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Empate no derby da Invicta Março 1, 2008

Filed under: Boavista,FC Porto,Futebol,Liga Bwin — looking4good @ 11:30 pm

Boavista

0 – 0


Porto

Porto de poupanças … esteve mais perto de ganhar

O Porto apresentou-se no Estádio do Bessa condicionado pelo jogo da Liga dos Campeões da próxima semana e Jesualdo Ferreira fez descansar Lisandro, Bosingwa, Pedro Emanuel, Raul Meireles, Tarik Sektioui e… Quaresma, todos ausentes do onze inicial, sebém que alguns deles estivessem no banco.

O Porto começou forte o jogo e dispõs ainda antes de completados 2 minutos de uma grande oportunidade com uma excelente jogada culminada com remate forte de Fucile mas com Marcelão a desviar a bola de cabeça evitando o que já parecia o primeiro golo do jogo.

A partir do primeiro quarto de hora o Boavista equilibrou o jogo tirando partido da velocidade de alguns dos seus jogadores (Zé Kalanga, Laiomel, Mateus…).

Na segunda parte Jesualdo foi fazendo entrar alguns dos cracks e Quaresma esteve em grande evidência com jogadas desiquilibradoras. Numa delas atirou a bola à quina da barra e poste esquerdo da baliza de Peter Jehle. O Boavista procurou responder nos lances de bola parada tendo criado perigo na sequencia de um canto apontado por Jorge Ribeiro. A superioridade do Porto acentuou-se após a expulsão (segundo cartão amarelo) de Diakité ainda faltava um quarto de hora de jogo e chegou a marcar um golo num remate de cabeça após livre de Quaresma mas o assistente Bertino Miranda assinalou fora de jogo (milimétrico) de Stepanov, o jogador que finalizou a jogada; Raul Meireles não gostou da decisão e excedeu-se em protestos vendo o cartão amarelo.

Os últimos minutos foram de sufoco para o Boavista que, porém, conseguiu segurar o nulo repetindo-se, assim, no derby da invicta, o resultado verificado ontem no derby minhoto. Falta agora o derby lisboeta amanhã.

Estádio do Bessa, no Porto

Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa) Aux – Bertino Miranda, Pedro Garcia

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto Silva, Moisés, Marcelão e Brayan Angulo; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Bruno Pinheiro, 87′); Zé Kalanga (Luís Loureiro, 78′), Laionel (Hussaine, 67′) e Mateus.

FC PORTO – Helton; Fucile, Stepanov, João Paulo e Marek Cech; Lucho Gonzalez (Ricardo Quaresma, 46′), Paulo Assunção (Raul Meireles, 77′), Kazmierczak e Mariano Gonzalez; Adriano e Farias (Tarik Sektioui, 70′).

Resultado final: 0-0

Disciplina: Cartão amarelo a Adriano (10′), Diakité (25′), Lucho Gonzalez (27′), Luís Loureiro (82′), Raul Meireles (86′), Tarik Sektioui (90′) e Hussaine (90′); cartão vermelho (segundo amarelo) a Diakité (76 m).

 

Empate no derby da Invicta

Filed under: Boavista,FC Porto,Futebol,Liga Bwin — looking4good @ 11:30 pm

Boavista

0 – 0


Porto

Porto de poupanças … esteve mais perto de ganhar

O Porto apresentou-se no Estádio do Bessa condicionado pelo jogo da Liga dos Campeões da próxima semana e Jesualdo Ferreira fez descansar Lisandro, Bosingwa, Pedro Emanuel, Raul Meireles, Tarik Sektioui e… Quaresma, todos ausentes do onze inicial, sebém que alguns deles estivessem no banco.

O Porto começou forte o jogo e dispõs ainda antes de completados 2 minutos de uma grande oportunidade com uma excelente jogada culminada com remate forte de Fucile mas com Marcelão a desviar a bola de cabeça evitando o que já parecia o primeiro golo do jogo.

A partir do primeiro quarto de hora o Boavista equilibrou o jogo tirando partido da velocidade de alguns dos seus jogadores (Zé Kalanga, Laiomel, Mateus…).

Na segunda parte Jesualdo foi fazendo entrar alguns dos cracks e Quaresma esteve em grande evidência com jogadas desiquilibradoras. Numa delas atirou a bola à quina da barra e poste esquerdo da baliza de Peter Jehle. O Boavista procurou responder nos lances de bola parada tendo criado perigo na sequencia de um canto apontado por Jorge Ribeiro. A superioridade do Porto acentuou-se após a expulsão (segundo cartão amarelo) de Diakité ainda faltava um quarto de hora de jogo e chegou a marcar um golo num remate de cabeça após livre de Quaresma mas o assistente Bertino Miranda assinalou fora de jogo (milimétrico) de Stepanov, o jogador que finalizou a jogada; Raul Meireles não gostou da decisão e excedeu-se em protestos vendo o cartão amarelo.

