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Always Forward Outubro 12, 2007

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 11:49 pm

`Your pain is the breaking of the shell that encloses your understanding’. Kahlil Gibran

I remember an interview of New York Art Critic Robert Hughes.

He was talking about the pain he has experienced since his car accident and how it had expanded his consciousness to be aware of dimensions he previously did not understand.

Without the shadows the light in our life lacks definition.

Noone has a life that is immune from painful moments but as our palette becomes filled with a wider range of experiences and colors we are able to create with that full rainbow of color that makes up light.

The connection with the power and strength that makes up `The Spirit’ is heightened with each obstacle we overcome.

Some of the most beautiful works of art are outpourings by individuals in the midst of pain on all levels.

These outpourings keeps the way clear and allows light again to flow from this place.

I painted one work with a heart full of tears.

It was a work that felt like `pulling out a tooth’ but it’s completion was part of letting in the powerful light that we can all access.

Greetings to all from Greenearth in Australia

 

Sites and blogs have been blocked in Egypt

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 9:59 pm

the government in Egypt has blocked some websites and blogs

like free khirat-elshater,

miet blog,
and The voice of resistance site

these sites and blogs are on the same hosting site

 

Vivemos uma democracia em que a tendência crescente é para desqualificar as vozes críticas

Filed under: Actualidade,política — looking4good @ 9:38 pm
«Vivemos uma democracia em que a tendência crescente é para desqualificar as vozes críticas. Quem se opõe a decisões tomadas de cima é sempre e cada vez mais olhado com suspeição e mais do que suspeição como uma desqualificação social de crescente intensidade. Neste aspecto o Socratismo é a imitação fiel do pior cavaquismo. Quem se opõe é olhado como uma força de bloqueio diga-se esta expressão ou não. Os sindicalistas e os manifestantes que vêm manifestar a sua indignação junto dos membros do governo são olhados como subversivos e precisam de vigilância policial. As populações que rejeitam a instalação de linhas de alta tensão à porta de casa são qualificadas como obscurantistas com medos atávicos, com medos irracionais. É uma desqualificação das vozes de oposição…»

«…. O poder em Portugal é crescentemente arrogante e crescentemente autoritário e sobretudo poder tecnocrático..»

José Manuel Pureza in Conselho Superior RDP Antena 1, 12 Out 2007

 

Roteiro – João Rui de Sousa

Filed under: João Rui de Sousa,poesia — looking4good @ 9:37 pm
Astrolábio árabe do sec. XIII daqui

Meu jeito visionário — meu astrolábio.
Meu ser mirabolante — um alcatruz.
De variadas coisas fiz a minha esperança
e sempre em várias coisas vi a minha cruz.

Aos padrões que em vários pontos encontrei
na rota íntima de vestes tropicais
eu dei as mãos, serenas e intactas,
as minhas dores mais certas e reais.

Nos vários sítios que — abismos —
toldaram minha voz por um olhar,
eu evitei o perigo e os prejuízos
à voz feita de calma, meu cantar.

Aos rasgos que, de outrora, evocados
foram sempre pelo seu valor,
eu dei a minha tez de dúvida e de espanto,
o meu silêncio amargo, o meu calor,

E aos pontos cardeais que em volta, vacilantes,
desalentavam já meu ser cativo,
parei o gesto, roubei o pólo sul da esperança
como lembrança para um dia altivo.

João Rui de Sousa (n. 12 Out. 1928; ~)

 

Roteiro – João Rui de Sousa

Filed under: João Rui de Sousa,poesia — looking4good @ 9:37 pm
Astrolábio árabe do sec. XIII daqui

Meu jeito visionário — meu astrolábio.
Meu ser mirabolante — um alcatruz.
De variadas coisas fiz a minha esperança
e sempre em várias coisas vi a minha cruz.

Aos padrões que em vários pontos encontrei
na rota íntima de vestes tropicais
eu dei as mãos, serenas e intactas,
as minhas dores mais certas e reais.

Nos vários sítios que — abismos —
toldaram minha voz por um olhar,
eu evitei o perigo e os prejuízos
à voz feita de calma, meu cantar.

Aos rasgos que, de outrora, evocados
foram sempre pelo seu valor,
eu dei a minha tez de dúvida e de espanto,
o meu silêncio amargo, o meu calor,

E aos pontos cardeais que em volta, vacilantes,
desalentavam já meu ser cativo,
parei o gesto, roubei o pólo sul da esperança
como lembrança para um dia altivo.

João Rui de Sousa (n. 12 Out. 1928; ~)

 

Roteiro – João Rui de Sousa

Filed under: João Rui de Sousa,poesia — looking4good @ 9:37 pm
Astrolábio árabe do sec. XIII daqui

Meu jeito visionário — meu astrolábio.
Meu ser mirabolante — um alcatruz.
De variadas coisas fiz a minha esperança
e sempre em várias coisas vi a minha cruz.

Aos padrões que em vários pontos encontrei
na rota íntima de vestes tropicais
eu dei as mãos, serenas e intactas,
as minhas dores mais certas e reais.

Nos vários sítios que — abismos —
toldaram minha voz por um olhar,
eu evitei o perigo e os prejuízos
à voz feita de calma, meu cantar.

Aos rasgos que, de outrora, evocados
foram sempre pelo seu valor,
eu dei a minha tez de dúvida e de espanto,
o meu silêncio amargo, o meu calor,

E aos pontos cardeais que em volta, vacilantes,
desalentavam já meu ser cativo,
parei o gesto, roubei o pólo sul da esperança
como lembrança para um dia altivo.

João Rui de Sousa (n. 12 Out. 1928; ~)

 

Roteiro – João Rui de Sousa

Filed under: João Rui de Sousa,poesia — looking4good @ 9:37 pm
Astrolábio árabe do sec. XIII daqui

Meu jeito visionário — meu astrolábio.
Meu ser mirabolante — um alcatruz.
De variadas coisas fiz a minha esperança
e sempre em várias coisas vi a minha cruz.

Aos padrões que em vários pontos encontrei
na rota íntima de vestes tropicais
eu dei as mãos, serenas e intactas,
as minhas dores mais certas e reais.

Nos vários sítios que — abismos —
toldaram minha voz por um olhar,
eu evitei o perigo e os prejuízos
à voz feita de calma, meu cantar.

Aos rasgos que, de outrora, evocados
foram sempre pelo seu valor,
eu dei a minha tez de dúvida e de espanto,
o meu silêncio amargo, o meu calor,

E aos pontos cardeais que em volta, vacilantes,
desalentavam já meu ser cativo,
parei o gesto, roubei o pólo sul da esperança
como lembrança para um dia altivo.

João Rui de Sousa (n. 12 Out. 1928; ~)