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WOMEN IN ISLAM Agosto 12, 2007

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 11:54 am
WOMEN IN ISLAM

How do women fit into Islam? What is their fate?
This has been the subject of many a debate
for the believing men and women, is a great reward’
this is from surah al azaab, the words of our Lord
it can be seen from reading the holy Quran
that a woman has some privilege over a man

Praying is exempted during menstruation
here Islam gives women consideration
a woman after marriage becomes a wife
for nine long months she carries new life
during childbirth she is exempted to fast
Islam is against the burying of girls in the past

They can pray at the mosque or even at home
they may marry or divorce , its their choice, their own
after marriage she can retain her old maiden name
and is rewarded for treating all her offspring the same
once they are married they should live pious lives
and the best men are those who are best to their wives

Islam shows equality my sisters and brothers
don’t forget that “paradise lies at the feet of your mothers”.
women in the UK had property rights from 1938
this right was given by Islam, 14 centuries to date
in the UK, women could vote from 1918
this was stated 1400 years ago in Islam our deen “religion”

Women can work and lead a happily married life
but shouldn’t neglect her role as mother and wife
a woman for her child’s upbringing, deserves her credit
Islam also gives a woman the right to inherit
a woman’s status in Islam, we should never neglect
in Islam they are favoured and deserve their respect

=copied=

 

Ternura – Lila Ripoll

Filed under: Lila Ripoll,poesia — looking4good @ 6:23 am

Eu te amo com a ternura das mães
que embalam os filhos pequeninos.
E te amo sem desejos.

Perto de ti meus sentidos desaparecem.
Meu corpo tem castidades de santa e de menina.

Quando falas nenhuma sobra se interpõe entre nós dois
Fico presa à palavra de tua boca
e à palavra de teus olhos.
Nada existe fora de nós. Longe de nós…
Tu és o Princípio e o Fim. O Tempo e o Espaço
Cada palavra tua mais espiritualiza
o meu sentimento e a minha ternura.

Tenho vontade de que meus braços se transformem
num grande berço,
para embalar teu sono de homem triste.

Nenhuma estrela brilha mais clara que os teus olhos
na minha alma,
e que a tua palavra no meu coração.

Nenhum homem foi amado com tanta pureza sem pecado,
nem tanta adoração!

Nenhuma mulher vestiu de tanta castidade
seu corpo e sua alma,
para a tristeza de um amor que quer viver,
e quer morrer.

Lila Ripoll (n. em Quaraí RS em 12 Ago 1905; m. em Porto Alegre RS a 07 Fev 1967)

 

Ternura – Lila Ripoll

Filed under: Lila Ripoll,poesia — looking4good @ 6:23 am

Eu te amo com a ternura das mães
que embalam os filhos pequeninos.
E te amo sem desejos.

Perto de ti meus sentidos desaparecem.
Meu corpo tem castidades de santa e de menina.

Quando falas nenhuma sobra se interpõe entre nós dois
Fico presa à palavra de tua boca
e à palavra de teus olhos.
Nada existe fora de nós. Longe de nós…
Tu és o Princípio e o Fim. O Tempo e o Espaço
Cada palavra tua mais espiritualiza
o meu sentimento e a minha ternura.

Tenho vontade de que meus braços se transformem
num grande berço,
para embalar teu sono de homem triste.

Nenhuma estrela brilha mais clara que os teus olhos
na minha alma,
e que a tua palavra no meu coração.

Nenhum homem foi amado com tanta pureza sem pecado,
nem tanta adoração!

Nenhuma mulher vestiu de tanta castidade
seu corpo e sua alma,
para a tristeza de um amor que quer viver,
e quer morrer.

Lila Ripoll (n. em Quaraí RS em 12 Ago 1905; m. em Porto Alegre RS a 07 Fev 1967)

 

Ternura – Lila Ripoll

Filed under: Lila Ripoll,poesia — looking4good @ 6:23 am

Eu te amo com a ternura das mães
que embalam os filhos pequeninos.
E te amo sem desejos.

Perto de ti meus sentidos desaparecem.
Meu corpo tem castidades de santa e de menina.

Quando falas nenhuma sobra se interpõe entre nós dois
Fico presa à palavra de tua boca
e à palavra de teus olhos.
Nada existe fora de nós. Longe de nós…
Tu és o Princípio e o Fim. O Tempo e o Espaço
Cada palavra tua mais espiritualiza
o meu sentimento e a minha ternura.

Tenho vontade de que meus braços se transformem
num grande berço,
para embalar teu sono de homem triste.

Nenhuma estrela brilha mais clara que os teus olhos
na minha alma,
e que a tua palavra no meu coração.

Nenhum homem foi amado com tanta pureza sem pecado,
nem tanta adoração!

Nenhuma mulher vestiu de tanta castidade
seu corpo e sua alma,
para a tristeza de um amor que quer viver,
e quer morrer.

Lila Ripoll (n. em Quaraí RS em 12 Ago 1905; m. em Porto Alegre RS a 07 Fev 1967)

 

Aug 12 – International Youth Day

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 5:41 am
BE SEEN, BE HEARD: YOUTH PARTICIPATION FOR DEVELOPMENT

The General Assembly of The United Nations on 17 December 1999 in its resolution 54/120, endorsed the recommendation made by the World Conference of Ministers Responsible for Youth (Lisbon, 8-12 August 1998) that 12 August be declared International Youth Day.

