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Love expression Abril 18, 2008

Filed under: Love — looking4good @ 9:38 am

Queste sono le frasi d’amore usate di frequente chattando o scrivendo mail o commenti sul web. La rete usa di solito la lingua inglese ovviamente adattata all’uso spicciolo, veloce, simbolico.

I love you
ti amo; ti voglio bene

I wish you the best
ti auguro il meglio

I love you a lot
ti amo tanto

I love you so so much
ti amo tantissimo

You are lovely and I love You
sei adorabile e io ti amo

I miss You
mi manchi

I fancy You (a lot)
mi piaci (molto)

I am keen on You
mi piaci

sempre del genere tesoruccio-amoruccio:
apple dumplin’
sugar pie
sweetheart
honey-bunny

I miss You like the air that i breathe
mi manchi come l’aria che respiro

I miss You and I’m always thinking of You
mi manchi e ti penso continuamente

I can’t stop thinking about You
non posso fare a meno di pensarti

I can’t get her/him/it out of my mind
non riesco a togliermela/o dalla mente

I ever think about You
ti penso sempre/penso sempre a te

I think only to You
penso solo a te

I can’t think other than You
non posso fare a meno di pensarti/non posso pensare ad altro che a te

dear
cara/o
honey
letteralmente “miele” /“dolcezza”/
baby
letteralmente “bambina/o”/ piccolina/lino/
sweetheart
letteralmente “dolce cuore” /“amore” o “tesoro”/

You are my whole life
sei tutta la mia vita

You’re my everything
sei tutto per me

please do not forget me!
per favore non dimenticarmi!

is this Your answer?
questa è la tua risposta?

don’t You love me anymore?
non mi ami più?

I am very upsad
sono molto arrabbiata/o

You betrayed me
mi hai tradita/o; mi sento tradita/o

I hate You and never want to speak to You again!
ti odio, e non voglio parlarti mai più!

when do You think You can come to New York?
quando pensi di potere venire a New York?

I am falling in love with You
mi sto innamorando di te

You have made this vacation so memorable
hai reso questa vacanza indimenticabile

I will send You photos by mail
ti manderò le foto via email

kiss me
baciami

hold me
abbracciami/stringimi

I always think of You
ti penso sempre/penso sempre a te

I only think of You
penso solo a te

I am very upset
sono molto arrabbiata/o

I hate You and I never wanna talk to You again!
ti odio, e non voglio parlarti mai più!

fonte

 

Quando eu morrer – Costa Alegre

Filed under: Costa Alegre,poesia,Unicepe — looking4good @ 1:27 am
Não quero, tenho horror que a sepultura
mude em vermes meu corpo enregelado;
se no fogo viveu minha alma pura,
quero o meu corpo morto calcinado.

Depois de ser em cinzas transformado,
lancem-me ao vento, ao seio da Natura;
quero viver no espaço ilimitado,
no mar, na terra, na celeste altura.

E talvez no teu seio, ó virgem linda,
tão branco como o seio da virtude,
eu, feito em cinzas, me introduza ainda!

E no teu coração pequeno e forte
(ó gozo triste!) viva eu na morte,
já que na vida lá viver não pude.

Caetano da Costa Alegre nasceu em Vila da Trindade (São Tomé) a 26 de Abril de 1864 e morreu, tuberculoso, em Alcobaça a 18 de Abril de 1890. Veio com 19 anos para a metrópole, onde fez os estudos preparatórios, matriculando-se na Escola Médica de Lisboa, mas a morte surpreendeu-o durante o 3.º ano do curso. Sentiu como uma maldição a cor negra e os seus versos, cheios de melancolia, são minados pela nostalgia da ilha natal. Os seus sonetos são do vol. «Versos» editado postumamente, em 1916.

Soneto e nota biobliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Mors-Amor – Antero de Quental

Filed under: Antero de Quental,poesia — looking4good @ 12:59 am

picture from here

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: “Eu sou a Morte!”
Responde o cavaleiro: “Eu sou o Amor!”

Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada (Açores) a 18 de Abril de 1842 e suicidou-se na mesma cidade da ilha de São Miguel a 11 de Setembro de 1891. Estanciou em Coimbra de 1858 a 1864 e aí obteve a formatura em Direito. Romanticamente anti-romântico, deu origem, em 1865, à famigerada Questão Coimbrã (polémica contra o Ultra-Romantismo) e promoveu, em 1871, as Conferências do Casino Lisbonense (proibidas pelo governo de então). Viajou até Paris em 1866 e até à América em 1869, além de se deslocar por várias vezes entre o seu arquipélago natal e o continente. Residiu em Vila do Conde de 1881 a 1890. Poeta e filósofo, foi o grão-mestre da chamada Geração de ’70. Física (gastroplegia), psíquica (nevrose maníaco-depressiva) e metafisicamente (pessimismo) doente, o «génio que era um santo» teve o fim trágico que era de prever. A sua principal obra poética são os «Sonetos» (1886).

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Mors-Amor – Antero de Quental

Filed under: Antero de Quental,poesia — looking4good @ 12:59 am

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Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: “Eu sou a Morte!”
Responde o cavaleiro: “Eu sou o Amor!”

Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada (Açores) a 18 de Abril de 1842 e suicidou-se na mesma cidade da ilha de São Miguel a 11 de Setembro de 1891. Estanciou em Coimbra de 1858 a 1864 e aí obteve a formatura em Direito. Romanticamente anti-romântico, deu origem, em 1865, à famigerada Questão Coimbrã (polémica contra o Ultra-Romantismo) e promoveu, em 1871, as Conferências do Casino Lisbonense (proibidas pelo governo de então). Viajou até Paris em 1866 e até à América em 1869, além de se deslocar por várias vezes entre o seu arquipélago natal e o continente. Residiu em Vila do Conde de 1881 a 1890. Poeta e filósofo, foi o grão-mestre da chamada Geração de ’70. Física (gastroplegia), psíquica (nevrose maníaco-depressiva) e metafisicamente (pessimismo) doente, o «génio que era um santo» teve o fim trágico que era de prever. A sua principal obra poética são os «Sonetos» (1886).

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Mors-Amor – Antero de Quental

Filed under: Antero de Quental,poesia — looking4good @ 12:59 am

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Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: “Eu sou a Morte!”
Responde o cavaleiro: “Eu sou o Amor!”

Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada (Açores) a 18 de Abril de 1842 e suicidou-se na mesma cidade da ilha de São Miguel a 11 de Setembro de 1891. Estanciou em Coimbra de 1858 a 1864 e aí obteve a formatura em Direito. Romanticamente anti-romântico, deu origem, em 1865, à famigerada Questão Coimbrã (polémica contra o Ultra-Romantismo) e promoveu, em 1871, as Conferências do Casino Lisbonense (proibidas pelo governo de então). Viajou até Paris em 1866 e até à América em 1869, além de se deslocar por várias vezes entre o seu arquipélago natal e o continente. Residiu em Vila do Conde de 1881 a 1890. Poeta e filósofo, foi o grão-mestre da chamada Geração de ’70. Física (gastroplegia), psíquica (nevrose maníaco-depressiva) e metafisicamente (pessimismo) doente, o «génio que era um santo» teve o fim trágico que era de prever. A sua principal obra poética são os «Sonetos» (1886).

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Mors-Amor – Antero de Quental

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Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: “Eu sou a Morte!”
Responde o cavaleiro: “Eu sou o Amor!”

Antero Tarquínio de Quental nasceu em Ponta Delgada (Açores) a 18 de Abril de 1842 e suicidou-se na mesma cidade da ilha de São Miguel a 11 de Setembro de 1891. Estanciou em Coimbra de 1858 a 1864 e aí obteve a formatura em Direito. Romanticamente anti-romântico, deu origem, em 1865, à famigerada Questão Coimbrã (polémica contra o Ultra-Romantismo) e promoveu, em 1871, as Conferências do Casino Lisbonense (proibidas pelo governo de então). Viajou até Paris em 1866 e até à América em 1869, além de se deslocar por várias vezes entre o seu arquipélago natal e o continente. Residiu em Vila do Conde de 1881 a 1890. Poeta e filósofo, foi o grão-mestre da chamada Geração de ’70. Física (gastroplegia), psíquica (nevrose maníaco-depressiva) e metafisicamente (pessimismo) doente, o «génio que era um santo» teve o fim trágico que era de prever. A sua principal obra poética são os «Sonetos» (1886).

Nota biobliográfica extraída de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.

 

Happy birthday – Melissa Joan Hart

Filed under: celebrities,Melissa Joan Hart,wallpapers — looking4good @ 12:25 am

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