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Janeiro 29, 2008

Filed under: Life,Love — looking4good @ 11:29 pm

Y una libertad especial que me tiñe, que me lleva, que me guía, que me llena, y esa libertad en ti, y el mundo cantando en ti, y la necedad del ciego sin darse cuenta de la vida es Dios, de que el pecado es no vivir, la necedad que repite sus mentiras y su religión, y el pecado es no vivir, y ando lanzado ya a un nuevo modo de ser, me he cansado de ser diplomático, me he cansado de ser agradable, cuando hagan daño a quien quiero, me vengaré, cuando hagan daño a quien vale para mí, a quien me apoya, me vengaré, y digan lo que digan esta es la caridad bien entendida, esta es la vida bien entendida: hacer lo que siente, el sentimiento es Dios, la gente se escuda en la mentira de la religión para no hacer a menudo lo que Dios dicta en el sentimiento, pero Dios no habla en la religión: habla en lo que sientes, y lo que a ti te puede parecer tremendamente injusto y tremendamente arbitrario, si el sentimiento lo dice es la verdad, y ya no hay mentiras, ya no hay cobardías: si nos hacen daño, a por ellos, si nos atacan, a por ellos, si se aprovechan de nuestra nobleza y de nuestra bondad, a por ellos, ya no hay cobardías, y ya estoy hasta la coronilla de tanta estupidez.

Amor

(c) del texto: Santiago Tena, 2008.

 

Management lesson (III)

Filed under: humour,Management — looking4good @ 10:42 pm
A turkey was chatting with a bull. “I would love to be able to get to the top of that tree,” told the turkey, “but I haven’t got the energy”. “Well, why don’t you nibble on some of my droppings?” replied the bull. “They’re packed with nutrients.” The turkey pecked at a lump of dung and found that it actually gave him enough strength to reach the first branch of the tree.The next day, after eating some more dung, he reached the second branch. Finally after a fortnight, there he was proudly perched at the top of the tree.

Soon he was promptly spotted by a farmer, who shot the turkey out of the tree.

Management Lesson: Bullshit might get you to the top, but it won’t keep you there.

 

Vignettes From The Pearly Gates (Day 17)

Filed under: Inspirational — looking4good @ 9:57 pm

Day 17
As we awake each morning, let us dedicate our whole day to the Lord- our words, deeds and thoughts. Let us offer them to the Lord as a sweet offering- a fragrant aroma before His throne. Let us join all creation, the angels in heaven and the saints on earth, in giving Him praise and adoration. “So whether you eat or drink or whatever you do, do it all for the glory of God.” (1 Corinthians 10: 31)

Posted by Mel Avila Alarilla

Philippines
Spiritual/Inspirational

 

Primeiro rombo no governo de Sócrates

Filed under: Actualidade,política — looking4good @ 8:15 pm
O Governo de Sócrates sofreu hoje uma mini-remodelação. O Ministro das Saúde caiu face à insatisfação popular enquanto a Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima e o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais quiseram sair, segundo o discurso oficial. No fundo não estamos perante uma verdadeira remodelação nas sim, conforme diz Marcelo Rebelo de Sousa de um «tapa-buracos».

Como Ministro da Saúde passamos a ter uma mulher Ana Jorge. Na Cultura passamos a ter um advogado José António Pinto Ribeiro. Outro jurista Carlos Batista Lobo passou a ocupar a pasta da Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais face à renúncia de Amaral Tomás. Face à agressividade da máquina fiscal nada mais apropriado – agora vai-se passar a dizer ” foge que vem aí o «lobo»”.

Surpreende é que o Ministro das Obras Públicas tenha sobrevivido a decisão do «Aeroporto da Ota em Alcochete».

Vamos ver é se não se trata apenas de mudança de nomes … sendo a política a mesma.

