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Laranjas amargas para franceses e Buffon ao defender um penalty ainda preserva esperanças de italianos Junho 13, 2008

Filed under: Euro 2008,football,Futebol — looking4good @ 10:53 pm

Nem parece que os franceses são os criadores do famoso licor Cointreau produzido a partir de (cascas) de laranjas amargas das «West Indies». Os holandeses pregaram 4-1 (1-0 ao intervalo) aos «petit française» de Raymond Domenech que, com toda a certeza já baixou a «bolinha» relativamente à sua habitual arrogância.
Kuyt cedo fez 1-0 (9′) mas a partir dos 20′ os franceses reagiram e o empate esteve perto não fosse a ineficácia na cnclusão dos lances.
Os vice-campeões do Mundo podem-se queixar de um penalty não assinalado a seu favor, por mão de um defesa holandês que poderia ter dado o empate a um golo. As substituições holandesas em plena segunda parte agitaram a equipa laranja que chegou ao 2-0 por Van Persie (59′). Henry ainda reduziu (71′) mas por pouco tempo pois um minuto volvido Robben repôs a diferença. Para aumentar o desalento dos franceses Sneijer em tempos de desconto marcou um golo espectacular. Com duas vitórias a Holanda juntou-se a Portugal e à Croácia napassagem aos Quartos de Final.

Thierry Henry ainda fez o 1-2 mas a diferença mínima só durou um minuto

Já antes para este Grupo C Itália e Roménia haviam empatado a um golo. Os romenos inauguraram por Mutu aos 54′ mas no minuto seguinte Panucci igualou. A dez minutos do fim Buffon defendeu espectacularmnte um penalty evitando que Mutu fizesse o bis e mandasse definitivamente a selecção de Itália para casa após fase de grupos. Assim ainda se mantém a esperança de se qualificarem se vencerem a França e a Roménia não ganhar à Holanda. O que surpreende nesta equipa italiana e a falta de «killer instinct», qualidade que tanto a caracterizava. Uma coisa já é certa de Itália ou França só uma pode passar e até pode acontecer ficarem ambas pelo caminho … Quem diria?

 

Laranjas amargas para franceses e Buffon ao defender um penalty ainda preserva esperanças de italianos

Filed under: Euro 2008,football,Futebol — looking4good @ 10:53 pm

Nem parece que os franceses são os criadores do famoso licor Cointreau produzido a partir de (cascas) de laranjas amargas das «West Indies». Os holandeses pregaram 4-1 (1-0 ao intervalo) aos «petit française» de Raymond Domenech que, com toda a certeza já baixou a «bolinha» relativamente à sua habitual arrogância.
Kuyt cedo fez 1-0 (9′) mas a partir dos 20′ os franceses reagiram e o empate esteve perto não fosse a ineficácia na cnclusão dos lances.
Os vice-campeões do Mundo podem-se queixar de um penalty não assinalado a seu favor, por mão de um defesa holandês que poderia ter dado o empate a um golo. As substituições holandesas em plena segunda parte agitaram a equipa laranja que chegou ao 2-0 por Van Persie (59′). Henry ainda reduziu (71′) mas por pouco tempo pois um minuto volvido Robben repôs a diferença. Para aumentar o desalento dos franceses Sneijer em tempos de desconto marcou um golo espectacular. Com duas vitórias a Holanda juntou-se a Portugal e à Croácia napassagem aos Quartos de Final.

Thierry Henry ainda fez o 1-2 mas a diferença mínima só durou um minuto

Já antes para este Grupo C Itália e Roménia haviam empatado a um golo. Os romenos inauguraram por Mutu aos 54′ mas no minuto seguinte Panucci igualou. A dez minutos do fim Buffon defendeu espectacularmnte um penalty evitando que Mutu fizesse o bis e mandasse definitivamente a selecção de Itália para casa após fase de grupos. Assim ainda se mantém a esperança de se qualificarem se vencerem a França e a Roménia não ganhar à Holanda. O que surpreende nesta equipa italiana e a falta de «killer instinct», qualidade que tanto a caracterizava. Uma coisa já é certa de Itália ou França só uma pode passar e até pode acontecer ficarem ambas pelo caminho … Quem diria?

 

Laranjas amargas para franceses e Buffon ao defender um penalty ainda preserva esperanças de italianos

Filed under: Euro 2008,football,Futebol — looking4good @ 10:53 pm

Nem parece que os franceses são os criadores do famoso licor Cointreau produzido a partir de (cascas) de laranjas amargas das «West Indies». Os holandeses pregaram 4-1 (1-0 ao intervalo) aos «petit française» de Raymond Domenech que, com toda a certeza já baixou a «bolinha» relativamente à sua habitual arrogância.
Kuyt cedo fez 1-0 (9′) mas a partir dos 20′ os franceses reagiram e o empate esteve perto não fosse a ineficácia na cnclusão dos lances.
Os vice-campeões do Mundo podem-se queixar de um penalty não assinalado a seu favor, por mão de um defesa holandês que poderia ter dado o empate a um golo. As substituições holandesas em plena segunda parte agitaram a equipa laranja que chegou ao 2-0 por Van Persie (59′). Henry ainda reduziu (71′) mas por pouco tempo pois um minuto volvido Robben repôs a diferença. Para aumentar o desalento dos franceses Sneijer em tempos de desconto marcou um golo espectacular. Com duas vitórias a Holanda juntou-se a Portugal e à Croácia napassagem aos Quartos de Final.

