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Meaning Of The Riddle Outubro 10, 2007

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 10:01 pm


The night has a thousand eyes
The walls have a hundred ears
And I have but a fleeting moment
To spend eternity with you

It’s a story of two star crossed lovers who are on the run and are being pursued by the parents and relatives of the girl and by a rich and very powerful man and his henchmen. The girl was betrothed to the rich and powerful man through the machinations of her greedy parents. The two lovers met at a public inn to spend their last night together, fearful of being caught by the angry mob.

They could actually feel that the night had a thousand eyes and the walls had a hundred ears, so they concealed themselves in the darkness of the night and whispered in hushed voices their undying love for each other. They have just this one fleeting moment to make love for the last time and end their lives together.

Reminiscent of the tragic love story of Romeo and Juliet, isn’t it? So there goes the answer to the riddle.

One Love – The Carpenters (1971) USA

Posted by Mel Avila Alarilla
Philippines
Riddle/Enigmas

 

Intervalo – Bernardo Soares

Filed under: Bernardo Soares,Fernando Pessoa — looking4good @ 6:40 pm
foto: passion-flower

Intervalo

Antefalhei a vida, porque nem sonhando-a ela me apareceu deleitosa.

Chegou até mim o cansaço dos sonhos… Tive ao senti-lo uma sensação externa e falsa, como a de ter chegado ao término de uma estrada infinita. Transbordei de mim não sei para onde, e aí fiquei estagnado e inútil. Sou qualquer coisa que fui. Não me encontro onde me sinto e se me procuro, não sei quem é que me procura. Um tédio a tudo amolece-me. Sinto-me expulso da minha alma.

Assisto a mim. Presenceio-me. As minhas sensações passam diante de não sei que olhar meu como coisas externas. Aborreço-me de mim em tudo. Todas as coisas são, até às suas raízes de mistério, da cor do meu aborrecimento.

Estavam já murchas as flores que as Horas me entregaram. A minha única acção possível é vê-las desfolhando lentamente. E isso é tão complexo de envelhecimentos!

A mínima acção é-me dolorosa como uma heroicidade. O mais pequeno gesto pesa-me no ideá-lo, como se fora uma coisa que eu realmente pensasse em fazer.

Não aspiro a nada. Dói-me a vida. Estou mal onde estou e já mal onde penso em poder estar.

O ideal era não ter mais acção do que a acção falsa de um repuxo – subir para cair no mesmo sítio, brilho ao sol sem utilidade nenhuma e fazer som no silêncio da noite para que quem sonhe pense em rios no seu sonho e sorria esquecidamente.

in Livro do Desassossego, Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa

 

Intervalo – Bernardo Soares

Filed under: Bernardo Soares,Fernando Pessoa — looking4good @ 6:40 pm
foto: passion-flower

Intervalo

Antefalhei a vida, porque nem sonhando-a ela me apareceu deleitosa.

Chegou até mim o cansaço dos sonhos… Tive ao senti-lo uma sensação externa e falsa, como a de ter chegado ao término de uma estrada infinita. Transbordei de mim não sei para onde, e aí fiquei estagnado e inútil. Sou qualquer coisa que fui. Não me encontro onde me sinto e se me procuro, não sei quem é que me procura. Um tédio a tudo amolece-me. Sinto-me expulso da minha alma.

Assisto a mim. Presenceio-me. As minhas sensações passam diante de não sei que olhar meu como coisas externas. Aborreço-me de mim em tudo. Todas as coisas são, até às suas raízes de mistério, da cor do meu aborrecimento.

Estavam já murchas as flores que as Horas me entregaram. A minha única acção possível é vê-las desfolhando lentamente. E isso é tão complexo de envelhecimentos!

A mínima acção é-me dolorosa como uma heroicidade. O mais pequeno gesto pesa-me no ideá-lo, como se fora uma coisa que eu realmente pensasse em fazer.

Não aspiro a nada. Dói-me a vida. Estou mal onde estou e já mal onde penso em poder estar.

O ideal era não ter mais acção do que a acção falsa de um repuxo – subir para cair no mesmo sítio, brilho ao sol sem utilidade nenhuma e fazer som no silêncio da noite para que quem sonhe pense em rios no seu sonho e sorria esquecidamente.

in Livro do Desassossego, Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa

 

Intervalo – Bernardo Soares

Filed under: Bernardo Soares,Fernando Pessoa — looking4good @ 6:40 pm
foto: passion-flower

Intervalo

Antefalhei a vida, porque nem sonhando-a ela me apareceu deleitosa.

