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La muraglia / A amurada – Salvatore Quasimodo (na passagem do 107º. aniversário do poeta) Agosto 19, 2008

Filed under: poesia,Salvatore Quasimodo — looking4good @ 11:11 pm


«Poetry is the revelation of a feeling that the poet believes to be interior and personal, but which the reader recognizes as his own» (Salvatore Quasimodo)

La Muraglia
E già sulla muraglia dello stadio,
tra gli spacchi e i ciuffi d’erba pensile,
le lucertole guizzano fulminee;
e la rana ritorna nelle rogge,
canto fermo alle mie notti lontane
dei paesi. Tu ricordi questo luogo
dove la grande stella salutava
il nostro arrivo d’ombre. O cara, quanto
tempo è sceso con le foglie dei pioppi,
quanto sangue nei fiumi della terra.

(versão em português)
A amurada
E já na amurada do estádio,
entre fendas e tufos de erva pênsil,
as lagartixas correm como raios;
e a rã retorna às águas dos canais,
canto-chão das minhas noites distantes
de aldeia. Tu recordas este sítio
onde Vênus saudava nosso encontro
de sombras. Ó querida, quanto tempo
com as folhas dos álamos se foi,
quanto sangue pelos rios da terra.

tradução de Geraldo Holanda Cavalcanti

Poemas extraídos daqui

Salvatore Quasimodo (n. Módica 20 Agosto 1901; m. Amalfi 14 Jun. 1968)

Ler do mesmo autor, neste blog: E de Repente é Noite

 

La muraglia / A amurada – Salvatore Quasimodo (na passagem do 107º. aniversário do poeta)

Filed under: poesia,Salvatore Quasimodo — looking4good @ 11:11 pm


«Poetry is the revelation of a feeling that the poet believes to be interior and personal, but which the reader recognizes as his own» (Salvatore Quasimodo)

La Muraglia
E già sulla muraglia dello stadio,
tra gli spacchi e i ciuffi d’erba pensile,
le lucertole guizzano fulminee;
e la rana ritorna nelle rogge,
canto fermo alle mie notti lontane
dei paesi. Tu ricordi questo luogo
dove la grande stella salutava
il nostro arrivo d’ombre. O cara, quanto
tempo è sceso con le foglie dei pioppi,
quanto sangue nei fiumi della terra.

(versão em português)
A amurada
E já na amurada do estádio,
entre fendas e tufos de erva pênsil,
as lagartixas correm como raios;
e a rã retorna às águas dos canais,
canto-chão das minhas noites distantes
de aldeia. Tu recordas este sítio
onde Vênus saudava nosso encontro
de sombras. Ó querida, quanto tempo
com as folhas dos álamos se foi,
quanto sangue pelos rios da terra.

tradução de Geraldo Holanda Cavalcanti

Poemas extraídos daqui

Salvatore Quasimodo (n. Módica 20 Agosto 1901; m. Amalfi 14 Jun. 1968)

Ler do mesmo autor, neste blog: E de Repente é Noite

 

La muraglia / A amurada – Salvatore Quasimodo (na passagem do 107º. aniversário do poeta)

Filed under: poesia,Salvatore Quasimodo — looking4good @ 11:11 pm


«Poetry is the revelation of a feeling that the poet believes to be interior and personal, but which the reader recognizes as his own» (Salvatore Quasimodo)

La Muraglia
E già sulla muraglia dello stadio,
tra gli spacchi e i ciuffi d’erba pensile,
le lucertole guizzano fulminee;
e la rana ritorna nelle rogge,
canto fermo alle mie notti lontane
dei paesi. Tu ricordi questo luogo
dove la grande stella salutava
il nostro arrivo d’ombre. O cara, quanto
tempo è sceso con le foglie dei pioppi,
quanto sangue nei fiumi della terra.

(versão em português)
A amurada
E já na amurada do estádio,
entre fendas e tufos de erva pênsil,
as lagartixas correm como raios;
e a rã retorna às águas dos canais,
canto-chão das minhas noites distantes
de aldeia. Tu recordas este sítio
onde Vênus saudava nosso encontro
de sombras. Ó querida, quanto tempo
com as folhas dos álamos se foi,
quanto sangue pelos rios da terra.

tradução de Geraldo Holanda Cavalcanti

Poemas extraídos daqui

Salvatore Quasimodo (n. Módica 20 Agosto 1901; m. Amalfi 14 Jun. 1968)

Ler do mesmo autor, neste blog: E de Repente é Noite

 

La muraglia / A amurada – Salvatore Quasimodo (na passagem do 107º. aniversário do poeta)

Filed under: poesia,Salvatore Quasimodo — looking4good @ 11:11 pm


«Poetry is the revelation of a feeling that the poet believes to be interior and personal, but which the reader recognizes as his own» (Salvatore Quasimodo)

La Muraglia
E già sulla muraglia dello stadio,
tra gli spacchi e i ciuffi d’erba pensile,
le lucertole guizzano fulminee;
e la rana ritorna nelle rogge,
canto fermo alle mie notti lontane
dei paesi. Tu ricordi questo luogo
dove la grande stella salutava
il nostro arrivo d’ombre. O cara, quanto
tempo è sceso con le foglie dei pioppi,
quanto sangue nei fiumi della terra.

