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Boavista vence o Sporting no Bessa com Jehle em destaque Janeiro 5, 2008

Filed under: Boavista,football,Futebol,Liga Bwin,Sporting — looking4good @ 11:17 pm
Sporting logoBoavista logo
Boavista

2-0

Sporting

Boavistão regressou contra «leoezinhos» infelizes

Mal terminava (empatado) o jogo do Benfica em Setúbal, começava no Bessa o terceiro jogo da última jornada da Liga Bwin, com o Sporting a ter a possibilidade de igualar os encarnados da Luz no segundo lugar.

O jogo inicou-se com bom ritmo com a equipa do Bessa desinibida mas com os visitantes a responderem adequadamente a partir do final do primeiro quarto de hora. Jogo aberto, bastante diferente do de Setúbal, com desmarcações e lances de boa velocidade.

Um excelente trabalho de Vukcevic pelo lado esquerdo depois de ultrapassar dois adversários, rematou cruzado para grande defesa de Peter Jehle. Estavam decorridos 18′ e foi o anuncio de uma grande noite para o guarda redes do Liechtenstein que viria a realizar uma exibição memorável.

Aos 32′ um cruzamento de Bruno Pinheiro para a área leonina dava a Fary a hipótese de facturar mas Ronny em dobra dos centrais safou ao cortar para canto que não resultou.

No entanto de outro canto aos 38′ o Boavista chegou à vantagem no marcador. Do cruzamento de Jorge Ribeiro (da esquerda do ataque do Boavista) Ricardo Silva ganhou de cabeça e Marcelão desviou ligeiramente batendo Rui Patrício já praicamente no chão. Foi o 4º. golo do central do Boavista que dava um tónico adicional à sua equipa e também ao jogo.

O Sporting procurou ainda na primeira parte chegar ao empate com um remate de longe de Ronny a ser defendido pelo guardião do Bessa e dispondo ainda de um livre perigoso também apontado por Ronny mas sem sucesso.

Na segunda parte a equipa leonina, que fez uma substituição com a entrada de Izmailov para o lugar de Romagnoli, atirou-se deliberadamente ao ataque e o empate esteve iminente várias vezes, com os boavisteiros a defenderem-se com unhas e dentes, mas também com pouca eficácia dos avançados do Sporting como no lance em que Liedson falhou o empate aos 53′. Passados três minutos foi Purovic que atirou ao poste depois de cruzamnto de Ronny.

Jaime Pacheco prescindiu do atacante Fary para reforçar a zona defensiva do meio-campo, entrando Rissut, mas o domínio do Sporting era de tal ordem que parecia impossível a manutenção do resultado em 1-0. Paulo Bento esgotou as substituições aos 71′ com as entradas de Pereirinha e Luis Paez para os lugares de Tonel e Purovic.

Os homens do Bessa aglomeravam-se na zona defensiva mas mantinha Zé Kalanga a fugir agora pela direita e com Jorge Ribeiro também a siar bastante bem e a envolver-se em jogadas de ataque.

Aos 79′ já depois de um bom punhado de defesas de Peter Jehle foi Marcelão quem fez uma espectacular defesa com o joelho para canto a remate com selo de golo de João Moutinho.

Aos 82′ deu-se a confirmação do triunfo do Boavista Fleurival deu para a direirta para Zé Kalanga ganhar a lateral direita e cruzar para o centro onde Jorge Ribeiro disparou para fazer o 2-0. Um golo de grande simplicidade e eficácia, em antítese à grande quantidade de jogo ofensivo do Sporting sem conseguir golos. É óbvio que a partir daqui o jogo estava decidido com o Sporting a atacar agora sem convicção de modificar o desfecho do jogo.

A arbitragem de Bruno Paixão não teve casos de maior.

