Nothingandall

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Janeiro 1, 2008

Filed under: Greetings — looking4good @ 8:08 am

H ours of happy times with friends and family
A bundant time for relaxation
P rosperity
P lenty of love when you need it the most
Y outhful excitement at lifes simple pleasures

N ights of restful slumber (you know – dont’ worry be happy)
E verything you need
W ishing you love and light

Y ears and years of good health
E njoyment and mirth
A angels to watch over you
R embrances of a happy years!

~ Author Unknown to me ~

Best Regards,

Samrina

 

Rosas e Cantigas – Afonso Duarte

Filed under: Afonso Duarte,poesia — looking4good @ 2:28 am
Rosas Multicoloridas da Holanda – Expo Flora São Paulo 08/2007
(Foto: Filipe Araújo/Agência “Estado”). Extraída daqui

Eu hei-de despedir-me desta lida,
rosas? – Árvores, hei-de abrir-vos covas
e deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!

A palavra de Deus é a mais sentida
deste meu coração cheio de trovas…
Só bens me dê o céu! Eu tenho provas
que não há bem que pague o desta vida.

E os cravos, manjerico e limonete,
oh, que perfume dão às raparigas!
Que lindos são nos seios do corpete!

Como és, nuvem dos céus, água do mar,
flores que eu trato, rosas e cantigas,
cá, do outro mundo, me fareis voltar.

Joaquim AFONSO Fernandes DUARTE nasceu na Ereira (concelho de Montemor-o-Velho) a 1 de Janeiro de 1884 e morreu paraplégico em Coimbra a 5 de Março de 1958. Bacharelado em Ciências Físico-Naturais pela universidade de Coimbra, foi professor da Escola Normal e, apesar de se ter distinguido na pedagogia do Desenho e Etnografia Artística, viu-se compelido a abandonar o ensino, em 1932, por motivos de ordem política. A sua poesia rústica, de raiz humanista, vai do saudosismo ao neo-realismo, passando pelo presencismo, mas mantendo sempre uma originalidade própria.

Soneto e nota bibiliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria É a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.
 

Rosas e Cantigas – Afonso Duarte

Filed under: Afonso Duarte,poesia — looking4good @ 2:28 am
Rosas Multicoloridas da Holanda – Expo Flora São Paulo 08/2007
(Foto: Filipe Araújo/Agência “Estado”). Extraída daqui

Eu hei-de despedir-me desta lida,
rosas? – Árvores, hei-de abrir-vos covas
e deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!

A palavra de Deus é a mais sentida
deste meu coração cheio de trovas…
Só bens me dê o céu! Eu tenho provas
que não há bem que pague o desta vida.

E os cravos, manjerico e limonete,
oh, que perfume dão às raparigas!
Que lindos são nos seios do corpete!

Como és, nuvem dos céus, água do mar,
flores que eu trato, rosas e cantigas,
cá, do outro mundo, me fareis voltar.

Joaquim AFONSO Fernandes DUARTE nasceu na Ereira (concelho de Montemor-o-Velho) a 1 de Janeiro de 1884 e morreu paraplégico em Coimbra a 5 de Março de 1958. Bacharelado em Ciências Físico-Naturais pela universidade de Coimbra, foi professor da Escola Normal e, apesar de se ter distinguido na pedagogia do Desenho e Etnografia Artística, viu-se compelido a abandonar o ensino, em 1932, por motivos de ordem política. A sua poesia rústica, de raiz humanista, vai do saudosismo ao neo-realismo, passando pelo presencismo, mas mantendo sempre uma originalidade própria.

Soneto e nota bibiliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria É a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.
 

Rosas e Cantigas – Afonso Duarte

Filed under: Afonso Duarte,poesia — looking4good @ 2:28 am
Rosas Multicoloridas da Holanda – Expo Flora São Paulo 08/2007
(Foto: Filipe Araújo/Agência “Estado”). Extraída daqui

Eu hei-de despedir-me desta lida,
rosas? – Árvores, hei-de abrir-vos covas
e deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!

A palavra de Deus é a mais sentida
deste meu coração cheio de trovas…
Só bens me dê o céu! Eu tenho provas
que não há bem que pague o desta vida.

E os cravos, manjerico e limonete,
oh, que perfume dão às raparigas!
Que lindos são nos seios do corpete!

Como és, nuvem dos céus, água do mar,
flores que eu trato, rosas e cantigas,
cá, do outro mundo, me fareis voltar.

Joaquim AFONSO Fernandes DUARTE nasceu na Ereira (concelho de Montemor-o-Velho) a 1 de Janeiro de 1884 e morreu paraplégico em Coimbra a 5 de Março de 1958. Bacharelado em Ciências Físico-Naturais pela universidade de Coimbra, foi professor da Escola Normal e, apesar de se ter distinguido na pedagogia do Desenho e Etnografia Artística, viu-se compelido a abandonar o ensino, em 1932, por motivos de ordem política. A sua poesia rústica, de raiz humanista, vai do saudosismo ao neo-realismo, passando pelo presencismo, mas mantendo sempre uma originalidade própria.

Soneto e nota bibiliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria É a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.
 

Rosas e Cantigas – Afonso Duarte

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Rosas Multicoloridas da Holanda – Expo Flora São Paulo 08/2007
(Foto: Filipe Araújo/Agência “Estado”). Extraída daqui

Eu hei-de despedir-me desta lida,
rosas? – Árvores, hei-de abrir-vos covas
e deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!

A palavra de Deus é a mais sentida
deste meu coração cheio de trovas…
Só bens me dê o céu! Eu tenho provas
que não há bem que pague o desta vida.

E os cravos, manjerico e limonete,
oh, que perfume dão às raparigas!
Que lindos são nos seios do corpete!

Como és, nuvem dos céus, água do mar,
flores que eu trato, rosas e cantigas,
cá, do outro mundo, me fareis voltar.

Joaquim AFONSO Fernandes DUARTE nasceu na Ereira (concelho de Montemor-o-Velho) a 1 de Janeiro de 1884 e morreu paraplégico em Coimbra a 5 de Março de 1958. Bacharelado em Ciências Físico-Naturais pela universidade de Coimbra, foi professor da Escola Normal e, apesar de se ter distinguido na pedagogia do Desenho e Etnografia Artística, viu-se compelido a abandonar o ensino, em 1932, por motivos de ordem política. A sua poesia rústica, de raiz humanista, vai do saudosismo ao neo-realismo, passando pelo presencismo, mas mantendo sempre uma originalidade própria.

Soneto e nota bibiliográfica extraídos de «A Circulatura do Quadrado – Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria É a Língua Portuguesa. Introdução, coordenação e notas de António Ruivo Mouzinho. Edições Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, 2004.
 

Jan 1, 2008 : 41st World Day of Peace

Filed under: Day,Dia,efemerides,peace — looking4good @ 1:50 am
Image from here

Today is The World Day of Peace. I wish to everybody a peaceful 2008 and that each of us and we all together could become 2008, day after day, better than 2007.

Read the Benedict XVI’s message for the 41st World Day of Peace, here . The title is “THE HUMAN FAMILY, A COMMUNITY OF PEACE” .

 

Jan 1, 2008 : 41st World Day of Peace

Filed under: Day,Dia,efemerides,peace — looking4good @ 1:50 am
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Today is The World Day of Peace. I wish to everybody a peaceful 2008 and that each of us and we all together could become 2008, day after day, better than 2007.

Read the Benedict XVI’s message for the 41st World Day of Peace, here . The title is “THE HUMAN FAMILY, A COMMUNITY OF PEACE” .