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Minibiografia – Luíza Neto Jorge Maio 10, 2008

Filed under: Luíza Neto Jorge,poesia — looking4good @ 2:09 am
Mulher ao espelho foto daqui

Não me quero com o tempo nem com a moda
Olho como um deus para tudo de alto
Mas zás! do motor corpo o mau ressalto
Me faz a todo o passo errar a coda.

Porque envelheço, adoeço, esqueço
Quanto a vida é gesto e amor é foda;
Diferente me concebo e só do avesso
O formato mulher se me acomoda

E se nave vier do fundo espaço
Cedo raptar-me, assassinar-me, cedo:
Logo me leve, subirei sem medo
À cena do mais árduo e do mais escasso.

Um poema deixo, ao retardador:
Meia palavra a bom entendedor.

Maria Luíza Neto Jorge nasceu a 10 de Maio de 1939 em Lisboa, onde faleceu a 23 de Fevereiro de 1989. Frequentou Filologia Românica na Faculdade de Letras da sua cidade natal, mas não concluiu o curso. Pertenceu ao grupo Poesia ‘61 e viveu em Paris de 1962 a 1970. A sua poesia é tendencialmente surrealista: «Noite Vertebrada» (1960), «4.ª Dimensão» (1961), «Terra Imóvel» (1964), «O Seu a Seu Tempo» (1966), «19 Recantos» (1969), «O Ciclópico Acto» (1972), «Os Sítios Sitiados» (1973), «Onze Poemas» (1983), «A Lume» (1989) e, postumamente, «Poesia 1960/89» (1993). Adaptou para o teatro «O Fatalista» de Diderot e escreveu os diálogos dos filmes «Brandos Costumes» de Seixas Santos e «A Ilha dos Amores» de Paulo Rocha. Distinguiu-se também como tradutora literária.

Poema e nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Minibiografia – Luíza Neto Jorge

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Mulher ao espelho foto daqui

Não me quero com o tempo nem com a moda
Olho como um deus para tudo de alto
Mas zás! do motor corpo o mau ressalto
Me faz a todo o passo errar a coda.

Porque envelheço, adoeço, esqueço
Quanto a vida é gesto e amor é foda;
Diferente me concebo e só do avesso
O formato mulher se me acomoda

E se nave vier do fundo espaço
Cedo raptar-me, assassinar-me, cedo:
Logo me leve, subirei sem medo
À cena do mais árduo e do mais escasso.

Um poema deixo, ao retardador:
Meia palavra a bom entendedor.

Maria Luíza Neto Jorge nasceu a 10 de Maio de 1939 em Lisboa, onde faleceu a 23 de Fevereiro de 1989. Frequentou Filologia Românica na Faculdade de Letras da sua cidade natal, mas não concluiu o curso. Pertenceu ao grupo Poesia ‘61 e viveu em Paris de 1962 a 1970. A sua poesia é tendencialmente surrealista: «Noite Vertebrada» (1960), «4.ª Dimensão» (1961), «Terra Imóvel» (1964), «O Seu a Seu Tempo» (1966), «19 Recantos» (1969), «O Ciclópico Acto» (1972), «Os Sítios Sitiados» (1973), «Onze Poemas» (1983), «A Lume» (1989) e, postumamente, «Poesia 1960/89» (1993). Adaptou para o teatro «O Fatalista» de Diderot e escreveu os diálogos dos filmes «Brandos Costumes» de Seixas Santos e «A Ilha dos Amores» de Paulo Rocha. Distinguiu-se também como tradutora literária.

Poema e nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Minibiografia – Luíza Neto Jorge

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Não me quero com o tempo nem com a moda
Olho como um deus para tudo de alto
Mas zás! do motor corpo o mau ressalto
Me faz a todo o passo errar a coda.

Porque envelheço, adoeço, esqueço
Quanto a vida é gesto e amor é foda;
Diferente me concebo e só do avesso
O formato mulher se me acomoda

E se nave vier do fundo espaço
Cedo raptar-me, assassinar-me, cedo:
Logo me leve, subirei sem medo
À cena do mais árduo e do mais escasso.

Um poema deixo, ao retardador:
Meia palavra a bom entendedor.

Maria Luíza Neto Jorge nasceu a 10 de Maio de 1939 em Lisboa, onde faleceu a 23 de Fevereiro de 1989. Frequentou Filologia Românica na Faculdade de Letras da sua cidade natal, mas não concluiu o curso. Pertenceu ao grupo Poesia ‘61 e viveu em Paris de 1962 a 1970. A sua poesia é tendencialmente surrealista: «Noite Vertebrada» (1960), «4.ª Dimensão» (1961), «Terra Imóvel» (1964), «O Seu a Seu Tempo» (1966), «19 Recantos» (1969), «O Ciclópico Acto» (1972), «Os Sítios Sitiados» (1973), «Onze Poemas» (1983), «A Lume» (1989) e, postumamente, «Poesia 1960/89» (1993). Adaptou para o teatro «O Fatalista» de Diderot e escreveu os diálogos dos filmes «Brandos Costumes» de Seixas Santos e «A Ilha dos Amores» de Paulo Rocha. Distinguiu-se também como tradutora literária.

Poema e nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Minibiografia – Luíza Neto Jorge

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Mulher ao espelho foto daqui

Não me quero com o tempo nem com a moda
Olho como um deus para tudo de alto
Mas zás! do motor corpo o mau ressalto
Me faz a todo o passo errar a coda.

Porque envelheço, adoeço, esqueço
Quanto a vida é gesto e amor é foda;
Diferente me concebo e só do avesso
O formato mulher se me acomoda

E se nave vier do fundo espaço
Cedo raptar-me, assassinar-me, cedo:
Logo me leve, subirei sem medo
À cena do mais árduo e do mais escasso.

Um poema deixo, ao retardador:
Meia palavra a bom entendedor.

Maria Luíza Neto Jorge nasceu a 10 de Maio de 1939 em Lisboa, onde faleceu a 23 de Fevereiro de 1989. Frequentou Filologia Românica na Faculdade de Letras da sua cidade natal, mas não concluiu o curso. Pertenceu ao grupo Poesia ‘61 e viveu em Paris de 1962 a 1970. A sua poesia é tendencialmente surrealista: «Noite Vertebrada» (1960), «4.ª Dimensão» (1961), «Terra Imóvel» (1964), «O Seu a Seu Tempo» (1966), «19 Recantos» (1969), «O Ciclópico Acto» (1972), «Os Sítios Sitiados» (1973), «Onze Poemas» (1983), «A Lume» (1989) e, postumamente, «Poesia 1960/89» (1993). Adaptou para o teatro «O Fatalista» de Diderot e escreveu os diálogos dos filmes «Brandos Costumes» de Seixas Santos e «A Ilha dos Amores» de Paulo Rocha. Distinguiu-se também como tradutora literária.

Poema e nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

10 May: Happy birthday Linda Evangelista

Filed under: celebrities,Linda Evangelista — looking4good @ 1:53 am

Linda Evangelista

 

10 May: Happy birthday Linda Evangelista

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Linda Evangelista

 

On this day in History – May 10

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 12:35 am
 

On this day in History – May 10

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Apito Final: Afinal há corrupção e coacção no futebol português (?!)

Filed under: arbitragem,Futebol — looking4good @ 12:27 am
Pois aí está. Não foi a bomba, porque há tanto tempo que o assunto se desenrola que a explosão foi perdendo força…

Afinal em termos de clubes só o Boavista aparece verdadeiramente atingido com a pena de descida de divisão pela prática de coacção sobre os árbitros. João Loureiro sofreu uma suspensão de quatro anos, embora não tenha qualquer intuito de voltar ao dirigismo desportivo, segundo ele próprio afirma.

O FC Porto vê a sua situação «regularizada» com a perda de meros 6 pontos que produz efeitos num campeonato em que tinha 20 de avanço. Afinal a(s) «tentativa(s) de corrupção» até vale(m) a pena… e o Pinto da Costa (o presidente suspenso por dois anos) até já declarou que o Porto não vai recorrer ! Vai ele recorrer da pena que lhe foi aplicada. Tirem as devidas ilacções…

A União de Leiria foi o terceiro clube atingido com a perda de três pontos, também num campeonato em que a consequência é nenhuma. O presidente João Bartolomeu foi suspenso por um ano.

Mas sintomático da gravidade dos factos é que cinco árbitros foram punidos com penas de suspensão não inferiores a dois anos! «Os árbitros envolvidos nestes processos foram também punidos com penas de suspensão: Augusto Duarte com seis anos; Jacinto Paixão com quatro anos; Martins dos Santos com três anos e meio; José Chilrito e Manuel Quadrado com dois anos e meio».

Afinal os árbitros cederam à coacção? Houve só tentativas de corrupção (ou sea corrupção não consumada) e cinco árbitros apanham estas penas? Parece não haver correspondencia entre a gravidade das penas aos clubes e aos árbitros… Ou será porque a maior parte dos árbitros atingidos já não está cá a arbitrar? Jacinto Paixão, Martins dos Santos (afinal o Presidente do Nacional tinha razão, não me admiro, eu tenho ainda uns videozitos dumas arbitragens deste senhor…).

O Apito Final parece dizer que houve coragem (tardia) ? Ou ela ficou a meio-termo? Ou ainda como diz o Blog Atlântico Não devia ser ao contrário?

Quem é que afinal tinha razão?

De qualquer modo destas decisões cabe recurso para o Conselho de Justiça…