Afinal quando se pensava qu o Sporting podia aproveitar o desaire encarnado o empate de Setúbal fez ainda aumentar a vantagem do rival da Luz para três pontos na luta pelo segundo lugar. A verdade é que os adeptos portistas têm óbvios motivos para sorrirem; eles que acabaram o campeonato a ver diminuida a vantagem do Porto de 10 para sete pontos, logo na jornada seguinte podem ver o Benfica a nove e o Sporting a doze pontos, no fim da primeira volta!

O Boavista confirma a melhoria e vai abandonando a parte final da tabela classificativa.

Estádio: Estádio Bessa Séc. XXI
Árbitros: Bruno Paixão; Aux – António Godinho e Sérgio Lacroix

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto, Ricardo Silva, Marcelão e Bruno Pinheiro; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Pedro Moreira 89′); Zé Kalanga, Mateus (Laionel 69′) e Fary (Rissut 59′).

SPORTING – Rui Patrício; Abel, Tonel (Pereirinha 71′), Polga e Ronny; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli (Izmailov 46′) e Vukcevic; Liedson e Purovic (Luís Paez 71′.

43′ Cartão amarelo para Bruno Pinheiro (Boavista).
59′ Cartão amarelo para João Moutinho (Sporting).

 

Boavista vence o Sporting no Bessa com Jehle em destaque

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Sporting logoBoavista logo
Boavista

2-0

Sporting

Boavistão regressou contra «leoezinhos» infelizes

Mal terminava (empatado) o jogo do Benfica em Setúbal, começava no Bessa o terceiro jogo da última jornada da Liga Bwin, com o Sporting a ter a possibilidade de igualar os encarnados da Luz no segundo lugar.

O jogo inicou-se com bom ritmo com a equipa do Bessa desinibida mas com os visitantes a responderem adequadamente a partir do final do primeiro quarto de hora. Jogo aberto, bastante diferente do de Setúbal, com desmarcações e lances de boa velocidade.

Um excelente trabalho de Vukcevic pelo lado esquerdo depois de ultrapassar dois adversários, rematou cruzado para grande defesa de Peter Jehle. Estavam decorridos 18′ e foi o anuncio de uma grande noite para o guarda redes do Liechtenstein que viria a realizar uma exibição memorável.

Aos 32′ um cruzamento de Bruno Pinheiro para a área leonina dava a Fary a hipótese de facturar mas Ronny em dobra dos centrais safou ao cortar para canto que não resultou.

No entanto de outro canto aos 38′ o Boavista chegou à vantagem no marcador. Do cruzamento de Jorge Ribeiro (da esquerda do ataque do Boavista) Ricardo Silva ganhou de cabeça e Marcelão desviou ligeiramente batendo Rui Patrício já praicamente no chão. Foi o 4º. golo do central do Boavista que dava um tónico adicional à sua equipa e também ao jogo.

O Sporting procurou ainda na primeira parte chegar ao empate com um remate de longe de Ronny a ser defendido pelo guardião do Bessa e dispondo ainda de um livre perigoso também apontado por Ronny mas sem sucesso.

Na segunda parte a equipa leonina, que fez uma substituição com a entrada de Izmailov para o lugar de Romagnoli, atirou-se deliberadamente ao ataque e o empate esteve iminente várias vezes, com os boavisteiros a defenderem-se com unhas e dentes, mas também com pouca eficácia dos avançados do Sporting como no lance em que Liedson falhou o empate aos 53′. Passados três minutos foi Purovic que atirou ao poste depois de cruzamnto de Ronny.

Jaime Pacheco prescindiu do atacante Fary para reforçar a zona defensiva do meio-campo, entrando Rissut, mas o domínio do Sporting era de tal ordem que parecia impossível a manutenção do resultado em 1-0. Paulo Bento esgotou as substituições aos 71′ com as entradas de Pereirinha e Luis Paez para os lugares de Tonel e Purovic.

Os homens do Bessa aglomeravam-se na zona defensiva mas mantinha Zé Kalanga a fugir agora pela direita e com Jorge Ribeiro também a siar bastante bem e a envolver-se em jogadas de ataque.

Aos 79′ já depois de um bom punhado de defesas de Peter Jehle foi Marcelão quem fez uma espectacular defesa com o joelho para canto a remate com selo de golo de João Moutinho.

Aos 82′ deu-se a confirmação do triunfo do Boavista Fleurival deu para a direirta para Zé Kalanga ganhar a lateral direita e cruzar para o centro onde Jorge Ribeiro disparou para fazer o 2-0. Um golo de grande simplicidade e eficácia, em antítese à grande quantidade de jogo ofensivo do Sporting sem conseguir golos. É óbvio que a partir daqui o jogo estava decidido com o Sporting a atacar agora sem convicção de modificar o desfecho do jogo.

A arbitragem de Bruno Paixão não teve casos de maior.

Afinal quando se pensava qu o Sporting podia aproveitar o desaire encarnado o empate de Setúbal fez ainda aumentar a vantagem do rival da Luz para três pontos na luta pelo segundo lugar. A verdade é que os adeptos portistas têm óbvios motivos para sorrirem; eles que acabaram o campeonato a ver diminuida a vantagem do Porto de 10 para sete pontos, logo na jornada seguinte podem ver o Benfica a nove e o Sporting a doze pontos, no fim da primeira volta!

O Boavista confirma a melhoria e vai abandonando a parte final da tabela classificativa.

Estádio: Estádio Bessa Séc. XXI
Árbitros: Bruno Paixão; Aux – António Godinho e Sérgio Lacroix

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto, Ricardo Silva, Marcelão e Bruno Pinheiro; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Pedro Moreira 89′); Zé Kalanga, Mateus (Laionel 69′) e Fary (Rissut 59′).

SPORTING – Rui Patrício; Abel, Tonel (Pereirinha 71′), Polga e Ronny; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli (Izmailov 46′) e Vukcevic; Liedson e Purovic (Luís Paez 71′.

43′ Cartão amarelo para Bruno Pinheiro (Boavista).
59′ Cartão amarelo para João Moutinho (Sporting).

 

Boavista vence o Sporting no Bessa com Jehle em destaque

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Boavista

2-0

Sporting

Boavistão regressou contra «leoezinhos» infelizes

Mal terminava (empatado) o jogo do Benfica em Setúbal, começava no Bessa o terceiro jogo da última jornada da Liga Bwin, com o Sporting a ter a possibilidade de igualar os encarnados da Luz no segundo lugar.

O jogo inicou-se com bom ritmo com a equipa do Bessa desinibida mas com os visitantes a responderem adequadamente a partir do final do primeiro quarto de hora. Jogo aberto, bastante diferente do de Setúbal, com desmarcações e lances de boa velocidade.

Um excelente trabalho de Vukcevic pelo lado esquerdo depois de ultrapassar dois adversários, rematou cruzado para grande defesa de Peter Jehle. Estavam decorridos 18′ e foi o anuncio de uma grande noite para o guarda redes do Liechtenstein que viria a realizar uma exibição memorável.

Aos 32′ um cruzamento de Bruno Pinheiro para a área leonina dava a Fary a hipótese de facturar mas Ronny em dobra dos centrais safou ao cortar para canto que não resultou.

No entanto de outro canto aos 38′ o Boavista chegou à vantagem no marcador. Do cruzamento de Jorge Ribeiro (da esquerda do ataque do Boavista) Ricardo Silva ganhou de cabeça e Marcelão desviou ligeiramente batendo Rui Patrício já praicamente no chão. Foi o 4º. golo do central do Boavista que dava um tónico adicional à sua equipa e também ao jogo.

O Sporting procurou ainda na primeira parte chegar ao empate com um remate de longe de Ronny a ser defendido pelo guardião do Bessa e dispondo ainda de um livre perigoso também apontado por Ronny mas sem sucesso.

