
Sinto que sou e não sou
Entre o que sei e não ei
A minha vida gastei
Sem conseguir entender

Ai quemme dera encontrar
As rimas da poesia
Ai se eu soubesse rimar
Tantas coisas que eu dizia

in Versos de Amália Rodrigues – Livros Cotovia
E agora ouçámo-la naquilo que sempre fez bem : Cantar o Fado

 

Eterna Amália Rodrigues faleceu há nove anos

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Amália Rodrigues faleceu faz hoje nove anos. Faleceu em 6 de Outubro de 1999 a musa do Fado, no dia em que passava dez anos sobre a morte de Bette Davies outra musa, esta do cinema.

Fica aqui a poesia e o Fado da grande artista portuguesa:

Horas De Vida Perdida – poema de Amália Rodrigues

Horas de vida perdida
à procura de viver
Vai-se à procura da vida
Não a encontra quem quer

Quem sou eu para dizer
Quem sou eu para o saber
Nem sei se sou ou não sou
Ninguém pode conhecer
Isto de ser e não ser

Sem saber sei entender
Assim sei o que não sei
Sinto que sou e não sou
Entre o que sei e não ei
A minha vida gastei
Sem conseguir entender

Ai quemme dera encontrar
As rimas da poesia
Ai se eu soubesse rimar
Tantas coisas que eu dizia

in Versos de Amália Rodrigues – Livros Cotovia
E agora ouçámo-la naquilo que sempre fez bem : Cantar o Fado

 

Eterna Amália Rodrigues faleceu há nove anos

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Amália Rodrigues faleceu faz hoje nove anos. Faleceu em 6 de Outubro de 1999 a musa do Fado, no dia em que passava dez anos sobre a morte de Bette Davies outra musa, esta do cinema.

Fica aqui a poesia e o Fado da grande artista portuguesa:

Horas De Vida Perdida – poema de Amália Rodrigues

Horas de vida perdida
à procura de viver
Vai-se à procura da vida
Não a encontra quem quer

Quem sou eu para dizer
Quem sou eu para o saber
Nem sei se sou ou não sou
Ninguém pode conhecer
Isto de ser e não ser

Sem saber sei entender
Assim sei o que não sei
Sinto que sou e não sou
Entre o que sei e não ei
A minha vida gastei
Sem conseguir entender

Ai quemme dera encontrar
As rimas da poesia
Ai se eu soubesse rimar
Tantas coisas que eu dizia

in Versos de Amália Rodrigues – Livros Cotovia
E agora ouçámo-la naquilo que sempre fez bem : Cantar o Fado