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Se encontró una rata prehistórica… Janeiro 17, 2008

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Y fue hallada ¡aquí en Uruguay! El fósil corresponde al mayor roedor del mundo jamás encontrado. Todos los diarios y cadenas internacionales hablan de este descubrimiento y se suceden las especulaciones de los científicos.
El ejemplar fue bautizado como Josephoartigasia monesi. En honor a nuestro prócer José Gervacio Artigas y de Alvaro Mones, un paleontólogo uruguayo especializado en los roedores de América del Sur.
Este descubrimiento correspondiente a un roedor prehistórico del tamaño de un auto, con un peso aproximado de una tonelada, fue identificado como el fósil de un roedor, el más grande hallado hasta el momento y con una antiguedad de aproximadamente 4.000.000 de años y por el lugar donde fue encontrado… significa que vivió en estos lugares.
“La rata gigante que una vez vagó sobre la tierra” es el título que eligió The Times, el diario inglés.
La cadena BBC recogió un artículo de la revista especializada británica Proceedings of the Royal Society B, en la que se da cuenta del descubrimiento.
Los restos estaban hacía años en el Museo Nacional de Historia Natural y Antropología de Montevideo, dice la BBC, hasta que hace poco se les sometió a un análisis.
¿Significará algo que en el año de la rata… se halle una en Uruguay… y con 4.000.000 de antiguedad? 😉
 

Depoimento – Miguel Torga

Filed under: Miguel Torga,poesia — looking4good @ 1:27 am
Abaporu – 1928 by
Tarsila do Amaral (n. 1886; m. 17 Jan. 1973).

Na passagem do 13º. aniversário do poeta:

Foi na vida real como nos sonhos:
nunca pisei um chão com segurança.
Procuro na lembrança
um sólido caminho percorrido,
e vejo sempre um barco sacudido
pelas ondas raivosas do destino:
Um barco inconsciente de menino,
um barco temerário de rapaz,
e um barco de homem, que já não domino
entre os rochedos onde se desfaz.

Mas o céu era belo
quando à noite o seu dono o acendia;
e era belo o sorriso da poesia,
e belo o amor, dragão insatisfeito.
E era belo não ter dentro do peito
nem medo, nem remorsos, nem vaidade.

Por isso digo que valeu a pena
a dura realidade
desta viagem trágico-terrena
sempre batida pela tempestade.

in Miguel Torga, Poesia Completa, Publicações Dom Quixote

Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

Ler do mesmo autor, neste blog:

Hora de amor; Mea culpa; Anátema; Livro de Horas; Quase um poema de amor; Perfil; Exorcismo; Bucólica; Arquivo; Rogo;

Links externos:
Biografia em www.bib-arganil.org
Biografia em Vidas Lusófonas

fotografia de Miguel Torga

 

Depoimento – Miguel Torga

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Abaporu – 1928 by
Tarsila do Amaral (n. 1886; m. 17 Jan. 1973).

Na passagem do 13º. aniversário do poeta:

Foi na vida real como nos sonhos:
nunca pisei um chão com segurança.
Procuro na lembrança
um sólido caminho percorrido,
e vejo sempre um barco sacudido
pelas ondas raivosas do destino:
Um barco inconsciente de menino,
um barco temerário de rapaz,
e um barco de homem, que já não domino
entre os rochedos onde se desfaz.

Mas o céu era belo
quando à noite o seu dono o acendia;
e era belo o sorriso da poesia,
e belo o amor, dragão insatisfeito.
E era belo não ter dentro do peito
nem medo, nem remorsos, nem vaidade.

Por isso digo que valeu a pena
a dura realidade
desta viagem trágico-terrena
sempre batida pela tempestade.

in Miguel Torga, Poesia Completa, Publicações Dom Quixote

Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

Ler do mesmo autor, neste blog:

Hora de amor; Mea culpa; Anátema; Livro de Horas; Quase um poema de amor; Perfil; Exorcismo; Bucólica; Arquivo; Rogo;

Links externos:
Biografia em www.bib-arganil.org
Biografia em Vidas Lusófonas

fotografia de Miguel Torga

 

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Tarsila do Amaral (n. 1886; m. 17 Jan. 1973).

Na passagem do 13º. aniversário do poeta:

Foi na vida real como nos sonhos:
nunca pisei um chão com segurança.
Procuro na lembrança
um sólido caminho percorrido,
e vejo sempre um barco sacudido
pelas ondas raivosas do destino:
Um barco inconsciente de menino,
um barco temerário de rapaz,
e um barco de homem, que já não domino
entre os rochedos onde se desfaz.

Mas o céu era belo
quando à noite o seu dono o acendia;
e era belo o sorriso da poesia,
e belo o amor, dragão insatisfeito.
E era belo não ter dentro do peito
nem medo, nem remorsos, nem vaidade.

Por isso digo que valeu a pena
a dura realidade
desta viagem trágico-terrena
sempre batida pela tempestade.

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Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

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Hora de amor; Mea culpa; Anátema; Livro de Horas; Quase um poema de amor; Perfil; Exorcismo; Bucólica; Arquivo; Rogo;

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Tarsila do Amaral (n. 1886; m. 17 Jan. 1973).

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Foi na vida real como nos sonhos:
nunca pisei um chão com segurança.
Procuro na lembrança
um sólido caminho percorrido,
e vejo sempre um barco sacudido
pelas ondas raivosas do destino:
Um barco inconsciente de menino,
um barco temerário de rapaz,
e um barco de homem, que já não domino
entre os rochedos onde se desfaz.

Mas o céu era belo
quando à noite o seu dono o acendia;
e era belo o sorriso da poesia,
e belo o amor, dragão insatisfeito.
E era belo não ter dentro do peito
nem medo, nem remorsos, nem vaidade.

Por isso digo que valeu a pena
a dura realidade
desta viagem trágico-terrena
sempre batida pela tempestade.

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Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

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Biografia em Vidas Lusófonas

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On this day in History – Jan. 17

Filed under: efemerides,This Day in History — looking4good @ 1:18 am
 

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