Na segunda parte a equipa leonina, que fez uma substituição com a entrada de Izmailov para o lugar de Romagnoli, atirou-se deliberadamente ao ataque e o empate esteve iminente várias vezes, com os boavisteiros a defenderem-se com unhas e dentes, mas também com pouca eficácia dos avançados do Sporting como no lance em que Liedson falhou o empate aos 53′. Passados três minutos foi Purovic que atirou ao poste depois de cruzamnto de Ronny.

Jaime Pacheco prescindiu do atacante Fary para reforçar a zona defensiva do meio-campo, entrando Rissut, mas o domínio do Sporting era de tal ordem que parecia impossível a manutenção do resultado em 1-0. Paulo Bento esgotou as substituições aos 71′ com as entradas de Pereirinha e Luis Paez para os lugares de Tonel e Purovic.

Os homens do Bessa aglomeravam-se na zona defensiva mas mantinha Zé Kalanga a fugir agora pela direita e com Jorge Ribeiro também a siar bastante bem e a envolver-se em jogadas de ataque.

Aos 79′ já depois de um bom punhado de defesas de Peter Jehle foi Marcelão quem fez uma espectacular defesa com o joelho para canto a remate com selo de golo de João Moutinho.

Aos 82′ deu-se a confirmação do triunfo do Boavista Fleurival deu para a direirta para Zé Kalanga ganhar a lateral direita e cruzar para o centro onde Jorge Ribeiro disparou para fazer o 2-0. Um golo de grande simplicidade e eficácia, em antítese à grande quantidade de jogo ofensivo do Sporting sem conseguir golos. É óbvio que a partir daqui o jogo estava decidido com o Sporting a atacar agora sem convicção de modificar o desfecho do jogo.

A arbitragem de Bruno Paixão não teve casos de maior.

Afinal quando se pensava qu o Sporting podia aproveitar o desaire encarnado o empate de Setúbal fez ainda aumentar a vantagem do rival da Luz para três pontos na luta pelo segundo lugar. A verdade é que os adeptos portistas têm óbvios motivos para sorrirem; eles que acabaram o campeonato a ver diminuida a vantagem do Porto de 10 para sete pontos, logo na jornada seguinte podem ver o Benfica a nove e o Sporting a doze pontos, no fim da primeira volta!

O Boavista confirma a melhoria e vai abandonando a parte final da tabela classificativa.

Estádio: Estádio Bessa Séc. XXI
Árbitros: Bruno Paixão; Aux – António Godinho e Sérgio Lacroix

BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto, Ricardo Silva, Marcelão e Bruno Pinheiro; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Pedro Moreira 89′); Zé Kalanga, Mateus (Laionel 69′) e Fary (Rissut 59′).

SPORTING – Rui Patrício; Abel, Tonel (Pereirinha 71′), Polga e Ronny; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli (Izmailov 46′) e Vukcevic; Liedson e Purovic (Luís Paez 71′.

43′ Cartão amarelo para Bruno Pinheiro (Boavista).
59′ Cartão amarelo para João Moutinho (Sporting).

 

Outra evidente demontração do que o Benfica não pode ser

Filed under: Benfica,football,Futebol,Liga Bwin,Vitoria de Setubal — looking4good @ 9:58 pm

V. Setúbal

1-1

Benfica

Nem o golo de Mantorras fez o milagre

Outro jogo cujos antecedentes se amelhavam ao do Benfica no Restelo. O Porto desperdiçara três pontos com o Nacional e o Benfica voltara os sete de diferença. Qualquer percalço corresponderia ao adeus definitivo à discussão do título.

