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A Flor do Maracujá – Fagundes Varela Agosto 17, 2008

Filed under: Fagundes Varela,poesia — looking4good @ 11:10 pm
Flor de Maracujá foto de Reynaldo Monteiro daqui

Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do Sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá !
Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá !

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá !
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová !
Pela lança ensangüentado
Da flor do maracujá !

Por tudo que o céu revela !
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está !!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá !

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em – a –
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!

Luís Nicolau Fagundes Varela (n. em Santa Rita do Rio Claro, Rio de Janeiro, em 18 de Agosto de 1841; m. em Niterói, Rio de Janeiro a 17 Fev. 1875).

Ler do mesmo autor, neste blog Eu passava na vida errante…

 

A Flor do Maracujá – Fagundes Varela

Filed under: Fagundes Varela,poesia — looking4good @ 11:10 pm
Flor de Maracujá foto de Reynaldo Monteiro daqui

Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do Sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá !
Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá !

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá !
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová !
Pela lança ensangüentado
Da flor do maracujá !

Por tudo que o céu revela !
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está !!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá !

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em – a –
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!

Luís Nicolau Fagundes Varela (n. em Santa Rita do Rio Claro, Rio de Janeiro, em 18 de Agosto de 1841; m. em Niterói, Rio de Janeiro a 17 Fev. 1875).

Ler do mesmo autor, neste blog Eu passava na vida errante…

 

A Flor do Maracujá – Fagundes Varela

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Flor de Maracujá foto de Reynaldo Monteiro daqui

Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do Sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá !
Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá !

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá !
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová !
Pela lança ensangüentado
Da flor do maracujá !

Por tudo que o céu revela !
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está !!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá !

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em – a –
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!

Luís Nicolau Fagundes Varela (n. em Santa Rita do Rio Claro, Rio de Janeiro, em 18 de Agosto de 1841; m. em Niterói, Rio de Janeiro a 17 Fev. 1875).

Ler do mesmo autor, neste blog Eu passava na vida errante…

 

A Flor do Maracujá – Fagundes Varela

Filed under: Fagundes Varela,poesia — looking4good @ 11:10 pm
Flor de Maracujá foto de Reynaldo Monteiro daqui

Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do Sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá !
Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá !

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá !
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová !
Pela lança ensangüentado
Da flor do maracujá !

Por tudo que o céu revela !
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está !!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá !

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em – a –
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!

Luís Nicolau Fagundes Varela (n. em Santa Rita do Rio Claro, Rio de Janeiro, em 18 de Agosto de 1841; m. em Niterói, Rio de Janeiro a 17 Fev. 1875).

Ler do mesmo autor, neste blog Eu passava na vida errante…

 

1, 2, 3, …. 8 golden medals – Congratulations Michael

Filed under: 2008 Olympic Games — looking4good @ 7:20 pm


Well, I hope Vanessa Fernandes brings the first to Portugal, this night…

 

1, 2, 3, …. 8 golden medals – Congratulations Michael

Filed under: 2008 Olympic Games — looking4good @ 7:20 pm


Well, I hope Vanessa Fernandes brings the first to Portugal, this night…

 

Epígrafe – Eugénio de Castro (desaparecido faz hoje 63 anos)

Filed under: Eugénio de Castro,poesia — looking4good @ 3:43 am
Ampulheta foto daqui

Murmúrio de água na clepsidra gotejante,
Lentas gotas de som no relógio da torre,
Fio de areia na ampulheta vigilante,
Leve sombra azulando a pedra do quadrante,
Assim se escoa a hora, assim se vive e morre…

Homem que fazes tu? Para quê tanta lida,
Tão doidas ambições, tanto ódio e tanta ameaça?
Procuremos somente a Beleza, que a vida
É um punhado infantil de areia ressequida,
Um som de água ou de bronze e uma sombra que passa…

in Rosa do Mundo, 2001 Poemas para o Futuro, Assírio & Alvim

Eugénio de Castro (n. em Coimbra a 4 Março de 1869; m. em Coimbra, a 17 de Agosto de 1944)

Ler do mesmo autor:
A Laís
Tua frieza aumenta o meu desejo
Presságios