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من اجل الخبز والحرية Abril 4, 2008

Filed under: peace,Rights — looking4good @ 10:30 pm

يدعوكم طلاب حركة حقى و الطلاب الاشتراكيون بجامعة القاهرة الى المشاركة فى مظاهرة يوم الاحد القادم 6 ابريل ضد ارتفاع المصاريف الدراسية و ارتفاع اسعار السلع الغذائية فى ظل تدنى مستوى الأجور و انخفاض مستوى معيشة الغالبية العظمى من الشعب المصرى الفقير الذى لا يجد قوت يومه بينما تتحكم فى السلطة و الثروة معا مجموعة من رجال الأعمال الذين لا هم لهم سوى زيادة ثرواتهم على حساب الشعب الفقير …مكان التجمع : ساحة كلية تجارة التوقيت :- الساعة 12 ظهرا
للمزيد من التفاصيل ..: جامعة القاهرة :

على اسم مصر

طلاب حقى

جامعة حلوان :طلاب مقاومة

 

Paços de Ferreira empata Guimarães

Filed under: football,Futebol,Liga Bwin,Paços de Ferreira,Vitória de Guimarães — looking4good @ 9:30 pm
Paços de Ferreira logo Paços de Ferreira
2-2
Vitória de Guimarães

Com quem ferros mata com ferros morre…

Jogo de inusitada importância face à posição classificativa de ambas as equipas, com o Vitória a lutar pela qualificação directa para a Liga dos Campeões que premeia o segundo lugar e o Paços de Ferreira em penúltimo na classificação a querer granjear pontos que lhe permita ultrapassar pelo menos uma equipa para conseguir a manutenção no escalão maior do futebol português.

Face a estes objectivos ambas as equipas pretendiam a vitória, mas cedo se percebeu diferenças de meios para atingir essa finalidade. O Vitória a usar maior técnica e a jogar com mais segurança organizartiva e porque não dizê-lo maior tranquilidade, o Paços de Ferreira com maior agressividade, mais genica, e a praticar um futebol mais directo.

O Paços de Ferreira dispôs da primeira oportunidade de golo com Wesley isolado a desperdiçar (11′) com o remate a ser defendido por Nilson. Foi assim, com grande contraste na eficácia que o Guimarães se apanhou a ganhar por 1-0 com um remate à entrada da área cruzado de Desmorets (14′) após passe de Alain, com bola ainda a bater no poste mas a entrar na baliza.

Foi pois aos locais que competiu andar atrás do prejuizo e a verdade é que durante a primeira parte os pacenses têm razões de queixa da arbitragem de PedroProença. Primeiro um fora de jogo mal assinalado num lance que daria golo (a bola entrou na baliza ainda que já com o jogo interrompido) e perto do final da primeira parte um penalty não assinalado após excelente jogada individual de Wesley, com Sereno a tocar no pé esquerdo do jogador pacense (e não na bola). Também disciplinarmente se verificou a maior intranquilidade dos pacenses com vários amarelados…

Na segunda parte o Vitória pareceu descansar cedo de mais noa vantagem adquirida com os locais ainda que em esforço a procurarem mais o ataque e esta vontade foi premiada com o empate num excelente cabeceamento de William a finalizar um cuzamento da direita de Edson.

Os minutos que se seguiram pareceram demonstraram que o Guimarães estavam apenas a controlar o jogo e o resultado porque lhe era favorável já que logo após sofrerem o empate voltaram a superiorizarem-se, tiveram uma bola no poste e num livre (discutível saber se foi o defesa que fez oposição ilegal se foi o avançado que bateu no defesa já colocado) directo Desmorets voltou a marcar colocando os visitantes de novo em vantagem.

Parecia que os locais já não tinham força psicológica, operaram-se as substituições da ordem (as do Vitória mais para controlar o tempo, nada de novo trazendo à equipa) e já em tempos de desconto o futebol directo pacense foi coroado com o empate – depois de um toque de cabeça, Wesley rematou de pé esquerdo com a bola a fugir do mio opara o canto superior direito de Nilson sem hipótese para este. O Vitória que ganhara a dois minutos do fim na passada semana com um golo de Roberto desperdiçava, assim, o triunfo em Paços de Ferreira já nos descontos (foram concedidos quatro minutos).

O empate acaba por ser um resultado ajustado. Maior técnica, organização e tranquilidade dos vitorianos, mais nervo, mais físico mas grande força psicológica para o Paços de Ferreira.

Empate que não satisfaz totalmente os interesses de qualquer uma das equipas, mas que também não as desmobiliza pelos objectivos que continuarão a prosseguir.