Camacho pedira determinação aos jogadores e neste caso durante a primeira parte o Benfica quis mandar no jogo e fê-lo de certa maneira em termos de disponibilidade de bola para jogar. No entanto o Setúbal parecia não se importar muito com isso. Com as linhas intermédia e defensiva muito próximas e sempre com pressão sobre um Benfica com a bola mas sem velocidade (Christian Rodriguez o único que fazia acelerações saiu lesionado aos 31′), dava mostras de boa capacidade de multiplicação ofensiva rápida, devido a evidente falta de organização encarnada nas transições ataque-defesa, e por isso deixando o resultado sempre em aberto. A entrada de Edinho aos 32′ para o lugar de Paulinho visava precisamente aproveitar isso.

O Benfica teve uma oportunidade de golo aos 15′ com o cabeceamento de Christian Rodriguez a ser defendido com uma palmada por Eduardo junto ao poste esquerdo da sua baliza e ainda algumas mais jogadas de perigo sempre saídas de jogadas pela direita.

O Vitória respondeu nos últimos minutos, primeiro numa dessas transições rápidas com o remate à entrada da área a sair por cima e já em tempo de descontos Quim com as
pernas evitou o golo dos locais.

Na segunda parte o Benfica que acabara a primeira com 74% de posse de bola apareceu ainda mais lento e pior do que isso dando mostras de grande instabilidade psíquica.

Aos 63′ depois de uma perda de bola de Katsouranis, Luisão teve que fazer falta e levou amarelo (o quarto do jogo e todos para jogadores encarnados). O pior é que foi protestar com o seu companheiro de equipa numa «jogada» infeliz e demonstrativa da falta de organização e disciplina desta equipa (?). Este lance motivou os sadinos; Camacho substituiu os dois jogadores entrando EdCarlos e Mantorras e este aproveitando um cruzamento da direita de Maxi Rodriguez que cCardozo deixou escapar foi mais lesto que um central sadino e fez o golo aos 71′!

Nem com um golo «caído do céu» que Mantorras fez questão em agradecer aios deuses o Benfica tranquilizou. O Setúbal mexeu na equipa com as entradas de Bruno Gama e Filipe Gonçalves e Sandro e procurou o ataque. O Benfica demonstrava a sua falta de qualidade. Não guardava a bola, passes errados a defesa tremia com má entrada de Edcarlos e claro o golo já antes anunciado em lance semelhante surgiu aos 87′ com Edinho a corresponder ao segundo poste de cabeça a um cruzamento da direita.

O Benfica ainda teve uma jogada de perigo após um pontapé de canto com a recarga de Maxi Rodriguez a ser defendida por Eduardo mas o empate tem de se aceitar.

Arbitragem sem casos em termos tecnicos mas muito dualista em termos disciplinares. Quatro amarelos só para jogadores do Benfica quando situações semelhantes para o Setúbal ficaram impunes. Christian Rodriguez viu amarelo por ter dito alguma coisa depois de avisado. Paraty avisou umn vitoriano sobre o lugar da bola para a marcação de um livre, este fez avançar a bola dois passos e Paraty deixou. Rui Costa foi agarrado veementemente pela camisola por trás na zona de grande círculo e o árbitro bnão deu amarelo. Na segundas parte um lançamento lateral favorável aos vitorianos foi executado à frente o árbitro incompreensivelmente mandou executá-lo de novo atrás, em vez de trocar a equipa que o devia fazer. Enfim… já estamos habituados a esta falta de nível.

Sem novidades de Janeiro em termos de plantel (a não ser a saída de jogadores alguns dos quais comprados esta época), o Benfica não dá sinais de progressos em termos de construção de uma equipa de futebol e de fundamentos de jogo. Resta lutar pelo segundo lugar perante uma completa desilusão da sua massa adepta. A essas fragilidades junta-se agora a falta de disciplina e de solidariedade entre jogadores bem visível neste jogo.

Ficha do jogo

Estádio: Estádio do Bonfim
Árbitros: Paulo Paraty, Aux – Alexandre Freitas e João Santos.

V. Setúbal – Eduardo; Janício, Auri, Robson e Adalto; Sandro (Filipe Gonçalves 77′), Elias e Ricardo Chaves; Paulo Roberto, Pitbull e Matheus (Bruno Gama 74′).

