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A um Sonetista – Batista Cepelos Dezembro 10, 2007

Filed under: Batista Cepelos,poesia — looking4good @ 8:01 pm
Escultura by
Constantin Brancusi (1876-1957)

Como um bloco de pedra, inanimado e forte,
tens a idéia. Pois bem: trabalha na obra-prima!
E, antes de começar, num sublime transporte,
aguarda a inspiração, que baixa lá de cima…

Depois te quero ver, mais duro que Mavorte,
batendo com o martelo e rilhando com a lima!
E, talhado de rijo, em soberbo recorte,
gire o verso, a cantar, no eixo de ouro da rima…

E que um dia nos venha, extraordinário amigo,
um soneto que vibre, entre clarões dispersos,
levantando o rumor de um campanário antigo…

E, no sumo apogeu das formas desejadas,
grite pelo metal dos seus quatorze versos,
relampagueando ao sol, como quatorze espadas!

Manuel Batista Cepelos (n. em Cotia (SP) a 10 Dez. 1872, m. no Rio de Janeriro a 8 Mai 1915)

in A Circulatura do Quadrado: Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa – Edições Unicepe

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A um Sonetista – Batista Cepelos

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Escultura by
Constantin Brancusi (1876-1957)

Como um bloco de pedra, inanimado e forte,
tens a idéia. Pois bem: trabalha na obra-prima!
E, antes de começar, num sublime transporte,
aguarda a inspiração, que baixa lá de cima…

Depois te quero ver, mais duro que Mavorte,
batendo com o martelo e rilhando com a lima!
E, talhado de rijo, em soberbo recorte,
gire o verso, a cantar, no eixo de ouro da rima…

E que um dia nos venha, extraordinário amigo,
um soneto que vibre, entre clarões dispersos,
levantando o rumor de um campanário antigo…

E, no sumo apogeu das formas desejadas,
grite pelo metal dos seus quatorze versos,
relampagueando ao sol, como quatorze espadas!

Manuel Batista Cepelos (n. em Cotia (SP) a 10 Dez. 1872, m. no Rio de Janeriro a 8 Mai 1915)

in A Circulatura do Quadrado: Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa – Edições Unicepe

 

A um Sonetista – Batista Cepelos

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Escultura by
Constantin Brancusi (1876-1957)

Como um bloco de pedra, inanimado e forte,
tens a idéia. Pois bem: trabalha na obra-prima!
E, antes de começar, num sublime transporte,
aguarda a inspiração, que baixa lá de cima…

Depois te quero ver, mais duro que Mavorte,
batendo com o martelo e rilhando com a lima!
E, talhado de rijo, em soberbo recorte,
gire o verso, a cantar, no eixo de ouro da rima…

E que um dia nos venha, extraordinário amigo,
um soneto que vibre, entre clarões dispersos,
levantando o rumor de um campanário antigo…

E, no sumo apogeu das formas desejadas,
grite pelo metal dos seus quatorze versos,
relampagueando ao sol, como quatorze espadas!

Manuel Batista Cepelos (n. em Cotia (SP) a 10 Dez. 1872, m. no Rio de Janeriro a 8 Mai 1915)

in A Circulatura do Quadrado: Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa – Edições Unicepe

 

A um Sonetista – Batista Cepelos

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Escultura by
Constantin Brancusi (1876-1957)

Como um bloco de pedra, inanimado e forte,
tens a idéia. Pois bem: trabalha na obra-prima!
E, antes de começar, num sublime transporte,
aguarda a inspiração, que baixa lá de cima…

Depois te quero ver, mais duro que Mavorte,
batendo com o martelo e rilhando com a lima!
E, talhado de rijo, em soberbo recorte,
gire o verso, a cantar, no eixo de ouro da rima…

E que um dia nos venha, extraordinário amigo,
um soneto que vibre, entre clarões dispersos,
levantando o rumor de um campanário antigo…

E, no sumo apogeu das formas desejadas,
grite pelo metal dos seus quatorze versos,
relampagueando ao sol, como quatorze espadas!

Manuel Batista Cepelos (n. em Cotia (SP) a 10 Dez. 1872, m. no Rio de Janeriro a 8 Mai 1915)

in A Circulatura do Quadrado: Alguns dos Mais Belos Sonetos de Poetas cuja Mátria é a Língua Portuguesa – Edições Unicepe

 

de los fenomenos de diciembre

Filed under: poetry — looking4good @ 1:34 pm

un callejon,
un personaje,
alguna banca en un parque,
un sonido que se calla,
una sonrisa,
y el vuelo de una nube perdida,
un hogar sin oficina,
y la sala que se encuentra vacia,
ese rincon en el vaso vacio,
y ese poco de agua, que dejo el frio,
las mañanas de diciembre,
un tanto frias,
un tanto ausentes,
las personas que deambulan,
y otras que encuentran comfort,
en una cama,
en una esquina,
en una caricia,
y en su ausencia presencia,
un niño que lee la carta de su padre,
y un perro que esconde un hueso para más tarde.
El sonido del despertador,
y una hora que se fue volando,
la chamarra de mi cama,
y el periodico de la cama del otro, que no tiene tanta suerte,
la suerte que se las da de adivina,
y la vida que se las lleva de bailarina,
un agosto que se confunde con otro septiembre,
y los dias,
que pasan cayendo,
uno tras otro,
hasta llegar
a este, otro diciembre, de las mismas mañanas,
que son mas tuyas, de lo que son mias.

 

We learned the Whole of Love – Emily Dickinson

Filed under: Emily Dickinson,poetry — looking4good @ 7:05 am
Bookstore – from here

We learned the Whole of Love —
The Alphabet — the Words —
A Chapter — then the mighty Book —
Then — Revelation closed —

But in Each Other’s eyes
An Ignorance beheld —
Diviner than the Childhood’s —
And each to each, a Child —

Attempted to expound
What Neither — understood —
Alas, that Wisdom is so large —
And Truth — so manifold!

Emily Elizabeth Dickinson (b. on Dec 10, 1830 in Amherst, Massachusetts, USA; d. May 15, 1886 in Amherst, Massachusetts, USA)

 

We learned the Whole of Love – Emily Dickinson

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Bookstore – from here

We learned the Whole of Love —
The Alphabet — the Words —
A Chapter — then the mighty Book —
Then — Revelation closed —

But in Each Other’s eyes
An Ignorance beheld —
Diviner than the Childhood’s —
And each to each, a Child —

Attempted to expound
What Neither — understood —
Alas, that Wisdom is so large —
And Truth — so manifold!

Emily Elizabeth Dickinson (b. on Dec 10, 1830 in Amherst, Massachusetts, USA; d. May 15, 1886 in Amherst, Massachusetts, USA)