Estádio: Estádio da Mata Real
Árbitros: Pedro Proença, Aux – José Lima,Tiago Trigo 4º

PAÇOS DE FERREIRA – Peçanha; Mangualde (Furtado 79′), Rovérsio, Kiko e Chico Silva; Edson, Pedrinha (Dédé 64′), Paulo Sousa e Wesley; William e Cristiano (Fábio Paim 79′).

V. GUIMARÃES – Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Momha; João Alves e Flávio Meireles; Alan (Moreno 85′), Ghilas (Fajardo 89′) e Desmarets; Mrdakovic (Roberto 65′).

Golos: Desmorets (2) 14′ e 74′; 1-1 William 60′; 2-2 Wesley aos 90’+2′
Disciplina:
31′ Cartão amarelo para Pedrinha (P. Ferreira).
52′ Cartão amarelo para Paulo Sousa (P. Ferreira).
71′ Cartão amarelo para Rovérsio (P. Ferreira).
73′ Cartão amarelo para Kiko (P. Ferreira).
78′ Cartão amarelo para Dedé (P. Ferreira).
84′ Cartão amarelo para Furtado (P. Ferreira).

 

Paços de Ferreira empata Guimarães

Filed under: football,Futebol,Liga Bwin,Paços de Ferreira,Vitória de Guimarães — looking4good @ 9:30 pm
Paços de Ferreira logo Paços de Ferreira
2-2
Vitória de Guimarães

Com quem ferros mata com ferros morre…

Jogo de inusitada importância face à posição classificativa de ambas as equipas, com o Vitória a lutar pela qualificação directa para a Liga dos Campeões que premeia o segundo lugar e o Paços de Ferreira em penúltimo na classificação a querer granjear pontos que lhe permita ultrapassar pelo menos uma equipa para conseguir a manutenção no escalão maior do futebol português.

Face a estes objectivos ambas as equipas pretendiam a vitória, mas cedo se percebeu diferenças de meios para atingir essa finalidade. O Vitória a usar maior técnica e a jogar com mais segurança organizartiva e porque não dizê-lo maior tranquilidade, o Paços de Ferreira com maior agressividade, mais genica, e a praticar um futebol mais directo.

O Paços de Ferreira dispôs da primeira oportunidade de golo com Wesley isolado a desperdiçar (11′) com o remate a ser defendido por Nilson. Foi assim, com grande contraste na eficácia que o Guimarães se apanhou a ganhar por 1-0 com um remate à entrada da área cruzado de Desmorets (14′) após passe de Alain, com bola ainda a bater no poste mas a entrar na baliza.

Foi pois aos locais que competiu andar atrás do prejuizo e a verdade é que durante a primeira parte os pacenses têm razões de queixa da arbitragem de PedroProença. Primeiro um fora de jogo mal assinalado num lance que daria golo (a bola entrou na baliza ainda que já com o jogo interrompido) e perto do final da primeira parte um penalty não assinalado após excelente jogada individual de Wesley, com Sereno a tocar no pé esquerdo do jogador pacense (e não na bola). Também disciplinarmente se verificou a maior intranquilidade dos pacenses com vários amarelados…

Na segunda parte o Vitória pareceu descansar cedo de mais noa vantagem adquirida com os locais ainda que em esforço a procurarem mais o ataque e esta vontade foi premiada com o empate num excelente cabeceamento de William a finalizar um cuzamento da direita de Edson.

Os minutos que se seguiram pareceram demonstraram que o Guimarães estavam apenas a controlar o jogo e o resultado porque lhe era favorável já que logo após sofrerem o empate voltaram a superiorizarem-se, tiveram uma bola no poste e num livre (discutível saber se foi o defesa que fez oposição ilegal se foi o avançado que bateu no defesa já colocado) directo Desmorets voltou a marcar colocando os visitantes de novo em vantagem.

Parecia que os locais já não tinham força psicológica, operaram-se as substituições da ordem (as do Vitória mais para controlar o tempo, nada de novo trazendo à equipa) e já em tempos de desconto o futebol directo pacense foi coroado com o empate – depois de um toque de cabeça, Wesley rematou de pé esquerdo com a bola a fugir do mio opara o canto superior direito de Nilson sem hipótese para este. O Vitória que ganhara a dois minutos do fim na passada semana com um golo de Roberto desperdiçava, assim, o triunfo em Paços de Ferreira já nos descontos (foram concedidos quatro minutos).

O empate acaba por ser um resultado ajustado. Maior técnica, organização e tranquilidade dos vitorianos, mais nervo, mais físico mas grande força psicológica para o Paços de Ferreira.

