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Taça Uefa: Salvou-se o Braga com triunfo folgado… Setembro 18, 2008

Filed under: football,Futebol,Taça Uefa — looking4good @ 9:16 pm
Depois da Liga dos Campeões com derrota do Sporting em Barcelona e ontem vitória do Porto frente ao Fehnerbace curiosamente por identico resultado (3-1 para os visitados) hoje estiveram envolvidas mais cinso equipas portuguesas na Taça Uefa.

O Vitória de Guimarães (que falhou a presença na Liga dos Campeões – mais verdadeiramente a arbitragem colocou-a fora em detrimento do Basel) iniciou o dia futebolístico português em Portsmouth (equipa com algumas estrelas David James, Sol Campbell, Diarra, Crouch…) e compromoteu as possibilidades de atingir a fase de grupos quando Fajardo falhou um penalty que daria 1-1 no final da primeira parte. Acabou por ser os ingleses a fazer o 2-0 e foi ainda Nilson que evitou resultado mais desnivelado ao evitar vários lances (a adiar o 1-0, ao defender um penalty ainda com 1-0 e a evitar com grande defesa o 3-0), apesar de Roberto também ter disposto de uma oportunidade para 2-1.

Em Nápoles verificou-se, mais uma vez, os equívocos de Quique Flores: Maxi Rodrigues a lateral direito não foi um buraco, foi uma cratera, meio-campo composto praticamente por jogadores ofensivos que não sabem barrar a primeira fase de construção do ataque adversário, Reyes a mostrar que é um jogador de boa qualidade técnica mas do tipo «não me toques que eu caio» e Di Maria na frente a funcionar as vezes como ponta de lança, com rendimento muito fraco. Suazo estreou-se dando boas indicações e inaugurando mesmo o marcador para a equipa de Lisboa, num remate de cabeça, após pontapé de canto da esquerda.

Quem diria que passados quatro minutos do 0-1 o resultado já estaria em 2-1, face à fragilidade da defesa encarnada. Na segunda parte os napolitanos chegaram mesmo ao 3-1 e só nessa altura Quique pôs «trancas à porta» fazendo entrar Katsouranis para o lugar de Carlos Martins (já amarelado). Antes no início da segunda parte entrara Balboa para o lugar de Urreta inconsequente na primeira parte. De novo em lance de «bola parada» o Benfica chegou ao 3-2 por Luisão e ameaçou o 3-3 mas quando os italianos deviam passar a jogar com 10 por merecida expulsão (e o árbitro nem amarelo mostrou) foi o Benfica que ficou com dez pela lesão sofrida por Suazo que reentrando passado muito tempo fez figura de corpo presente. Aliás o árbitro já na primeira parte poderia ter mostrado o segundo amarelo a um jogador reeincidente em faltas (numa entrada sobre Carlos Martins). Ficou a decisão adiada para Lisboa, mas vai ser difícil.

O já experiente europeu Sp. de Braga venceu e convenceu o Artmedia, adquirindo um resultado expressivo (4-0 com que praticamente garante a passagem para a fase seguinte). Ao intervalo já o resultado era de 3-0, começando a gorda vitória a desenhar-se logo aos 3′ com um golo de Evaldo. Meyong fez um hat-trick sendo o seu segundo, terceiro da equipa, sido concretizado de penalty.

Na Madeira cabia ao Marítimo defrontar o adversário mais forte. Cedo os espanhois chegaram à vantagem (12′ por Morientes), que viriam a conservar até final apesar do bom jogo do Marítimo que teve bastante infelicidade. Aos 88′ tiveram uma bola ao poste, antes já hviam tido uma outra na barra e os madeirenses eram merecedores do empate.

O Setúbal jogou em Alvalade e já perto do final desperdiçou a vitória que seria saborosa por 1-0 (golo de Carrijo aos 66′) ao consentir o empate frente aos holandeses do Heerenveen (golo aos 90′ por Elyounoussi); poucas hipóteses por isso para o Vitória prosseguir para a fase de grupos, frente a um adversário que já derrotou os sadinos na última participação na prova.

Em resumo uma equipa praticamente qualificada – o Braga – e esperanças para o Benfica. Por outro lado, seria surpresa se Marítimo, Setúbal e Guimarães (menos este) invertessem o rumo da eliminatória.

 

Berço – Bernardino Lopes

Filed under: Bernardino Lopes,poesia — looking4good @ 12:56 am
Serra da Boa Esperança imagem daqui


Recordo: um largo verde e uma igrejinha,
um sino, um rio, um pontilhão e um carro
de três juntas bovinas, que ia e vinha,
rinchando alegre, carregando barro;

havia a escola que era azul e tinha
um mestre mau, de assustador pigarro…
(Meu Deus! que é isto? Que emoção a minha,
quando estas cousas tão singelas narro?)

Seu Alexandre, um bom velhinho rico,
que hospedara a Princesa; o tico-tico,
que me acordava de manhã, e a serra…

com seu nome de amor Boa Esperança,
eis tudo quanto guardo na lembrança
da minha pobre e pequenina terra!

BERNARDINO da Costa LOPES nasceu em Boa Esperança (RJ) a 19 de Janeiro de 1859 e morreu no Rio de Janeiro a 18 de Setembro de 1916. Mestiço, humilde e pobre, assinava apenas B. Lopes. Viveu uma vida boémia e desregrada, acabando alcoólatra e epiléptico. O etilismo agravou-lhe a tuberculose e faleceu num asilo de alienados. É um poeta de transição do parnasianismo para o simbolismo. Humorista jovial, gostava de escandalizar a sociedade burguesa com as suas vestimentas exóticas. Também um estilo poético aristocrático e requintado constituiu uma função compensatória da sua marginalidade social.

Soneto e Nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler do mesmo autor Cromo

 

Berço – Bernardino Lopes

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Serra da Boa Esperança imagem daqui


Recordo: um largo verde e uma igrejinha,
um sino, um rio, um pontilhão e um carro
de três juntas bovinas, que ia e vinha,
rinchando alegre, carregando barro;

havia a escola que era azul e tinha
um mestre mau, de assustador pigarro…
(Meu Deus! que é isto? Que emoção a minha,
quando estas cousas tão singelas narro?)

Seu Alexandre, um bom velhinho rico,
que hospedara a Princesa; o tico-tico,
que me acordava de manhã, e a serra…

com seu nome de amor Boa Esperança,
eis tudo quanto guardo na lembrança
da minha pobre e pequenina terra!

BERNARDINO da Costa LOPES nasceu em Boa Esperança (RJ) a 19 de Janeiro de 1859 e morreu no Rio de Janeiro a 18 de Setembro de 1916. Mestiço, humilde e pobre, assinava apenas B. Lopes. Viveu uma vida boémia e desregrada, acabando alcoólatra e epiléptico. O etilismo agravou-lhe a tuberculose e faleceu num asilo de alienados. É um poeta de transição do parnasianismo para o simbolismo. Humorista jovial, gostava de escandalizar a sociedade burguesa com as suas vestimentas exóticas. Também um estilo poético aristocrático e requintado constituiu uma função compensatória da sua marginalidade social.

Soneto e Nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler do mesmo autor Cromo

 

Happy birthday Keeley Hazell

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Keeley Hazell high resolution picture
 

On this day in History – Sep. 18

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On this day in History – Sep. 18

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On this day in History – Sep. 18

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