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O jornalismo sensacionalista que temos Junho 26, 2008

Filed under: Actualidade,Benfica,FC Porto,Futebol — looking4good @ 12:18 pm
O JN diz que o Benfica perdeu 6 pontos e que a decisão da FIFA é irreversivel. Irrecorrível! O Jogo outro jornal afecto às mesmas «cores» diz o mesmo na edição de hoje. É pena que um Jornal, a quem ainda há pouco tempo demos os parabéns pelos 120 anos de existência, lance estas atoardas sem consultar o clube… nem a Federação, que por sua vez, já disse que o assunto está encerrado.

A vontade é tanta que o desejo ultrapassou a realidade. Curiosamente os mesmos jornais que acharam impensável o FC Porto ser afastado da Champions League por ter sido condenado por decisão transitada em julgado (quer se queira… quer não) por tentativa de corrupção.

Mais ainda, diz-se que o Benfica corre riscos de descida de divisão se não pagar uma dívida:

Não pagar uma dívida -> Descida de divisão;
Tentativa de corrupção desportiva -> 6 pontos e …. só falta dar um louvor à gestão de Pinto da Costa.

O tal senhor que perante milhões de portugueses afirmou que Christian Rodriguez nunca seria contratado pelo FC do Porto.

Isso… façam apelo à ética e à moral, … mas que decididamente não é esta!

Quanto aos jornalistas em causa… (sim o artigo é assinado!) o que dizer?

 

Musical suggestion of the day – Alfredo Marceneiro

Filed under: Alfredo Marceneiro,Fado — looking4good @ 6:13 am

Alfredo Rodrigues Duarte, conhecido por Alfredo Marceneiro morreu em 26 de Junho de 1982 em Lisboa (n. 25 de Fevereiro de 1891)

 

Recordações – Francisco Otaviano

Filed under: Francisco Otaviano,poesia — looking4good @ 12:36 am


Oh! se te amei! Toda a manhã da vida
Gastei-a em sonhos que de ti falavam!
Nas estrelas do céu via teu rosto,
Ouvia-te nas brisas que passavam:
Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma
Imenso, eterno amor te consagrei…
Era um viver em cisma de futuro!
Mulher! oh! se te amei!

Quando um sorriso os lábios te roçava,
Meu Deus! que entusiasmo que sentia!
Láurea coroa de virente rama
Inglório bardo, a fronte me cingia;
À estrela alva, às nuvens do Ocidente,
Em meiga voz teu nome confiei.
Estrela e nuvens bem no seio o guardam;
Mulher! oh! se te amei!

Oh! se te amei! As lágrimas vertidas,
Alta noite por ti; atroz tortura
Do desespero d’alma, e além, no tempo,
Uma vida sumir-se na loucura…
Nem aragem, nem sol, nem céu, nem flores,
Nem a sombra das glórias que sonhei…
Tudo desfez-se em sonhos e quimeras…
Mulher! oh! se te amei!

Francisco Otaviano de Almeida Rosa (n. no Rio de Janeiro, RJ, a 26 Jun 1825: m. na mesma cidade em 28 de Junho de 1884)

 

Recordações – Francisco Otaviano

Filed under: Francisco Otaviano,poesia — looking4good @ 12:36 am


Oh! se te amei! Toda a manhã da vida
Gastei-a em sonhos que de ti falavam!
Nas estrelas do céu via teu rosto,
Ouvia-te nas brisas que passavam:
Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma
Imenso, eterno amor te consagrei…
Era um viver em cisma de futuro!
Mulher! oh! se te amei!
Quando um sorriso os lábios te roçava,
Meu Deus! que entusiasmo que sentia!
Láurea coroa de virente rama
Inglório bardo, a fronte me cingia;
À estrela alva, às nuvens do Ocidente,
Em meiga voz teu nome confiei.
Estrela e nuvens bem no seio o guardam;
Mulher! oh! se te amei!
Oh! se te amei! As lágrimas vertidas,
Alta noite por ti; atroz tortura
Do desespero d’alma, e além, no tempo,
Uma vida sumir-se na loucura…
Nem aragem, nem sol, nem céu, nem flores,
Nem a sombra das glórias que sonhei…
Tudo desfez-se em sonhos e quimeras…
Mulher! oh! se te amei!