Benfica – Quim; Nélson, Luisão (Edcarlos 68′), David Luiz e Luís Filipe; Petit e Katsouranis (Mantorras 68′); Maxi Pereira, Rui Costa e Rodriguez (Di María 31′); Cardozo.

28′ Cartão amarelo para Cristián Rodriguez, por palavras dirigidas ao árbitro.
43′ Cartão amarelo para Di María, por impedir a progressão de Matheus.
63′ Cartão amarelo para Luisão por falta sobre Edinho.
83′ Cartão amarelo para Rui Costa.

 

Outra evidente demontração do que o Benfica não pode ser

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V. Setúbal

1-1

Benfica

Nem o golo de Mantorras fez o milagre

Outro jogo cujos antecedentes se amelhavam ao do Benfica no Restelo. O Porto desperdiçara três pontos com o Nacional e o Benfica voltara os sete de diferença. Qualquer percalço corresponderia ao adeus definitivo à discussão do título.

Camacho pedira determinação aos jogadores e neste caso durante a primeira parte o Benfica quis mandar no jogo e fê-lo de certa maneira em termos de disponibilidade de bola para jogar. No entanto o Setúbal parecia não se importar muito com isso. Com as linhas intermédia e defensiva muito próximas e sempre com pressão sobre um Benfica com a bola mas sem velocidade (Christian Rodriguez o único que fazia acelerações saiu lesionado aos 31′), dava mostras de boa capacidade de multiplicação ofensiva rápida, devido a evidente falta de organização encarnada nas transições ataque-defesa, e por isso deixando o resultado sempre em aberto. A entrada de Edinho aos 32′ para o lugar de Paulinho visava precisamente aproveitar isso.

O Benfica teve uma oportunidade de golo aos 15′ com o cabeceamento de Christian Rodriguez a ser defendido com uma palmada por Eduardo junto ao poste esquerdo da sua baliza e ainda algumas mais jogadas de perigo sempre saídas de jogadas pela direita.

O Vitória respondeu nos últimos minutos, primeiro numa dessas transições rápidas com o remate à entrada da área a sair por cima e já em tempo de descontos Quim com as
pernas evitou o golo dos locais.

Na segunda parte o Benfica que acabara a primeira com 74% de posse de bola apareceu ainda mais lento e pior do que isso dando mostras de grande instabilidade psíquica.

Aos 63′ depois de uma perda de bola de Katsouranis, Luisão teve que fazer falta e levou amarelo (o quarto do jogo e todos para jogadores encarnados). O pior é que foi protestar com o seu companheiro de equipa numa «jogada» infeliz e demonstrativa da falta de organização e disciplina desta equipa (?). Este lance motivou os sadinos; Camacho substituiu os dois jogadores entrando EdCarlos e Mantorras e este aproveitando um cruzamento da direita de Maxi Rodriguez que cCardozo deixou escapar foi mais lesto que um central sadino e fez o golo aos 71′!

Nem com um golo «caído do céu» que Mantorras fez questão em agradecer aios deuses o Benfica tranquilizou. O Setúbal mexeu na equipa com as entradas de Bruno Gama e Filipe Gonçalves e Sandro e procurou o ataque. O Benfica demonstrava a sua falta de qualidade. Não guardava a bola, passes errados a defesa tremia com má entrada de Edcarlos e claro o golo já antes anunciado em lance semelhante surgiu aos 87′ com Edinho a corresponder ao segundo poste de cabeça a um cruzamento da direita.

O Benfica ainda teve uma jogada de perigo após um pontapé de canto com a recarga de Maxi Rodriguez a ser defendida por Eduardo mas o empate tem de se aceitar.