Thierry Henry ainda fez o 1-2 mas a diferença mínima só durou um minuto

Já antes para este Grupo C Itália e Roménia haviam empatado a um golo. Os romenos inauguraram por Mutu aos 54′ mas no minuto seguinte Panucci igualou. A dez minutos do fim Buffon defendeu espectacularmnte um penalty evitando que Mutu fizesse o bis e mandasse definitivamente a selecção de Itália para casa após fase de grupos. Assim ainda se mantém a esperança de se qualificarem se vencerem a França e a Roménia não ganhar à Holanda. O que surpreende nesta equipa italiana e a falta de «killer instinct», qualidade que tanto a caracterizava. Uma coisa já é certa de Itália ou França só uma pode passar e até pode acontecer ficarem ambas pelo caminho … Quem diria?

 

NÃO SEI SER TRISTE… – Fernando Pessoa

Filed under: Fernando Pessoa,poesia — looking4good @ 6:15 am

Na efeméride do 120º. aniversário do nascimento do poeta:

NÃO SEI SER TRISTE a valer
Nem ser alegre deveras
Acreditem: não sei ser.
Serão as almas sinceras
Assim também, sem saber?

Ah, ante a ficção da alma
E a mentira da emoção
Com que prazer me dá calma
Ver uma flor sem razão
Florir sem ter coração!

Mas enfim não há diferença.
Se a flor flore sem querer,
Sem querer a gente pensa.
O que nela é florescer
Em nós é ter consciência.

Depois, a nós como a ela,
Quando o Fado os faz passar,
Surgem as patas dos deuses
E a ambos nos vêm calcar.

‘Stá bem, enquanto não vêm,
Vamos florir ou pensar.

3-4-1931

in Obra Essencial de Fernando Pessoa – Poesia do Eu , edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

Fernando António Nogueira Pessoa (n. em Lisboa a 13 Jun. 1888 — m. em Lisboa a 30 de Nov. de 1935).

Mais poemas de Fernando Pessoa, neste blog:
Tabacaria
Liberdade
Intervalo – Bernardo Soares
O guardador de rebanhos – X (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXI (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXVIII (ALlberto Caeiro)
O Tejo é mais belo …
Não sei se é sonho se é realidade
Odes – Ricardo Reis
Cruz na porta da tabacaria
Fragmentos do Livro do desassossego – Bernardo Soares
Afinal a melhor maneira de viajar é sentir…
Todas as cartas de amor são…
Se te queres matar …
Dai-me rosas e lírios…
Sou vil, sou reles como toda a gente…
Não sei se é amor que tens
O que há em mim é sobretudo cansaço
Mar português
Ode marcial – h
Lycanthropy
Conselho
Para além da curva da estrada (Alberto Caeiro)
Sopra demais o vento
Poema da Canção sobre a Esperança
Soneto 1 de 35 sonetos (Poesia Inglesa) – em português
Sonnet 1 (from 35 Sonnets)

 

NÃO SEI SER TRISTE… – Fernando Pessoa

Filed under: Fernando Pessoa,poesia — looking4good @ 6:15 am

Na efeméride do 120º. aniversário do nascimento do poeta:

NÃO SEI SER TRISTE a valer
Nem ser alegre deveras
Acreditem: não sei ser.
Serão as almas sinceras
Assim também, sem saber?

Ah, ante a ficção da alma
E a mentira da emoção
Com que prazer me dá calma
Ver uma flor sem razão
Florir sem ter coração!

Mas enfim não há diferença.
Se a flor flore sem querer,
Sem querer a gente pensa.
O que nela é florescer
Em nós é ter consciência.

Depois, a nós como a ela,
Quando o Fado os faz passar,
Surgem as patas dos deuses
E a ambos nos vêm calcar.

‘Stá bem, enquanto não vêm,
Vamos florir ou pensar.

3-4-1931

in Obra Essencial de Fernando Pessoa – Poesia do Eu , edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

Fernando António Nogueira Pessoa (n. em Lisboa a 13 Jun. 1888 — m. em Lisboa a 30 de Nov. de 1935).