(versão em português)
A amurada
E já na amurada do estádio,
entre fendas e tufos de erva pênsil,
as lagartixas correm como raios;
e a rã retorna às águas dos canais,
canto-chão das minhas noites distantes
de aldeia. Tu recordas este sítio
onde Vênus saudava nosso encontro
de sombras. Ó querida, quanto tempo
com as folhas dos álamos se foi,
quanto sangue pelos rios da terra.

tradução de Geraldo Holanda Cavalcanti

Poemas extraídos daqui

Salvatore Quasimodo (n. Módica 20 Agosto 1901; m. Amalfi 14 Jun. 1968)

Ler do mesmo autor, neste blog: E de Repente é Noite

 

E mais umas medalhas foram à vela

Filed under: 2008 Olympic Games,Jogos Olímpicos,Portugal — looking4good @ 6:19 pm

Mais uma grande decepção nos trouxe os resultados do dia (da madrugada!) das Olimpíadas de Pequim. Naide Gomes falhou a qualificação no comprimento ao fazer uma marca fraquinha num salto com várias deficiências técnicas na corrida (uma corrida entrecortada com passinhos curtos), porque os dois primeiros saltos bem longos, que lhe dariam a qualificação, foram nulos por ter pisado a linha de chamada. Uma falta de adaptação à pista rápida é a explicação possível. A atleta do Sporting era uma das mais fortes esperanças a uma medalha (até de ouro vejam lá!), porque tinha a melhor marca mundial do ano.

Também Gustavo Lima partia para a «medal race» no 3º. lugar e até com possibilidades de chegar à medalha de prata mas a regata não lhe correu de feição, com a ausência de vento, e terminou ultrapassado na classificação por um italiano que lhe arrebatou a medalha de bronze. Decepcionado disse que vai abandonar a modalidade.

Também quem vai abandonar porque a A culpa não pode morrer solteira é o Presidente do Comité Olímpico Português, Vicente de Moura.

As expectativas – de quatro medalhas – talvez nem fossem muito elevadas a priori, mas os Jogos Olimpicos são provas em que uma qualquer falha corresponde ao fracasso, pelo que ninguém pode ter a certeza de nada (excepção feita a supercampeões como o campeão jamaicano nos 100m ou o nadador recordista Michael Phelps). Também já houve edições de Jogos Olímpicos em que ganhámos medalhas sem ter expectativas… Por isso… é desporto.

O que torna o panaroma desanimador, para não dizer de desalento são as explicações (?) estapafúrdias que uma (grande) parte dos atletas dão para os fracassos: «não tenho explicação», «de manhã só estou bem na caminha», «até me senti bem no final», «senti-me como um espectador não como um atleta», «estas provas não são para mim», etc, etc, prova de que a preparação para os jogos não é só a componente técnica, a componente psicológica e todo o enquadramento competitivo devia ter sido equacionado … e ao que parece… não foi.

Salvou-se a Vanessa e ainda temos esperança numa segunda medalha de Nélson Évora. Se tal acontecer ficamos a 50% do prometido em termos de medalhas. Mas que já houve factos muito lamentáveis…

 

E mais umas medalhas foram à vela

Filed under: 2008 Olympic Games,Jogos Olímpicos,Portugal — looking4good @ 6:19 pm

Mais uma grande decepção nos trouxe os resultados do dia (da madrugada!) das Olimpíadas de Pequim. Naide Gomes falhou a qualificação no comprimento ao fazer uma marca fraquinha num salto com várias deficiências técnicas na corrida (uma corrida entrecortada com passinhos curtos), porque os dois primeiros saltos bem longos, que lhe dariam a qualificação, foram nulos por ter pisado a linha de chamada. Uma falta de adaptação à pista rápida é a explicação possível. A atleta do Sporting era uma das mais fortes esperanças a uma medalha (até de ouro vejam lá!), porque tinha a melhor marca mundial do ano.

Também Gustavo Lima partia para a «medal race» no 3º. lugar e até com possibilidades de chegar à medalha de prata mas a regata não lhe correu de feição, com a ausência de vento, e terminou ultrapassado na classificação por um italiano que lhe arrebatou a medalha de bronze. Decepcionado disse que vai abandonar a modalidade.

Também quem vai abandonar porque a A culpa não pode morrer solteira é o Presidente do Comité Olímpico Português, Vicente de Moura.

As expectativas – de quatro medalhas – talvez nem fossem muito elevadas a priori, mas os Jogos Olimpicos são provas em que uma qualquer falha corresponde ao fracasso, pelo que ninguém pode ter a certeza de nada (excepção feita a supercampeões como o campeão jamaicano nos 100m ou o nadador recordista Michael Phelps). Também já houve edições de Jogos Olímpicos em que ganhámos medalhas sem ter expectativas… Por isso… é desporto.

O que torna o panaroma desanimador, para não dizer de desalento são as explicações (?) estapafúrdias que uma (grande) parte dos atletas dão para os fracassos: «não tenho explicação», «de manhã só estou bem na caminha», «até me senti bem no final», «senti-me como um espectador não como um atleta», «estas provas não são para mim», etc, etc, prova de que a preparação para os jogos não é só a componente técnica, a componente psicológica e todo o enquadramento competitivo devia ter sido equacionado … e ao que parece… não foi.

Salvou-se a Vanessa e ainda temos esperança numa segunda medalha de Nélson Évora. Se tal acontecer ficamos a 50% do prometido em termos de medalhas. Mas que já houve factos muito lamentáveis…

 

Francesca Piccinini

Filed under: 2008 Olympic Games,celebrities,Jogos Olímpicos — looking4good @ 1:22 am

FRancesca PiccininiI don’t know if Italy will win a medal (Italy plays against USA for quarters of final), but Francesca Piccinini deserves it … who doesn’t agree?