Arbitragem sem casos em termos tecnicos mas muito dualista em termos disciplinares. Quatro amarelos só para jogadores do Benfica quando situações semelhantes para o Setúbal ficaram impunes. Christian Rodriguez viu amarelo por ter dito alguma coisa depois de avisado. Paraty avisou umn vitoriano sobre o lugar da bola para a marcação de um livre, este fez avançar a bola dois passos e Paraty deixou. Rui Costa foi agarrado veementemente pela camisola por trás na zona de grande círculo e o árbitro bnão deu amarelo. Na segundas parte um lançamento lateral favorável aos vitorianos foi executado à frente o árbitro incompreensivelmente mandou executá-lo de novo atrás, em vez de trocar a equipa que o devia fazer. Enfim… já estamos habituados a esta falta de nível.

Sem novidades de Janeiro em termos de plantel (a não ser a saída de jogadores alguns dos quais comprados esta época), o Benfica não dá sinais de progressos em termos de construção de uma equipa de futebol e de fundamentos de jogo. Resta lutar pelo segundo lugar perante uma completa desilusão da sua massa adepta. A essas fragilidades junta-se agora a falta de disciplina e de solidariedade entre jogadores bem visível neste jogo.

Ficha do jogo

Estádio: Estádio do Bonfim
Árbitros: Paulo Paraty, Aux – Alexandre Freitas e João Santos.

V. Setúbal – Eduardo; Janício, Auri, Robson e Adalto; Sandro (Filipe Gonçalves 77′), Elias e Ricardo Chaves; Paulo Roberto, Pitbull e Matheus (Bruno Gama 74′).

Benfica – Quim; Nélson, Luisão (Edcarlos 68′), David Luiz e Luís Filipe; Petit e Katsouranis (Mantorras 68′); Maxi Pereira, Rui Costa e Rodriguez (Di María 31′); Cardozo.

28′ Cartão amarelo para Cristián Rodriguez, por palavras dirigidas ao árbitro.
43′ Cartão amarelo para Di María, por impedir a progressão de Matheus.
63′ Cartão amarelo para Luisão por falta sobre Edinho.
83′ Cartão amarelo para Rui Costa.

 

Outra evidente demontração do que o Benfica não pode ser

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V. Setúbal

1-1

Benfica

Nem o golo de Mantorras fez o milagre

Outro jogo cujos antecedentes se amelhavam ao do Benfica no Restelo. O Porto desperdiçara três pontos com o Nacional e o Benfica voltara os sete de diferença. Qualquer percalço corresponderia ao adeus definitivo à discussão do título.

Camacho pedira determinação aos jogadores e neste caso durante a primeira parte o Benfica quis mandar no jogo e fê-lo de certa maneira em termos de disponibilidade de bola para jogar. No entanto o Setúbal parecia não se importar muito com isso. Com as linhas intermédia e defensiva muito próximas e sempre com pressão sobre um Benfica com a bola mas sem velocidade (Christian Rodriguez o único que fazia acelerações saiu lesionado aos 31′), dava mostras de boa capacidade de multiplicação ofensiva rápida, devido a evidente falta de organização encarnada nas transições ataque-defesa, e por isso deixando o resultado sempre em aberto. A entrada de Edinho aos 32′ para o lugar de Paulinho visava precisamente aproveitar isso.

O Benfica teve uma oportunidade de golo aos 15′ com o cabeceamento de Christian Rodriguez a ser defendido com uma palmada por Eduardo junto ao poste esquerdo da sua baliza e ainda algumas mais jogadas de perigo sempre saídas de jogadas pela direita.

O Vitória respondeu nos últimos minutos, primeiro numa dessas transições rápidas com o remate à entrada da área a sair por cima e já em tempo de descontos Quim com as
pernas evitou o golo dos locais.

Na segunda parte o Benfica que acabara a primeira com 74% de posse de bola apareceu ainda mais lento e pior do que isso dando mostras de grande instabilidade psíquica.