Os últimos minutos foram de sufoco para o Boavista que, porém, conseguiu segurar o nulo repetindo-se, assim, no derby da invicta, o resultado verificado ontem no derby minhoto. Falta agora o derby lisboeta amanhã.

Estádio do Bessa, no Porto

Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa) Aux – Bertino Miranda, Pedro Garcia

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto Silva, Moisés, Marcelão e Brayan Angulo; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Bruno Pinheiro, 87′); Zé Kalanga (Luís Loureiro, 78′), Laionel (Hussaine, 67′) e Mateus.

FC PORTO – Helton; Fucile, Stepanov, João Paulo e Marek Cech; Lucho Gonzalez (Ricardo Quaresma, 46′), Paulo Assunção (Raul Meireles, 77′), Kazmierczak e Mariano Gonzalez; Adriano e Farias (Tarik Sektioui, 70′).

Resultado final: 0-0

Disciplina: Cartão amarelo a Adriano (10′), Diakité (25′), Lucho Gonzalez (27′), Luís Loureiro (82′), Raul Meireles (86′), Tarik Sektioui (90′) e Hussaine (90′); cartão vermelho (segundo amarelo) a Diakité (76 m).

 

Empate no derby da Invicta

Filed under: Boavista,FC Porto,Futebol,Liga Bwin — looking4good @ 11:30 pm

Boavista

0 – 0


Porto

Porto de poupanças … esteve mais perto de ganhar

O Porto apresentou-se no Estádio do Bessa condicionado pelo jogo da Liga dos Campeões da próxima semana e Jesualdo Ferreira fez descansar Lisandro, Bosingwa, Pedro Emanuel, Raul Meireles, Tarik Sektioui e… Quaresma, todos ausentes do onze inicial, sebém que alguns deles estivessem no banco.

O Porto começou forte o jogo e dispõs ainda antes de completados 2 minutos de uma grande oportunidade com uma excelente jogada culminada com remate forte de Fucile mas com Marcelão a desviar a bola de cabeça evitando o que já parecia o primeiro golo do jogo.

A partir do primeiro quarto de hora o Boavista equilibrou o jogo tirando partido da velocidade de alguns dos seus jogadores (Zé Kalanga, Laiomel, Mateus…).

Na segunda parte Jesualdo foi fazendo entrar alguns dos cracks e Quaresma esteve em grande evidência com jogadas desiquilibradoras. Numa delas atirou a bola à quina da barra e poste esquerdo da baliza de Peter Jehle. O Boavista procurou responder nos lances de bola parada tendo criado perigo na sequencia de um canto apontado por Jorge Ribeiro. A superioridade do Porto acentuou-se após a expulsão (segundo cartão amarelo) de Diakité ainda faltava um quarto de hora de jogo e chegou a marcar um golo num remate de cabeça após livre de Quaresma mas o assistente Bertino Miranda assinalou fora de jogo (milimétrico) de Stepanov, o jogador que finalizou a jogada; Raul Meireles não gostou da decisão e excedeu-se em protestos vendo o cartão amarelo.

Os últimos minutos foram de sufoco para o Boavista que, porém, conseguiu segurar o nulo repetindo-se, assim, no derby da invicta, o resultado verificado ontem no derby minhoto. Falta agora o derby lisboeta amanhã.

Estádio do Bessa, no Porto

Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa) Aux – Bertino Miranda, Pedro Garcia

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto Silva, Moisés, Marcelão e Brayan Angulo; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Bruno Pinheiro, 87′); Zé Kalanga (Luís Loureiro, 78′), Laionel (Hussaine, 67′) e Mateus.

FC PORTO – Helton; Fucile, Stepanov, João Paulo e Marek Cech; Lucho Gonzalez (Ricardo Quaresma, 46′), Paulo Assunção (Raul Meireles, 77′), Kazmierczak e Mariano Gonzalez; Adriano e Farias (Tarik Sektioui, 70′).

Resultado final: 0-0

Disciplina: Cartão amarelo a Adriano (10′), Diakité (25′), Lucho Gonzalez (27′), Luís Loureiro (82′), Raul Meireles (86′), Tarik Sektioui (90′) e Hussaine (90′); cartão vermelho (segundo amarelo) a Diakité (76 m).