Francisco Otaviano de Almeida Rosa (n. no Rio de Janeiro, RJ, a 26 Jun 1825: m. na mesma cidade em 28 de Junho de 1884)

 

Recordações – Francisco Otaviano

Filed under: Francisco Otaviano,poesia — looking4good @ 12:36 am


Oh! se te amei! Toda a manhã da vida
Gastei-a em sonhos que de ti falavam!
Nas estrelas do céu via teu rosto,
Ouvia-te nas brisas que passavam:
Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma
Imenso, eterno amor te consagrei…
Era um viver em cisma de futuro!
Mulher! oh! se te amei!
Quando um sorriso os lábios te roçava,
Meu Deus! que entusiasmo que sentia!
Láurea coroa de virente rama
Inglório bardo, a fronte me cingia;
À estrela alva, às nuvens do Ocidente,
Em meiga voz teu nome confiei.
Estrela e nuvens bem no seio o guardam;
Mulher! oh! se te amei!
Oh! se te amei! As lágrimas vertidas,
Alta noite por ti; atroz tortura
Do desespero d’alma, e além, no tempo,
Uma vida sumir-se na loucura…
Nem aragem, nem sol, nem céu, nem flores,
Nem a sombra das glórias que sonhei…
Tudo desfez-se em sonhos e quimeras…
Mulher! oh! se te amei!

Francisco Otaviano de Almeida Rosa (n. no Rio de Janeiro, RJ, a 26 Jun 1825: m. na mesma cidade em 28 de Junho de 1884)

 

Recordações – Francisco Otaviano

Filed under: Francisco Otaviano,poesia — looking4good @ 12:36 am


Oh! se te amei! Toda a manhã da vida
Gastei-a em sonhos que de ti falavam!
Nas estrelas do céu via teu rosto,
Ouvia-te nas brisas que passavam:
Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma
Imenso, eterno amor te consagrei…
Era um viver em cisma de futuro!
Mulher! oh! se te amei!
Quando um sorriso os lábios te roçava,
Meu Deus! que entusiasmo que sentia!
Láurea coroa de virente rama
Inglório bardo, a fronte me cingia;
À estrela alva, às nuvens do Ocidente,
Em meiga voz teu nome confiei.
Estrela e nuvens bem no seio o guardam;
Mulher! oh! se te amei!
Oh! se te amei! As lágrimas vertidas,
Alta noite por ti; atroz tortura
Do desespero d’alma, e além, no tempo,
Uma vida sumir-se na loucura…
Nem aragem, nem sol, nem céu, nem flores,
Nem a sombra das glórias que sonhei…
Tudo desfez-se em sonhos e quimeras…
Mulher! oh! se te amei!

Francisco Otaviano de Almeida Rosa (n. no Rio de Janeiro, RJ, a 26 Jun 1825: m. na mesma cidade em 28 de Junho de 1884)

 

Namoro não é crime – Tobias Barreto

Filed under: poesia,Tobias Barreto — looking4good @ 12:31 am

(A um Juiz da Escada)

Considerando que as flores
Existem para o nariz,
E as mulheres para os homens,
Na opinião do juiz;

Considerando que as moças,
Ariscas como a perdiz,
Devem ter seu perdigueiro,
Na opinião do juiz;

Considerando que a gente
Não pode viver feliz
Sem fazer seu namorico,
Na opinião do juiz;

Amemos todos, amemos,
E Cupido quem o diz;
Pois namoro não é crime,
Na opinião do juiz…

Poema extraido daqui

Tobias Barreto de Meneses (n. a 7 Jun 1839 na Vila de Campos, em Sergipe; m. a 26 Jun 1889 no Recife, Pernambuco).