Mais poemas de Fernando Pessoa, neste blog:
Tabacaria
Liberdade
Intervalo – Bernardo Soares
O guardador de rebanhos – X (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXI (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXVIII (ALlberto Caeiro)
O Tejo é mais belo …
Não sei se é sonho se é realidade
Odes – Ricardo Reis
Cruz na porta da tabacaria
Fragmentos do Livro do desassossego – Bernardo Soares
Afinal a melhor maneira de viajar é sentir…
Todas as cartas de amor são…
Se te queres matar …
Dai-me rosas e lírios…
Sou vil, sou reles como toda a gente…
Não sei se é amor que tens
O que há em mim é sobretudo cansaço
Mar português
Ode marcial – h
Lycanthropy
Conselho
Para além da curva da estrada (Alberto Caeiro)
Sopra demais o vento
Poema da Canção sobre a Esperança
Soneto 1 de 35 sonetos (Poesia Inglesa) – em português
Sonnet 1 (from 35 Sonnets)

 

NÃO SEI SER TRISTE… – Fernando Pessoa

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Na efeméride do 120º. aniversário do nascimento do poeta:

NÃO SEI SER TRISTE a valer
Nem ser alegre deveras
Acreditem: não sei ser.
Serão as almas sinceras
Assim também, sem saber?

Ah, ante a ficção da alma
E a mentira da emoção
Com que prazer me dá calma
Ver uma flor sem razão
Florir sem ter coração!

Mas enfim não há diferença.
Se a flor flore sem querer,
Sem querer a gente pensa.
O que nela é florescer
Em nós é ter consciência.

Depois, a nós como a ela,
Quando o Fado os faz passar,
Surgem as patas dos deuses
E a ambos nos vêm calcar.

‘Stá bem, enquanto não vêm,
Vamos florir ou pensar.

3-4-1931

in Obra Essencial de Fernando Pessoa – Poesia do Eu , edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

Fernando António Nogueira Pessoa (n. em Lisboa a 13 Jun. 1888 — m. em Lisboa a 30 de Nov. de 1935).

Mais poemas de Fernando Pessoa, neste blog:
Tabacaria
Liberdade
Intervalo – Bernardo Soares
O guardador de rebanhos – X (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXI (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXVIII (ALlberto Caeiro)
O Tejo é mais belo …
Não sei se é sonho se é realidade
Odes – Ricardo Reis
Cruz na porta da tabacaria
Fragmentos do Livro do desassossego – Bernardo Soares
Afinal a melhor maneira de viajar é sentir…
Todas as cartas de amor são…
Se te queres matar …
Dai-me rosas e lírios…
Sou vil, sou reles como toda a gente…
Não sei se é amor que tens
O que há em mim é sobretudo cansaço
Mar português
Ode marcial – h
Lycanthropy
Conselho
Para além da curva da estrada (Alberto Caeiro)
Sopra demais o vento
Poema da Canção sobre a Esperança
Soneto 1 de 35 sonetos (Poesia Inglesa) – em português
Sonnet 1 (from 35 Sonnets)

 

NÃO SEI SER TRISTE… – Fernando Pessoa

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Na efeméride do 120º. aniversário do nascimento do poeta:

NÃO SEI SER TRISTE a valer
Nem ser alegre deveras
Acreditem: não sei ser.
Serão as almas sinceras
Assim também, sem saber?

Ah, ante a ficção da alma
E a mentira da emoção
Com que prazer me dá calma
Ver uma flor sem razão
Florir sem ter coração!

Mas enfim não há diferença.
Se a flor flore sem querer,
Sem querer a gente pensa.
O que nela é florescer
Em nós é ter consciência.

Depois, a nós como a ela,
Quando o Fado os faz passar,
Surgem as patas dos deuses
E a ambos nos vêm calcar.

‘Stá bem, enquanto não vêm,
Vamos florir ou pensar.

3-4-1931

in Obra Essencial de Fernando Pessoa – Poesia do Eu , edição Richard Zenith, Assírio & Alvim

Fernando António Nogueira Pessoa (n. em Lisboa a 13 Jun. 1888 — m. em Lisboa a 30 de Nov. de 1935).

Mais poemas de Fernando Pessoa, neste blog:
Tabacaria
Liberdade
Intervalo – Bernardo Soares
O guardador de rebanhos – X (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXI (Alberto Caeiro)
O guardador de rebanhos – XXVIII (ALlberto Caeiro)
O Tejo é mais belo …
Não sei se é sonho se é realidade
Odes – Ricardo Reis
Cruz na porta da tabacaria
Fragmentos do Livro do desassossego – Bernardo Soares
Afinal a melhor maneira de viajar é sentir…
Todas as cartas de amor são…
Se te queres matar …
Dai-me rosas e lírios…
Sou vil, sou reles como toda a gente…
Não sei se é amor que tens
O que há em mim é sobretudo cansaço
Mar português
Ode marcial – h
Lycanthropy
Conselho
Para além da curva da estrada (Alberto Caeiro)
Sopra demais o vento
Poema da Canção sobre a Esperança
Soneto 1 de 35 sonetos (Poesia Inglesa) – em português
Sonnet 1 (from 35 Sonnets)