 

José Afonso há 25 anos no Coliseu de LIsboa

Filed under: Music,Musica,Zeca Afonso — looking4good @ 8:48 am

Há 25 anos no Coliseu de Lisboa, José Afonso dava o seu último concerto: «Ó Ribeiras chorai/ Que eu não volto a cantar» e a verdade é que para ouvi-lo até as águas da fontes calam …

Águas passadas do rio
Meu sono vazio
Não vão acordar
Águas das fontes calai
Ó ribeiras chorai
Que eu não volto a cantar

Rios que vão dar ao mar
Deixem meus olhos secar
Águas das fontes calai
Ó ribeiras chorai
Que eu não volto a cantar

Águas do rio correndo
Poentes morrendo
P’ras bandas do mar
Águas das fontes calai
Ó ribeiras chorai
Que eu não volto a cantar

River’s passed waters
My empty sleep
Won’t wake up
Waters of the fountains be silent
Oh litle rivers cry
That I won’t sing again

Rivers that go to sea
Let my eyes dry
Waters of the fountains be silent
Oh litle rivers cry
That I won’t sing again

Waters of the river running
Sunsets dying
Close to the sea places
Waters of the fountains be silent
Oh litle rivers cry
That I won’t sing again

 

Som e Cor – Gomes Leal

Filed under: Gomes Leal,poesia — looking4good @ 1:26 am
Cacto com flores vermelhas

Alucina-me a cor! A rosa é como a lira,
a lira pelo tempo há muito engrinaldada,
e é já velha a união, a núpcia sagrada,
entre a cor que nos prende e a nota que suspira.

Se a terra, às vezes, cria a flor que não inspira,
a teatral camélia, a branca enfastiada,
muitas vezes, no ar, perpassa a nota alada
como a perdida cor dalguma flor, que expira…

Há plantas ideais dum cântico divino,
irmãs do oboé, gémeas do violino,
há gemidos no azul, gritos no carmesim…

A magnólia é uma harpa etérea e perfumada
e o cacto, a larga flor, vermelha, ensanguentada,
tem notas marciais: soa como um clarim!

António Duarte GOMES LEAL nasceu em Lisboa a 6 de Junho de 1848 e aí faleceu, meio louco, a 29 de Janeiro de 1921. Passou meteoricamente pelo Curso Superior de Letras. Panfletário e anticlerical, sofreu a morte da irmã Maria Fausta (1875), do pai (1876) e da mãe (5 de Maio de 1910), após o que, solitário e desamparado, se converteu ao catolicismo. Para não morrer de fome, o Parlamento atribuiu-lhe uma pensão de 600 mil réis anuais. É autor de uma obra desigual, que vai desde o ultra-romantismo ao surrealismo, passando pelo realismo, parnasianismo e simbolismo. O seu principal título de glória é «Claridades do Sul» (1875; reed., revista e aumentada, em 1901), donde extraímos «Som e Cor»

Soneto e ficha bibliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado, Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa, Edições Unicepe, 2004»

Ler do mesmo autor : Gomes Leal: Cantiga do Campo
 

Som e Cor – Gomes Leal

Filed under: Gomes Leal,poesia — looking4good @ 1:26 am
Cacto com flores vermelhas

Alucina-me a cor! A rosa é como a lira,
a lira pelo tempo há muito engrinaldada,
e é já velha a união, a núpcia sagrada,
entre a cor que nos prende e a nota que suspira.

Se a terra, às vezes, cria a flor que não inspira,
a teatral camélia, a branca enfastiada,
muitas vezes, no ar, perpassa a nota alada
como a perdida cor dalguma flor, que expira…

Há plantas ideais dum cântico divino,
irmãs do oboé, gémeas do violino,
há gemidos no azul, gritos no carmesim…

A magnólia é uma harpa etérea e perfumada
e o cacto, a larga flor, vermelha, ensanguentada,
tem notas marciais: soa como um clarim!

António Duarte GOMES LEAL nasceu em Lisboa a 6 de Junho de 1848 e aí faleceu, meio louco, a 29 de Janeiro de 1921. Passou meteoricamente pelo Curso Superior de Letras. Panfletário e anticlerical, sofreu a morte da irmã Maria Fausta (1875), do pai (1876) e da mãe (5 de Maio de 1910), após o que, solitário e desamparado, se converteu ao catolicismo. Para não morrer de fome, o Parlamento atribuiu-lhe uma pensão de 600 mil réis anuais. É autor de uma obra desigual, que vai desde o ultra-romantismo ao surrealismo, passando pelo realismo, parnasianismo e simbolismo. O seu principal título de glória é «Claridades do Sul» (1875; reed., revista e aumentada, em 1901), donde extraímos «Som e Cor»

Soneto e ficha bibliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado, Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa, Edições Unicepe, 2004»

Ler do mesmo autor : Gomes Leal: Cantiga do Campo