 

Man – His Why’s And Wherefore’s

Filed under: Inspirational — looking4good @ 10:15 pm


There are so many mental, psychological, emotional and psychosomatic illnesses nowadays that science and doctors can’t seem to cope up with the avalanche of these sicknesses. At the root cause of this problem is man’s ignorance of the total constitution of man. We are living as though we are just a physical, mental and emotional creature with nary a thought about our composite being.

Man is tripartite in nature and the sooner we realize this, the better for us. Man’s obvious nature is his physical nature where we are focusing almost all our attention to the detriment of our two other natures. But aside from our body, we also have two more important natures- the soul and the spirit. The soul is the animating principle of man. Without the soul, man is reduced into a mass of lifeless flesh and bones.

And the spirit is the divine principle of man. The spirit of man is the same creation that was created by God in His own image and likeness. But the big problem is, man’s spirit is dead because of the original sin of our first parents at Eden. And so we function mainly as body and soul. And with these two vehicles, our inclination is to become spiritually evil and depraved. Until our spirit is brought to life by the indwelling of the Holy Spirit, we commit mistakes upon mistakes, blunders upon blunders, errors upon errors, and sins upon sins. And we stack up for ourselves the condemnations for all these sins.

We are like a mountain climber that climbs a mountain during peaks of “spiritual enlightenments” only to fall down at the first attack of worldly temptation. And after our fall, we become worse than when we first started our climb. Some of us try and try again until they develop spiritual fatigue. They climb and fall down, and climb again to fall down again, on and on, ad infinitum. Why? Because our spirit is dead and until our spirit is made alive and animated by the Holy Spirit, we will never ever succeed in climbing that holy mountain.

And so what do we do? We conclude that it is impossible to climb that holy mountain. We develop our own homegrown philosophies in life explaining the whys and wherefores of our failures to reach the summit of that mountain. So we say that we have so many lifetimes to reach that summit, there’s no need to hurry. Let us just live this life the way we want it, anyway there are countless of lifetimes ahead of us. But is that the truth?

The Bible clearly states that, “it is appointed for man to die once and after that judgment” (Hebrews 9:27). God never lies. He is the repository of all truths. Whom shall we believe?

God gave man the ultimate solution to his problem. He sent His only begotten Son to die on the cross and pay for all the penalties of our sins. The death of Jesus on the cross satisfied God’s demand for justice. And so the door to heaven was opened to those who will enter it through Jesus Christ. By availing ourselves of the divine grace of God, we can enter God’s kingdom by accepting Jesus Christ as our Lord and Savior and surrendering our lives to Him.

Then the Holy Spirit shall empower us and bring to life our long dead spirit. Now, through the power of the Holy Spirit and in the name of Jesus, we can climb the mountain of God up to the summit to meet our Father in heaven. The only solution to all our problems lies in the acceptance of our Lord and savior Jesus Christ. He is the only key, the only door and the only way to the kingdom of God.

Shall we begin our new climb to the holy mountain of God?

Posted by Mel Avila Alarilla
Philippines
Spiritual/Inspirational

 

Carta de Amor – Fernando Tavares Rodrigues

Filed under: Fernando Tavares Rodrigues,poesia — looking4good @ 7:56 pm

Para te dizer tão-só que te queria
Como se o tempo fosse um sentimento
bastava o teu sorriso de um outro dia
nesse instante em que fomos um momento.
Dizer amor como se fosse proibido
entre os meus braços enlaçar-te mais
como um livro devorado e nunca lido.
Será pecado, amor, amar-te demais?
Esperar como se fosse (des) esperar-te,
essa certeza de te ter antes de ter.
Ensaiar sozinho a nossa arte
de fazer amor antes de ser.
Adivinhar nos olhos que não vejo
a sede dessa boca que não canta
e deitar-me ao teu lado como o Tejo
aos pés dessa Lisboa que ele encanta.
Sentir falta de ti por tu não estares
talvez por não saber se tu existes
(percorrendo em silêncio esses altares
em sacrifícios pagãos de olhos tristes).
Ausência, sim. Amor visto por dentro,
certezas ao contrário, por estar só.
Pesadelo no meu sonho noite adentro
quando, ao meu lado, dorme o que não sou.
E, afinal, depois o que ficou
das noites perdidas à procura
de um resto de virtude que passou
por nós em co(r)pos de loucura?
Apenas mais um corpo que marcou
a esperança disfarçada de aventura…
(Da estupidez dos dias já estou farto,
das noites repetidas já cansado.
Mas, afinal, meu Deus, quando é que parto
para começar, enfim, este meu fado?)
No fim deste caminho de pecados
feito de desencontros e de encantos,
de palavras e de corpos já usados
onde ficamos sós, sempre, entre tantos…
Que fique como um dedo a nossa marca
e do que foi um beijo o nosso cheiro:
Tesouro que não somos. Fique a arca
que guarde o que vivemos por inteiro.

