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E (mais uma vez) o sonho esfumou-se Junho 19, 2008

Filed under: Euro 2008,football,Futebol,selecção de Portugal — looking4good @ 11:25 pm
Portugal 2 – 3 Alemanha

(Schweinsteiger 22′, Klose 26′, Nuno Gomes 40′, Ballack 61′, Postiga 87′)

Portugal perdeu mais uma grande oportunidade de ter sucesso no mundo (entenda-se Europa) do futebol, mas para nossa desilusão o sonho esfumou-se cedo demais.

A defesa de Portugal foi muito frágil face à capacidade ofensiva dos alemães e foram erros graves que concederam o triunfo aos germânicos, quase sendo adequado dizer que não foi a Alemanha que ganhou mas sim Portugal que perdeu.

Foram os germânicos que começaram melhor o jogo mas Portugal equilibrou e teve a primeira grande oportunidade de golo quando João Moutinho de joelho concluiu por cima da barra um centro da direita de Bosingwa. O lateral direito português muito ofensivo esteve, porém, ligado ao primeiro golo do jogo. Fugida pelo flanco esquerdo de Podolski que bateu em velocidade o lateral direito português. Pepe deslocalizou-se para o auxílio impossível à direita e o cruzamento da estrela alemã foi concluído no centro pela outra estrela Schweinsteiger após ganhar posição frente a Paulo Ferreira.

Passados nem cinco minutos, os bilhetes para casa começaram a ser encomendados, porque de um lance típico alemão mais do que conhecido e que devia ter sido bem treinado resultou o segundo golo, com Klose a finalizar de cabeça à vontade por trás da defesa portuguesa o livre marcado por Schweinsteiger.

Deco emergia no meio-campo português mas percebia-se que dois golos de avanço era demasiado handicap. Num lance de Cristiano Ronaldo pela esquerda (já tinha tido um pela direita cuja assistência para Nuno Gomes foi evitada por um defesa), Lehmann defendeu mas Nuno Gomes oportuno fez a recarga que reduziu a diferença. Nesta altura já João Moutinho havia sido substituído por Raúl Meireles por motivos de lesão.

Pensou-se que este golo na parte final do primeiro tempo de jogo trouxesse Portugal para o recomeço com grande ânimo de chegar ao empate mas a verdade é que isso não aconteceu. Num pontapé de canto (e Portugal ganhou estatisticamente de modo evidente em número de cantos) aos 56′ Pepe esteve perto de fazer o 2-2, mas noutro lance inexplicável de livre de longe com bola para a área, Ricardo saiu mal e Ballack de cabeça fez o 1-3 (61′) num golo, que, no entanto, deveria ter sido anulado, porque ainda com a bola em viagem o avançado alemão deu um toque nas costas que pôs Paulo Ferreira fora da jogada antes de cabecear com êxito.

É sina portuguesa a erros próprios juntar erros alheios em seu desfavor e a eliminatória voltava a estar (agora irremediavelmente) perdida. Scolari ainda tentou dar ânimo à equipa com as substituições, mas nunca se percebeu a superioridade do tempo de descanso dos jogadores portugueses face aos alemães numa estratégia que aqui contestámos aquando do jogo da Suiça e cujo resultado de hoje confirmou. Portugal é que jogava mais devagar, os portugueses com melhor técnica individual não associava desmarcações e velocidade e aos alemães bastou recuar em bloco para disfarçar as insuficiências dos centrais.

Perto do final Postiga fez o 2-3 depois de cruzamento de Nani da esquerda mas já era tarde de mais.

Os jogadores vão agora para férias, Scolari vai preparar a época do Chelsea com mais dinheiro no bolso e os portugues(inhos) em geral vão trabalhar uma vez mais desiludidos, voltando aos problemas do preço dos combustíveis, dos bens alimentares, etc, ou seja à rotina habitual. Triste sina a nossa…

 

Champions League 2008/2009

Filed under: Champions League,football — looking4good @ 6:04 am

Não há dúvida que existiram umas movimentações esquisitas, mas a verdade é que:

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Aves do Mar – Roberto de Mesquita

Filed under: poesia,Roberto de Mesquita — looking4good @ 1:12 am

Aves do mar que em ronda lenta
Giram no ar, à ventania,
Gritam na tarde macilenta
A sua bárbara alegria.

Incha lá fora a vaga escura,
Uiva o nordeste aflitamente.
Que mágoa anónima satura
Este ar de Inverno, este ar doente?

Alma que vogas a gemer
Na tarde anémica, de vento,
Como se infiltra no meu ser
O teu esparso sofrimento!

Que viuvez desamparada
Chora no ar, no vento frio
Por esta tarde macerada
Em que a esp’rança se esvaiu!”..

Roberto Augusto de Mesquita Henriques nasceu em Santa Cruz das Flores (Açores) a 19 de Junho de 1871 e aí faleceu, de síncope cardíaca, a 31 de Dezembro de 1923. Depois dos estudos liceais em Angra do Heroísmo e na Horta, começou como secretário de Finanças, em 1896, para chegar, em 1919, a chefe de repartição da Fazenda Pública. Era irmão de Carlos de Mesquita (1870-1916), que, além de também poeta, foi professor da universidade de Coimbra e o mais notável crítico do movimento simbolista. A poesia do irmão mais novo evoluiu do parnasianismo ao simbolismo e decadentismo, acabando por inflectir num sentido classicizante, à semelhança de Eugénio de Castro. Como o seu autor só abandonou o arquipélago natal para uma breve visita ao continente, em 1904, tal obra passou despercebida (apenas editada postumamente, «Almas Cativas», em 1931) e foi outro poeta de origem açoriana, Vitorino Nemésio, quem para ela chamou a atenção, salientando como a solidão, a sonolência e o tédio são características da insularidade.

