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Like many others last Sunday , I am Too Too Busy to blog today. Novembro 13, 2007

Filed under: Life — looking4good @ 10:57 pm

Here is an excerpt from my favourite news paper The Sydney Daily Telegraph.

An insult to their great sacrifice

Anita Quigley

Wednesday, November 14, 2007 at 07:22am

THE Ode of Apathy:
They shall grow very old, as we that are left don’t care;
Age shall not endear them, nor the years be kind.
At the going down of the sun and in the morning,
We will just forget them.

This was the ode adhered to in shopping centres across the country last Sunday.
Consumers too busy in their little materialistic worlds couldn’t give a minute of their time to acknowledge the men and women who sacrificed their lives, their health and their futures so that we could benefit from the freedom and democracy in which we are fortunate enough to live.
Not even the loudspeaker announcing that it was time to observe Remembrance Day distracted some customers at Chatswood Chase from their buying frenzy.
While many decent Australians did pause for the 11th hour of the 11th day of the 11th month that marks the time the World War I armistice became effective, most at this shopping hub did not.
Even as the Ode of Remembrance was clearly read aloud, they kept on walking, talking, quaffing their lattes and selecting that “must have” new designer shirt.
In a world where many think it a greater privilege to meet Nicole Kidman, Steve Waugh or Kylie Minogue than a returned veteran, I suppose I shouldn’t really be surprised.
But I was.
When you are in an affluent suburb – which should constitute well-educated residents – and you are reminded clearly over a loudspeaker that it is Remembrance Day yet you still ignore it and walk away, it makes you wonder what sort of citizens we are becoming.
Neither age, race nor sex seemed a factor among those who decided to disregard our servicemen and servicewomen. The only common element was a desire to keep shopping, no matter what.
Is one minute of one day – a lazy, sunny Sunday morning in this case – too much to ask?
No member of my family past or present has served in the armed forces, yet I appreciate the importance of acknowledging those who have lost their lives.
For me. And for you.
Who can be that frantic in a shopping mall on a Sunday morning not to offer 60 silent seconds in return?
To all those people too “busy” to stop for the past, you should also remember we have current serving soldiers for whom this is a very living thing – regardless of whether you agree with them being in such war zones as Iraq.
By way of example, at the International Security Assistance Force headquarters in Kabul, Afghanistan, Australian and New Zealand troops held their own Remembrance ceremony last Sunday morning.
There they witnessed the opening of a new building, named ANZAC.
It is the first building at ISAF headquarters to be named after a non-NATO entity.
In an email to friends and family, one soldier wrote: “It was an amazing feeling to be there with troops from all over the world and honour those who did not come back.
“I will always remember the way the sun cut through the pines on the memorial in front of the headquarters as over a thousand troops stood in silence while all we could hear was the singing of the birds.”
I wonder what he would have made of those who kept on shopping at Chatswood Chase.
Then again, given his current circumstances, it might be best he doesn’t know.
The disappointment in his fellow Australians is a burden he and his fellow soldiers at ISAF in Kabul need not worry themselves with. They already have more than enough on their plate.
Remembrance Day is not solely for those linked to the armed services or for politicians and royals bound by duty to lay wreaths – or even newsreaders to wear poppies.
Remembrance is profoundly personal. It can take just a second or, in this case, a minute. But it’s the least we can do.
One day of Remembrance.
One minute of silence.
A lifetime of being forgotten.
If you were one of those who were far too busy to observe The Ode of Remembrance last Sunday, possibly you could spare a moment for it now:
They shall grow not old, as we that are left grow old;
Age shall not weary them, nor the years condemn.
At the going down of the sun and in the morning,
We will remember them.

 

Vignettes From The Pearly Gates (Day 1)

Filed under: Inspirational — looking4good @ 8:58 pm

(Day 1)
When tempted to ask the Lord the question why? Remember that throughout all the ages, from Job down to Paul, His answer had always been and why not? For He is God, sovereign Lord over all His creation. Let us learn to uncompromisingly trust in His unfailing love and know that, “All things work together for the good of those who love Him, who have been called according to His purpose.” (Romans 8: 28)
Posted by Mel Avila Alarilla Phillipines
Spiritual/Inspirational

 

Progress ?

Filed under: Humor — looking4good @ 2:16 am

graeme said…

Indian Chief “Two Eagles” was asked by a white American government official,> “You have observed the white man for 90 years. You’ve seen his wars > and his technological advances. You’ve seen his progress, and the > damage he’s done.” > > The Chief nodded in agreement. >

The official continued, “Considering all these events, in your opinion, > where did the white man go wrong?” > >

The Chief stared at the government official for over a minute and then > calmly replied. “When white man find land, Indians running it, > no taxes, no debt, plenty buffalo, plenty beaver, clean water. > Women did all the work, Medicine man free. Indian man spend all day > hunting and fishing; all night having sex.” > > Then the chief leaned back and smiled. “Only white man dumb enough > to think he improve system like that.”>

 

No aniversário do «poeta da saudade» – Antonio Pereira de Moraes

Filed under: Antonio Pereira Moraes,poesia — looking4good @ 1:00 am

Saudade é um parafuso
Que na rosca quando cai,
Só entra se for torcendo,
Porque batendo num vai
E enferrujando dentro
Nem distorcendo num sai.