Empate que não satisfaz totalmente os interesses de qualquer uma das equipas, mas que também não as desmobiliza pelos objectivos que continuarão a prosseguir.

Estádio: Estádio da Mata Real
Árbitros: Pedro Proença, Aux – José Lima,Tiago Trigo 4º

PAÇOS DE FERREIRA – Peçanha; Mangualde (Furtado 79′), Rovérsio, Kiko e Chico Silva; Edson, Pedrinha (Dédé 64′), Paulo Sousa e Wesley; William e Cristiano (Fábio Paim 79′).

V. GUIMARÃES – Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Momha; João Alves e Flávio Meireles; Alan (Moreno 85′), Ghilas (Fajardo 89′) e Desmarets; Mrdakovic (Roberto 65′).

Golos: Desmorets (2) 14′ e 74′; 1-1 William 60′; 2-2 Wesley aos 90’+2′
Disciplina:
31′ Cartão amarelo para Pedrinha (P. Ferreira).
52′ Cartão amarelo para Paulo Sousa (P. Ferreira).
71′ Cartão amarelo para Rovérsio (P. Ferreira).
73′ Cartão amarelo para Kiko (P. Ferreira).
78′ Cartão amarelo para Dedé (P. Ferreira).
84′ Cartão amarelo para Furtado (P. Ferreira).

 

Paços de Ferreira empata Guimarães

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Paços de Ferreira logo Paços de Ferreira
2-2
Vitória de Guimarães

Com quem ferros mata com ferros morre…

Jogo de inusitada importância face à posição classificativa de ambas as equipas, com o Vitória a lutar pela qualificação directa para a Liga dos Campeões que premeia o segundo lugar e o Paços de Ferreira em penúltimo na classificação a querer granjear pontos que lhe permita ultrapassar pelo menos uma equipa para conseguir a manutenção no escalão maior do futebol português.

Face a estes objectivos ambas as equipas pretendiam a vitória, mas cedo se percebeu diferenças de meios para atingir essa finalidade. O Vitória a usar maior técnica e a jogar com mais segurança organizartiva e porque não dizê-lo maior tranquilidade, o Paços de Ferreira com maior agressividade, mais genica, e a praticar um futebol mais directo.

O Paços de Ferreira dispôs da primeira oportunidade de golo com Wesley isolado a desperdiçar (11′) com o remate a ser defendido por Nilson. Foi assim, com grande contraste na eficácia que o Guimarães se apanhou a ganhar por 1-0 com um remate à entrada da área cruzado de Desmorets (14′) após passe de Alain, com bola ainda a bater no poste mas a entrar na baliza.

Foi pois aos locais que competiu andar atrás do prejuizo e a verdade é que durante a primeira parte os pacenses têm razões de queixa da arbitragem de PedroProença. Primeiro um fora de jogo mal assinalado num lance que daria golo (a bola entrou na baliza ainda que já com o jogo interrompido) e perto do final da primeira parte um penalty não assinalado após excelente jogada individual de Wesley, com Sereno a tocar no pé esquerdo do jogador pacense (e não na bola). Também disciplinarmente se verificou a maior intranquilidade dos pacenses com vários amarelados…

Na segunda parte o Vitória pareceu descansar cedo de mais noa vantagem adquirida com os locais ainda que em esforço a procurarem mais o ataque e esta vontade foi premiada com o empate num excelente cabeceamento de William a finalizar um cuzamento da direita de Edson.

Os minutos que se seguiram pareceram demonstraram que o Guimarães estavam apenas a controlar o jogo e o resultado porque lhe era favorável já que logo após sofrerem o empate voltaram a superiorizarem-se, tiveram uma bola no poste e num livre (discutível saber se foi o defesa que fez oposição ilegal se foi o avançado que bateu no defesa já colocado) directo Desmorets voltou a marcar colocando os visitantes de novo em vantagem.

Parecia que os locais já não tinham força psicológica, operaram-se as substituições da ordem (as do Vitória mais para controlar o tempo, nada de novo trazendo à equipa) e já em tempos de desconto o futebol directo pacense foi coroado com o empate – depois de um toque de cabeça, Wesley rematou de pé esquerdo com a bola a fugir do mio opara o canto superior direito de Nilson sem hipótese para este. O Vitória que ganhara a dois minutos do fim na passada semana com um golo de Roberto desperdiçava, assim, o triunfo em Paços de Ferreira já nos descontos (foram concedidos quatro minutos).

O empate acaba por ser um resultado ajustado. Maior técnica, organização e tranquilidade dos vitorianos, mais nervo, mais físico mas grande força psicológica para o Paços de Ferreira.

Empate que não satisfaz totalmente os interesses de qualquer uma das equipas, mas que também não as desmobiliza pelos objectivos que continuarão a prosseguir.

Estádio: Estádio da Mata Real
Árbitros: Pedro Proença, Aux – José Lima,Tiago Trigo 4º

PAÇOS DE FERREIRA – Peçanha; Mangualde (Furtado 79′), Rovérsio, Kiko e Chico Silva; Edson, Pedrinha (Dédé 64′), Paulo Sousa e Wesley; William e Cristiano (Fábio Paim 79′).

V. GUIMARÃES – Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Momha; João Alves e Flávio Meireles; Alan (Moreno 85′), Ghilas (Fajardo 89′) e Desmarets; Mrdakovic (Roberto 65′).

Golos: Desmorets (2) 14′ e 74′; 1-1 William 60′; 2-2 Wesley aos 90’+2′
Disciplina:
31′ Cartão amarelo para Pedrinha (P. Ferreira).
52′ Cartão amarelo para Paulo Sousa (P. Ferreira).
71′ Cartão amarelo para Rovérsio (P. Ferreira).
73′ Cartão amarelo para Kiko (P. Ferreira).
78′ Cartão amarelo para Dedé (P. Ferreira).
84′ Cartão amarelo para Furtado (P. Ferreira).

 

Dois epigramas – Luís Veiga Leitão

Filed under: Luis Veiga Leitão,poesia — looking4good @ 6:50 pm

O sábio das coisas simples
olhou em torno e disse:
não há profundidade
sem superfície

É preciso dizer bom dia
quando o dia anoitece
ser exacto todo o dia
envelhece

Luís Veiga Leitão (1915 – 1987)

in Antologia da Poesia Portuguesa Contemporânea – Um panorama, organização de Alberto da Costa e Silva e Alexei Bueno, Lacerda Editores

 

Anatomia do Frevo (excerto) – Abraão Batista

Filed under: Abraão Batista,poesia — looking4good @ 6:39 pm
Frevo – Cândido Portinari

O frevo surgiu da tribo / da oca pernambucana / banhado nos raios de sol, / mamando caldo de cana / com berço na mata virgem / e no agreste bacana. / No frevo canta o povo / com seu hino arretado, / só freva quem sabe frevo / que tem tudo conquistado / fervendo o sangue nas veias / com tributo anotado.

O frevo nos diz: vem ferver comigo, fazendo passos o frevo nos diz, ciente bem dentro destes compassos pulando como guariba soltando risos devassos. O frevo nasceu no dia em que Olinda foi queimada quando o jugo holandês quis fazê-la escravizada mas o índio valoroso fez a tribo libertada (…) Aos nove de fevereiro do século que se passou um jornalista descobriu o que o povo inventou : uma dança diferente que o mundo admirou. No jornal dizia : o frevo é uma dança de maluco que pula, ferve, sacode os Brasis de Pernambuco, mas ele era nascido com sangue, fogo, trabuco. Por muito tempo, o frevo ficou no desconhecido porque sendo de um povo do povo foi escolhido agora, lhe dão 100 anos mas há muito foi nascido.

Abraão Batista (n. nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, em 4 de Abril de 1935).

Frevo Rasgado by Gilberto Gil

 

Anatomia do Frevo (excerto) – Abraão Batista

Filed under: Abraão Batista,poesia — looking4good @ 6:39 pm
Frevo – Cândido Portinari

O frevo surgiu da tribo / da oca pernambucana / banhado nos raios de sol, / mamando caldo de cana / com berço na mata virgem / e no agreste bacana. / No frevo canta o povo / com seu hino arretado, / só freva quem sabe frevo / que tem tudo conquistado / fervendo o sangue nas veias / com tributo anotado.

O frevo nos diz: vem ferver comigo, fazendo passos o frevo nos diz, ciente bem dentro destes compassos pulando como guariba soltando risos devassos. O frevo nasceu no dia em que Olinda foi queimada quando o jugo holandês quis fazê-la escravizada mas o índio valoroso fez a tribo libertada (…) Aos nove de fevereiro do século que se passou um jornalista descobriu o que o povo inventou : uma dança diferente que o mundo admirou. No jornal dizia : o frevo é uma dança de maluco que pula, ferve, sacode os Brasis de Pernambuco, mas ele era nascido com sangue, fogo, trabuco. Por muito tempo, o frevo ficou no desconhecido porque sendo de um povo do povo foi escolhido agora, lhe dão 100 anos mas há muito foi nascido.

Abraão Batista (n. nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, em 4 de Abril de 1935).

Frevo Rasgado by Gilberto Gil