Fernando Tavares Rodrigues (n. Lisboa a 7 Mar 1954; m. 1 Mar. 2006)

 

Carta de Amor – Fernando Tavares Rodrigues

Filed under: Fernando Tavares Rodrigues,poesia — looking4good @ 7:56 pm

Para te dizer tão-só que te queria
Como se o tempo fosse um sentimento
bastava o teu sorriso de um outro dia
nesse instante em que fomos um momento.
Dizer amor como se fosse proibido
entre os meus braços enlaçar-te mais
como um livro devorado e nunca lido.
Será pecado, amor, amar-te demais?
Esperar como se fosse (des) esperar-te,
essa certeza de te ter antes de ter.
Ensaiar sozinho a nossa arte
de fazer amor antes de ser.
Adivinhar nos olhos que não vejo
a sede dessa boca que não canta
e deitar-me ao teu lado como o Tejo
aos pés dessa Lisboa que ele encanta.
Sentir falta de ti por tu não estares
talvez por não saber se tu existes
(percorrendo em silêncio esses altares
em sacrifícios pagãos de olhos tristes).
Ausência, sim. Amor visto por dentro,
certezas ao contrário, por estar só.
Pesadelo no meu sonho noite adentro
quando, ao meu lado, dorme o que não sou.
E, afinal, depois o que ficou
das noites perdidas à procura
de um resto de virtude que passou
por nós em co(r)pos de loucura?
Apenas mais um corpo que marcou
a esperança disfarçada de aventura…
(Da estupidez dos dias já estou farto,
das noites repetidas já cansado.
Mas, afinal, meu Deus, quando é que parto
para começar, enfim, este meu fado?)
No fim deste caminho de pecados
feito de desencontros e de encantos,
de palavras e de corpos já usados
onde ficamos sós, sempre, entre tantos…
Que fique como um dedo a nossa marca
e do que foi um beijo o nosso cheiro:
Tesouro que não somos. Fique a arca
que guarde o que vivemos por inteiro.

Fernando Tavares Rodrigues (n. Lisboa a 7 Mar 1954; m. 1 Mar. 2006)

 

Carta de Amor – Fernando Tavares Rodrigues

Filed under: Fernando Tavares Rodrigues,poesia — looking4good @ 7:56 pm

Para te dizer tão-só que te queria
Como se o tempo fosse um sentimento
bastava o teu sorriso de um outro dia
nesse instante em que fomos um momento.
Dizer amor como se fosse proibido
entre os meus braços enlaçar-te mais
como um livro devorado e nunca lido.
Será pecado, amor, amar-te demais?
Esperar como se fosse (des) esperar-te,
essa certeza de te ter antes de ter.
Ensaiar sozinho a nossa arte
de fazer amor antes de ser.
Adivinhar nos olhos que não vejo
a sede dessa boca que não canta
e deitar-me ao teu lado como o Tejo
aos pés dessa Lisboa que ele encanta.
Sentir falta de ti por tu não estares
talvez por não saber se tu existes
(percorrendo em silêncio esses altares
em sacrifícios pagãos de olhos tristes).
Ausência, sim. Amor visto por dentro,
certezas ao contrário, por estar só.
Pesadelo no meu sonho noite adentro
quando, ao meu lado, dorme o que não sou.
E, afinal, depois o que ficou
das noites perdidas à procura
de um resto de virtude que passou
por nós em co(r)pos de loucura?
Apenas mais um corpo que marcou
a esperança disfarçada de aventura…
(Da estupidez dos dias já estou farto,
das noites repetidas já cansado.
Mas, afinal, meu Deus, quando é que parto
para começar, enfim, este meu fado?)
No fim deste caminho de pecados
feito de desencontros e de encantos,
de palavras e de corpos já usados
onde ficamos sós, sempre, entre tantos…
Que fique como um dedo a nossa marca
e do que foi um beijo o nosso cheiro:
Tesouro que não somos. Fique a arca
que guarde o que vivemos por inteiro.

Fernando Tavares Rodrigues (n. Lisboa a 7 Mar 1954; m. 1 Mar. 2006)