Saudade tem cinco fios
Puxados à eletricidade,
Um na alma, outro no peito,
Um amor, outro amizade,
O derradeiro, a lembrança
Dos dias da mocidade.

Saudade é como a resina,
No amor de quem padece,
O pau que resina muito
Quando não morre adoece.
É como quem tem saudade
Não morre, mas adoece.

Adão me deu dez saudades
Eu lhe disse: muito bem!
Dê nove, fique com uma
Que todas não lhe convêm.
Mas eu caí na besteira,
Não reparti com ninguém.

António Pereira de Moraes (n. em 13 Nov 1891 no sítio Jatobá, Itapetim, São José do Egito; m. em 7 Nov. 1892)

 

Hoje faz 94 anos que o soutien foi patenteado

Filed under: efemerides — looking4good @ 12:43 am
La Perla semi-bras Para ilustrar o tema:
A smart set demi-cup Bra La Perla
é claro; acho que é 36 B!

Faz hoje 94 anos, ou seja no dia 13 de Novembro de 1913, que a americana Mary Phelps Jacob patentou uma das invenções mais queridas do público feminino: o soutien. Neste quase um século de existência, ele se tornou «o amigo do peito» e exerceu as mais diferentes funções: aumentou o seio, diminuiu-o, escondeu-o, exibiu-o.

O soutien virou um aliado na busca da beleza, do conforto e da sedução.

Ao longo do tempo desempenhou variados papéis e o seu desenvolvimento está ligado à tecnologia, com a descoberta de novos tecidos ou fibras, mas também a fenómenos sociológicos e de moda.

Com a revolução sexual dos anos 60 e 70, as mulheres em vez de o considerarem um aliado, elegeram-no como um símbolo de repressão após os apertados espartilhos e assim em 1968, algumas feministas queimaram seus sutiãs em frente ao Senado, em Washington, nos EUA.

«Com o surgimento da lycra, das microfibras e outros novos tecidos, como rendas e algodões elásticos, cores e estampas, os sutiãs chegaram a um nível de sofisticação, qualidade e conforto nunca vistos. Pode-se, hoje, levantar, aumentar, aproximar ou separar os seios apenas usando o sutiã certo». Será?

Ler: Os sutiãs e o século XX

 

Hoje faz 94 anos que o soutien foi patenteado

Filed under: efemerides — looking4good @ 12:43 am
La Perla semi-bras Para ilustrar o tema:
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Faz hoje 94 anos, ou seja no dia 13 de Novembro de 1913, que a americana Mary Phelps Jacob patentou uma das invenções mais queridas do público feminino: o soutien. Neste quase um século de existência, ele se tornou «o amigo do peito» e exerceu as mais diferentes funções: aumentou o seio, diminuiu-o, escondeu-o, exibiu-o.

O soutien virou um aliado na busca da beleza, do conforto e da sedução.

Ao longo do tempo desempenhou variados papéis e o seu desenvolvimento está ligado à tecnologia, com a descoberta de novos tecidos ou fibras, mas também a fenómenos sociológicos e de moda.

Com a revolução sexual dos anos 60 e 70, as mulheres em vez de o considerarem um aliado, elegeram-no como um símbolo de repressão após os apertados espartilhos e assim em 1968, algumas feministas queimaram seus sutiãs em frente ao Senado, em Washington, nos EUA.

«Com o surgimento da lycra, das microfibras e outros novos tecidos, como rendas e algodões elásticos, cores e estampas, os sutiãs chegaram a um nível de sofisticação, qualidade e conforto nunca vistos. Pode-se, hoje, levantar, aumentar, aproximar ou separar os seios apenas usando o sutiã certo». Será?

Ler: Os sutiãs e o século XX

 

Hoje faz 94 anos que o soutien foi patenteado

Filed under: efemerides — looking4good @ 12:43 am
La Perla semi-bras Para ilustrar o tema:
A smart set demi-cup Bra La Perla
é claro; acho que é 36 B!

Faz hoje 94 anos, ou seja no dia 13 de Novembro de 1913, que a americana Mary Phelps Jacob patentou uma das invenções mais queridas do público feminino: o soutien. Neste quase um século de existência, ele se tornou «o amigo do peito» e exerceu as mais diferentes funções: aumentou o seio, diminuiu-o, escondeu-o, exibiu-o.

O soutien virou um aliado na busca da beleza, do conforto e da sedução.

Ao longo do tempo desempenhou variados papéis e o seu desenvolvimento está ligado à tecnologia, com a descoberta de novos tecidos ou fibras, mas também a fenómenos sociológicos e de moda.

Com a revolução sexual dos anos 60 e 70, as mulheres em vez de o considerarem um aliado, elegeram-no como um símbolo de repressão após os apertados espartilhos e assim em 1968, algumas feministas queimaram seus sutiãs em frente ao Senado, em Washington, nos EUA.

«Com o surgimento da lycra, das microfibras e outros novos tecidos, como rendas e algodões elásticos, cores e estampas, os sutiãs chegaram a um nível de sofisticação, qualidade e conforto nunca vistos. Pode-se, hoje, levantar, aumentar, aproximar ou separar os seios apenas usando o sutiã certo». Será?

Ler: Os sutiãs e o século XX