The Assembly recommended that public information activities be organized to support the Day as a way to promote better awareness of the World Programme of Action for Youth to the Year 2000 and Beyond, adopted by the General Assembly in 1995 (resolution 50/81).

International Youth Day gives the world an opportunity to recognize the potential of youth, to celebrate their achievements, and plan for ways to better engage young people to successfully take action for development. The theme for the 2007 commemoration of International Youth Day is: BE SEEN, BE HEARD: YOUTH PARTICIPATION FOR DEVELOPMENT

Read here the UN Secretary-General Message on International Youth Day 2007

 

Hoje Ago 12 – Centenário do Nascimento de Miguel Torga

Filed under: efemerides,Miguel Torga,poesia — looking4good @ 4:09 am

«Ser livre é um imperativo que não passa pela definição de nenhum estatuto. Não é um dote, é um Dom» (Miguel Torga)

Na data da efeméride do centenário do nascimento falecimento de um dos maiores escritores portugueses de sempre (e um dos que mais gosto) não podia deixar em claro este facto. Recordo-me da inquietude com que eu ficava perante a sua humildade e simplicidade, transmitida nas poucas entrevistas que dava.

Miguel Torga, médico de profissão e transmontano, foi um escritor muito premiado: entre outros recebeu o Grande Prémio Internacional de Poesia Knokke-Heist em 1976. Em 1980 partilhou com Carlos Drummond de Andrade, o “Prémio Morgado de Mateus. Em 10 de Março de 1981, recebe o Prémio Montaigne, atribuído pela Fundação F.V.S. de Hamburgo (Alemanha) e o Prémio Camões – o maior galardão da lusofonia – foi-lhe atribuído em 1989. Em 1991 recebeu “Prémio Personalidade do Ano” e, no ano seguinte, o prémio “Vida Literária” da Associação Portuguesa de Escritores, na sua primeira atribuição. Faltou-lhe um «É um escândalo que nunca tenha havido um galardoado de Portugal com o Prémio Nobel (da Literatura). Esse prémio deveria ser para Miguel Torga» (disse Jorge Amado). Mais tarde veio a ser atribuido, como se sabe, a José Saramago.

Já coloquei neste espaço vários poemas de Miguel Torga, cuja obra está, aliás está para além da poesia: escreveu ficção (em que destaco Pão Ázimo, Bichos, Contos da Montanha, Novos Contos da Montanha…) e até teatro.

Deixo aqui mais um:

Súplica

Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.

Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria…
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.

Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907 ; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

Ler do mesmo autor, neste blog:

Hora de amor; Mea culpa; Anátema; Livro de Horas; Quase um poema de amor; Perfil; Exorcismo; Bucólica; Arquivo; Rogo;

Links externos:
Biografia em www.bib-arganil.org
Biografia em Vidas Lusófonas

fotografia de Miguel Torga
 

Hoje Ago 12 – Centenário do Nascimento de Miguel Torga

Filed under: efemerides,Miguel Torga,poesia — looking4good @ 4:09 am

«Ser livre é um imperativo que não passa pela definição de nenhum estatuto. Não é um dote, é um Dom» (Miguel Torga)

Na data da efeméride do centenário do nascimento falecimento de um dos maiores escritores portugueses de sempre (e um dos que mais gosto) não podia deixar em claro este facto. Recordo-me da inquietude com que eu ficava perante a sua humildade e simplicidade, transmitida nas poucas entrevistas que dava.

Miguel Torga, médico de profissão e transmontano, foi um escritor muito premiado: entre outros recebeu o Grande Prémio Internacional de Poesia Knokke-Heist em 1976. Em 1980 partilhou com Carlos Drummond de Andrade, o “Prémio Morgado de Mateus. Em 10 de Março de 1981, recebe o Prémio Montaigne, atribuído pela Fundação F.V.S. de Hamburgo (Alemanha) e o Prémio Camões – o maior galardão da lusofonia – foi-lhe atribuído em 1989. Em 1991 recebeu “Prémio Personalidade do Ano” e, no ano seguinte, o prémio “Vida Literária” da Associação Portuguesa de Escritores, na sua primeira atribuição. Faltou-lhe um «É um escândalo que nunca tenha havido um galardoado de Portugal com o Prémio Nobel (da Literatura). Esse prémio deveria ser para Miguel Torga» (disse Jorge Amado). Mais tarde veio a ser atribuido, como se sabe, a José Saramago.

Já coloquei neste espaço vários poemas de Miguel Torga, cuja obra está, aliás está para além da poesia: escreveu ficção (em que destaco Pão Ázimo, Bichos, Contos da Montanha, Novos Contos da Montanha…) e até teatro.

Deixo aqui mais um:

Súplica

Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.

Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria…
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.

Miguel Torga (Adolfo Correia da Rocha) (n. em São Martinho de Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907 ; m. em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995).

Ler do mesmo autor, neste blog:

Hora de amor; Mea culpa; Anátema; Livro de Horas; Quase um poema de amor; Perfil; Exorcismo; Bucólica; Arquivo; Rogo;

Links externos:
Biografia em www.bib-arganil.org
Biografia em Vidas Lusófonas

fotografia de Miguel Torga