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Critic Outubro 16, 2007

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 11:07 pm

 

Explanations To Enigma Series # 2

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 10:48 pm


Which is better?


To Live a Short Life Like a LION

OR


To Live a Long Life Like SHEEP

Those who want to live a short life like a lion will get just that. Lions are predators. They live by the law of the jungle. They survive by killing other animals.
They live short but eventful lives. To them, being at peace with themselves is such a boring life. Their natural high is to go for the hunt and the kill. Nothing more can give them satisfaction than to scale the greater heights of conquest and stamp their names for all posterity to admire and remember them by. Examples of these people are: Julius Caezar, Alexander the Great, Genghis Khan, Napoleon Bonaparte, Adolph Hitler, Idi Amin and Saddam Hussein.

Those who want to live long lives like the sheep are themselves not assured of obtaining what they long for. Remember, flocks of sheep are prey to predators. Of themselves, they cannot protect their own kind. They cannot even bring themselves to greener pastures to be able to feed themselves. They lack the vision of natural leaders so that they can easily be dispersed in the absence of the herdsman or the sheep dog. The shepherd or herdsman brings the flock of sheep to greener pasture and only then can they be assured of safety and sustenance.

So how can the flock of sheep live long and eventful lives? By putting their trust in the Good Shepherd who is willing to lay down His life for His flock. He promised them abundant and eternal life. In fact, He laid down His life for them so that they can be assured of eternal life. “Greater love has no one than this, that a man lay down his life for a friend.”

Above All – Michael W. Smith

Posted by Mel Avila Alarilla
Philippines
Spiritual/Inspirational/Enigma

 

i have a dream

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 9:42 pm


I have a dream dat one day …..
one day, we will have built a community of love, each one of us wud work for love

The $ currency wud be substituted with love currency

when we work for a client or an employer, it wud be a labor of love

and we wud be paid by love

Love cannot be quantified

i wud not charge u for the service rendered

I wud come back to you, when I need your help

I wud not ask for more than I need for the moment

dat wud be agreed

but the product / service generated wud be World class

bcoz it has been crafted by love

In dis community of love, there wud be

No jealousy, no envy

Bcoz all dat u own u wud lovingly share with me

No one in this community wud starve

bcoz if I don’t have food on my table today

I wud walk into your home, and u wud gimme dinner

No dowry, No unhappy widows,

No neglected aged folks

if you are in the US of A and your parents are here

They wud be a part of my family too

No one wud be unloved

If I have a prob dat is worrying me

I wud not hesitate to knock on your door

U might say dat I am a dreamer

But I m not the only one

John Lennon had dis dream, along with Martin Luther King

and Mahatma Gandhi, when he proclaimed dat

u do not own your possessions

Ur just a trustee

Dis community of love has been in existence for a very long time in India

It is the joint family system

where after marriage your children still live under the same roof

the earnings of the family are pooled togetherand the material and emotional needs are provided for by the family members

but under the western influence

it is breaking up into nuclear families

So now we purchase more cars, TV’s, fridges, AC’s

We now have more material things

But less and less of Love

more stressful living

and more suicides

Nafissa wud not have hanged herself

if she lived in dis community of love

Let us go back to our roots

and discard the western life style

and once again build a community of love

in the tradition of the joint family system

and one day this community wud encompass the whole world

AMEN
posted by Jim at 4:14 AM

 

Carlos Saura: Fado é uma forma de vida

Filed under: Actualidade,cinema,Fado — looking4good @ 7:40 pm

Entrevista de Carlos Saura, o realizador de «Fados», ao programa de Carlos Vaz Marques, Pessoal e Transmissível na TSF, hoje 16 de Out. de 2007.

CVM: Um jornalista argentino depois de ter visto o seu filme dizia que tinha ficado com uma dúvida se você gostava mesmo de fado. Você gosta mesmo de fado?

CS: Gosto muito de fado. Penso que é uma forma musical preciosa que tem muito mais posssibilidades do que as que se conhecem…

CVM: Qual foi a melhor definição de fado que encontrou Carlos Saura?

CS: Acho que foi o que uma pessoa me disse que «Fado é uma forma de vida»

Ouvir Aqui e pode ouvir a excelente versão de Lila Downs de Foi na Travessa da Palha

Apresentação de Fados

 

Radiohead – No Surprises

Filed under: video — looking4good @ 3:26 pm

I spend a lot of time on here talking about Informationalism, why I think it’s the future. Why I think it has the power to free the minds of every human being on this planet one day. However, today I just want to offer some music. An important part of Informationalism is being able to sit back and absorb the Information. Everyone is a teacher, but likewise is everyone a student. What can you learn from this video?

Here are the Lyrics:

No Surprises: Radiohead

A heart that’s full up like a landfill,
a job that slowly kills you,
bruises that won’t heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don’t, they don’t speak for us.
I’ll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silent silent.

This is my final fit,
my final bellyache,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.

Such a pretty house
and such a pretty garden.

No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.

 

Adriano Correia de Oliveira desapareceu há 25 anos

Filed under: Adriano Correia de Oliveira,efemerides,Music,Musica — looking4good @ 1:00 am

Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção (from Wikipedia)

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
o vento nada me diz.

La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la, [Refrão]
La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la. [Bis]

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

[Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio – é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.]

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Música: António Portugal
Letra: Manuel Alegre
Intérprete: Adriano Correia de Oliveira

I ask of the passing wind
News from my fatherland
The wind silences the tragedy
The wind tells me nothing

But there is always a lantern
Within the very misfortune
There is always someone who sows
Songs in the passing wind

Even in the saddest of nights
In times of servitude
There is someone who resists
There is always someone who says no

Trova do vento que passa

Tejo que levas as águas

Aqui uma das mais belas composições de música portuguesa de sempre
Fala do homem nascido

Aqui interpretando um poema de Manuel da Fonseca ainda ontem aqui lembrado no dia do seu aniversário
Tu e eu meu amor

Aqui não é Adriano que canta mas este vídeo é absolutamente sensacional e imperdível

 

Adriano Correia de Oliveira desapareceu há 25 anos

Filed under: Adriano Correia de Oliveira,efemerides,Music,Musica — looking4good @ 1:00 am

Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção (from Wikipedia)

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
o vento nada me diz.

La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la, [Refrão]
La-ra-lai-lai-lai-la, la-ra-lai-lai-lai-la. [Bis]

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

[Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio – é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.]

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Música: António Portugal
Letra: Manuel Alegre
Intérprete: Adriano Correia de Oliveira

I ask of the passing wind
News from my fatherland
The wind silences the tragedy
The wind tells me nothing

But there is always a lantern
Within the very misfortune
There is always someone who sows
Songs in the passing wind

Even in the saddest of nights
In times of servitude
There is someone who resists
There is always someone who says no

Trova do vento que passa

Tejo que levas as águas

Aqui uma das mais belas composições de música portuguesa de sempre
Fala do homem nascido

Aqui interpretando um poema de Manuel da Fonseca ainda ontem aqui lembrado no dia do seu aniversário
Tu e eu meu amor

Aqui não é Adriano que canta mas este vídeo é absolutamente sensacional e imperdível