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler do mesmo autor Abandonadas

 

Aves do Mar – Roberto de Mesquita

Filed under: poesia,Roberto de Mesquita — looking4good @ 1:12 am

Aves do mar que em ronda lenta
Giram no ar, à ventania,
Gritam na tarde macilenta
A sua bárbara alegria.

Incha lá fora a vaga escura,
Uiva o nordeste aflitamente.
Que mágoa anónima satura
Este ar de Inverno, este ar doente?

Alma que vogas a gemer
Na tarde anémica, de vento,
Como se infiltra no meu ser
O teu esparso sofrimento!

Que viuvez desamparada
Chora no ar, no vento frio
Por esta tarde macerada
Em que a esp’rança se esvaiu!”..

Roberto Augusto de Mesquita Henriques nasceu em Santa Cruz das Flores (Açores) a 19 de Junho de 1871 e aí faleceu, de síncope cardíaca, a 31 de Dezembro de 1923. Depois dos estudos liceais em Angra do Heroísmo e na Horta, começou como secretário de Finanças, em 1896, para chegar, em 1919, a chefe de repartição da Fazenda Pública. Era irmão de Carlos de Mesquita (1870-1916), que, além de também poeta, foi professor da universidade de Coimbra e o mais notável crítico do movimento simbolista. A poesia do irmão mais novo evoluiu do parnasianismo ao simbolismo e decadentismo, acabando por inflectir num sentido classicizante, à semelhança de Eugénio de Castro. Como o seu autor só abandonou o arquipélago natal para uma breve visita ao continente, em 1904, tal obra passou despercebida (apenas editada postumamente, «Almas Cativas», em 1931) e foi outro poeta de origem açoriana, Vitorino Nemésio, quem para ela chamou a atenção, salientando como a solidão, a sonolência e o tédio são características da insularidade.

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler do mesmo autor Abandonadas

 

Aves do Mar – Roberto de Mesquita

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Aves do mar que em ronda lenta
Giram no ar, à ventania,
Gritam na tarde macilenta
A sua bárbara alegria.

Incha lá fora a vaga escura,
Uiva o nordeste aflitamente.
Que mágoa anónima satura
Este ar de Inverno, este ar doente?

Alma que vogas a gemer
Na tarde anémica, de vento,
Como se infiltra no meu ser
O teu esparso sofrimento!

Que viuvez desamparada
Chora no ar, no vento frio
Por esta tarde macerada
Em que a esp’rança se esvaiu!”..

Roberto Augusto de Mesquita Henriques nasceu em Santa Cruz das Flores (Açores) a 19 de Junho de 1871 e aí faleceu, de síncope cardíaca, a 31 de Dezembro de 1923. Depois dos estudos liceais em Angra do Heroísmo e na Horta, começou como secretário de Finanças, em 1896, para chegar, em 1919, a chefe de repartição da Fazenda Pública. Era irmão de Carlos de Mesquita (1870-1916), que, além de também poeta, foi professor da universidade de Coimbra e o mais notável crítico do movimento simbolista. A poesia do irmão mais novo evoluiu do parnasianismo ao simbolismo e decadentismo, acabando por inflectir num sentido classicizante, à semelhança de Eugénio de Castro. Como o seu autor só abandonou o arquipélago natal para uma breve visita ao continente, em 1904, tal obra passou despercebida (apenas editada postumamente, «Almas Cativas», em 1931) e foi outro poeta de origem açoriana, Vitorino Nemésio, quem para ela chamou a atenção, salientando como a solidão, a sonolência e o tédio são características da insularidade.

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

Ler do mesmo autor Abandonadas

 

Aves do Mar – Roberto de Mesquita

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Aves do mar que em ronda lenta
Giram no ar, à ventania,
Gritam na tarde macilenta
A sua bárbara alegria.

Incha lá fora a vaga escura,
Uiva o nordeste aflitamente.
Que mágoa anónima satura
Este ar de Inverno, este ar doente?

Alma que vogas a gemer
Na tarde anémica, de vento,
Como se infiltra no meu ser
O teu esparso sofrimento!

Que viuvez desamparada
Chora no ar, no vento frio
Por esta tarde macerada
Em que a esp’rança se esvaiu!”..

Roberto Augusto de Mesquita Henriques nasceu em Santa Cruz das Flores (Açores) a 19 de Junho de 1871 e aí faleceu, de síncope cardíaca, a 31 de Dezembro de 1923. Depois dos estudos liceais em Angra do Heroísmo e na Horta, começou como secretário de Finanças, em 1896, para chegar, em 1919, a chefe de repartição da Fazenda Pública. Era irmão de Carlos de Mesquita (1870-1916), que, além de também poeta, foi professor da universidade de Coimbra e o mais notável crítico do movimento simbolista. A poesia do irmão mais novo evoluiu do parnasianismo ao simbolismo e decadentismo, acabando por inflectir num sentido classicizante, à semelhança de Eugénio de Castro. Como o seu autor só abandonou o arquipélago natal para uma breve visita ao continente, em 1904, tal obra passou despercebida (apenas editada postumamente, «Almas Cativas», em 1931) e foi outro poeta de origem açoriana, Vitorino Nemésio, quem para ela chamou a atenção, salientando como a solidão, a sonolência e o tédio são características da insularidade.

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

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Happy birthday Veronica Vareková

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