Aos 63′ depois de uma perda de bola de Katsouranis, Luisão teve que fazer falta e levou amarelo (o quarto do jogo e todos para jogadores encarnados). O pior é que foi protestar com o seu companheiro de equipa numa «jogada» infeliz e demonstrativa da falta de organização e disciplina desta equipa (?). Este lance motivou os sadinos; Camacho substituiu os dois jogadores entrando EdCarlos e Mantorras e este aproveitando um cruzamento da direita de Maxi Rodriguez que cCardozo deixou escapar foi mais lesto que um central sadino e fez o golo aos 71′!

Nem com um golo «caído do céu» que Mantorras fez questão em agradecer aios deuses o Benfica tranquilizou. O Setúbal mexeu na equipa com as entradas de Bruno Gama e Filipe Gonçalves e Sandro e procurou o ataque. O Benfica demonstrava a sua falta de qualidade. Não guardava a bola, passes errados a defesa tremia com má entrada de Edcarlos e claro o golo já antes anunciado em lance semelhante surgiu aos 87′ com Edinho a corresponder ao segundo poste de cabeça a um cruzamento da direita.

O Benfica ainda teve uma jogada de perigo após um pontapé de canto com a recarga de Maxi Rodriguez a ser defendida por Eduardo mas o empate tem de se aceitar.

Arbitragem sem casos em termos tecnicos mas muito dualista em termos disciplinares. Quatro amarelos só para jogadores do Benfica quando situações semelhantes para o Setúbal ficaram impunes. Christian Rodriguez viu amarelo por ter dito alguma coisa depois de avisado. Paraty avisou umn vitoriano sobre o lugar da bola para a marcação de um livre, este fez avançar a bola dois passos e Paraty deixou. Rui Costa foi agarrado veementemente pela camisola por trás na zona de grande círculo e o árbitro bnão deu amarelo. Na segundas parte um lançamento lateral favorável aos vitorianos foi executado à frente o árbitro incompreensivelmente mandou executá-lo de novo atrás, em vez de trocar a equipa que o devia fazer. Enfim… já estamos habituados a esta falta de nível.

Sem novidades de Janeiro em termos de plantel (a não ser a saída de jogadores alguns dos quais comprados esta época), o Benfica não dá sinais de progressos em termos de construção de uma equipa de futebol e de fundamentos de jogo. Resta lutar pelo segundo lugar perante uma completa desilusão da sua massa adepta. A essas fragilidades junta-se agora a falta de disciplina e de solidariedade entre jogadores bem visível neste jogo.

Ficha do jogo

Estádio: Estádio do Bonfim
Árbitros: Paulo Paraty, Aux – Alexandre Freitas e João Santos.

V. Setúbal – Eduardo; Janício, Auri, Robson e Adalto; Sandro (Filipe Gonçalves 77′), Elias e Ricardo Chaves; Paulo Roberto, Pitbull e Matheus (Bruno Gama 74′).

Benfica – Quim; Nélson, Luisão (Edcarlos 68′), David Luiz e Luís Filipe; Petit e Katsouranis (Mantorras 68′); Maxi Pereira, Rui Costa e Rodriguez (Di María 31′); Cardozo.

28′ Cartão amarelo para Cristián Rodriguez, por palavras dirigidas ao árbitro.
43′ Cartão amarelo para Di María, por impedir a progressão de Matheus.
63′ Cartão amarelo para Luisão por falta sobre Edinho.
83′ Cartão amarelo para Rui Costa.

 

Vignettes From The Pearly Gates (Day 13)

Filed under: Inspirational — looking4good @ 9:51 pm

Day 13
Learn to forgive and not to hold on to grudges and hurt feelings. The spirit of bitterness lodging in one’s heart acts like acid searing our very soul. We will never have genuine peace of mind and joy in our hearts if we continue to hold on to hurt feelings. Instead, surrender everything to the Lord and learn to, “Cast your cares on the Lord and He will sustain you. He will never let the righteous fall.” (Psalm 55: 22)

Posted by Mel Avila Alarilla
Philippines
Spiritual/Inspirational