Chegou até mim o cansaço dos sonhos… Tive ao senti-lo uma sensação externa e falsa, como a de ter chegado ao término de uma estrada infinita. Transbordei de mim não sei para onde, e aí fiquei estagnado e inútil. Sou qualquer coisa que fui. Não me encontro onde me sinto e se me procuro, não sei quem é que me procura. Um tédio a tudo amolece-me. Sinto-me expulso da minha alma.

Assisto a mim. Presenceio-me. As minhas sensações passam diante de não sei que olhar meu como coisas externas. Aborreço-me de mim em tudo. Todas as coisas são, até às suas raízes de mistério, da cor do meu aborrecimento.

Estavam já murchas as flores que as Horas me entregaram. A minha única acção possível é vê-las desfolhando lentamente. E isso é tão complexo de envelhecimentos!

A mínima acção é-me dolorosa como uma heroicidade. O mais pequeno gesto pesa-me no ideá-lo, como se fora uma coisa que eu realmente pensasse em fazer.

Não aspiro a nada. Dói-me a vida. Estou mal onde estou e já mal onde penso em poder estar.

O ideal era não ter mais acção do que a acção falsa de um repuxo – subir para cair no mesmo sítio, brilho ao sol sem utilidade nenhuma e fazer som no silêncio da noite para que quem sonhe pense em rios no seu sonho e sorria esquecidamente.

in Livro do Desassossego, Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa

 

Intervalo – Bernardo Soares

Filed under: Bernardo Soares,Fernando Pessoa — looking4good @ 6:40 pm
foto: passion-flower

Intervalo

Antefalhei a vida, porque nem sonhando-a ela me apareceu deleitosa.

Chegou até mim o cansaço dos sonhos… Tive ao senti-lo uma sensação externa e falsa, como a de ter chegado ao término de uma estrada infinita. Transbordei de mim não sei para onde, e aí fiquei estagnado e inútil. Sou qualquer coisa que fui. Não me encontro onde me sinto e se me procuro, não sei quem é que me procura. Um tédio a tudo amolece-me. Sinto-me expulso da minha alma.

Assisto a mim. Presenceio-me. As minhas sensações passam diante de não sei que olhar meu como coisas externas. Aborreço-me de mim em tudo. Todas as coisas são, até às suas raízes de mistério, da cor do meu aborrecimento.

Estavam já murchas as flores que as Horas me entregaram. A minha única acção possível é vê-las desfolhando lentamente. E isso é tão complexo de envelhecimentos!

A mínima acção é-me dolorosa como uma heroicidade. O mais pequeno gesto pesa-me no ideá-lo, como se fora uma coisa que eu realmente pensasse em fazer.

Não aspiro a nada. Dói-me a vida. Estou mal onde estou e já mal onde penso em poder estar.

O ideal era não ter mais acção do que a acção falsa de um repuxo – subir para cair no mesmo sítio, brilho ao sol sem utilidade nenhuma e fazer som no silêncio da noite para que quem sonhe pense em rios no seu sonho e sorria esquecidamente.

in Livro do Desassossego, Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa

 

Indian peace keeping force’s human rights violation against innocent Tamil civilians in north east of Srilankan

Filed under: peace — looking4good @ 4:01 am

Arrested/tortured 10156
Disappeared 4084
Killed 8118
Raped 3507
Injured 15422
Displaced 550250

Source –tchr.net

Thanks –http://www.yarl.com/forum3/index.php?showtopic=29449&st=0&#entry351298

 

Desapareceu há 44 anos mas Viva Edith Piaf !

Filed under: Edith Piaf,Music,Musica — looking4good @ 12:31 am
foto de Edith Piaf

Edith Piaf, nasceu em Paris enquanto Édith Giovanna Gassion, em 19 de Dezembro de 1915. Iniciou a sua carreira com 15 anos de idade, cantando em cafés e cabarés franceses onde acompanhava a mãe, Annetta Giovanna Maillard (artisticamente Line Marsa), que cantava nestes lugares. Em 1935 fez a sua estréia teatral e, em poucos anos, foi convidada para cantar em grandes teatros e casas de espectáculo de Paris.

A sua voz potente e seu estilo expressivo ao interpretar canções como Non je ne regrette Rien e La vie en rose garantiram-lhe um grande número de admiradores. Incentivada pelo actor Maurice Chevalier, actuou também em filmes, comédias e operetas. Cantora e compositora imortal, faleceu prematuramente em 10 de outubro de 1963 em resultado de uma combinação de privações na infância, boémia, o vício da morfina e o hábito do álcool. Mas que importa isso, se

Non, je ne regrettes rien: