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Pomba branca – Vasco de Lima Couto Março 10, 2007

Filed under: poesia,pomba branca,Vasco de Lima Couto — looking4good @ 7:54 pm

No aniversário da morte do poeta

Pomba Branca

Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.

Vasco de Lima Couto (n. no Porto a 26 de Novembro de 1923, m. em Lisboa no dia 10 de Março de 1980).

 

Pomba branca – Vasco de Lima Couto

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No aniversário da morte do poeta

Pomba Branca

Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.

Vasco de Lima Couto (n. no Porto a 26 de Novembro de 1923, m. em Lisboa no dia 10 de Março de 1980).

 

Pomba branca – Vasco de Lima Couto

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No aniversário da morte do poeta

Pomba Branca

Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.

Vasco de Lima Couto (n. no Porto a 26 de Novembro de 1923, m. em Lisboa no dia 10 de Março de 1980).

 

Pomba branca – Vasco de Lima Couto

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No aniversário da morte do poeta

Pomba Branca

Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.

Vasco de Lima Couto (n. no Porto a 26 de Novembro de 1923, m. em Lisboa no dia 10 de Março de 1980).

 

O Rebelde – Lúcio de Mendonça

Filed under: Lúcio de Mendonça,poesia — looking4good @ 7:40 pm
foto: Oceano
É um lobo do mar: numa espelunca
Mora, à beira do Oceano, em rocha alpestre;
Ira-se a onda e, qual tigre silvestre,
De mortos vegetais a praia junca.

E ele, olhando como um velho mestre
O revoltoso que não dorme nunca,
Recurva o dedo como garra adunca,
Sobre o cachimbo, único amor terrestre,

E então assoma-lhe um sorriso amargo…
É um rebelde também, cérebro largo,
Que odeia os reis e os padres excomunga.

À noite, dorme sem rezar: que importa?
Enorme cão fiel, guarda-lhe a porta
O velho mar soturno que resmunga.

Lúcio Eugênio de Meneses e Vasconcelos Drummond Furtado de Mendonça (n. em Piraí, 10 de março de 1854 — m. Rio de Janeiro a 23 de novembro de 1909)

 

O Rebelde – Lúcio de Mendonça

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foto: Oceano
É um lobo do mar: numa espelunca
Mora, à beira do Oceano, em rocha alpestre;
Ira-se a onda e, qual tigre silvestre,
De mortos vegetais a praia junca.

E ele, olhando como um velho mestre
O revoltoso que não dorme nunca,
Recurva o dedo como garra adunca,
Sobre o cachimbo, único amor terrestre,

E então assoma-lhe um sorriso amargo…
É um rebelde também, cérebro largo,
Que odeia os reis e os padres excomunga.

À noite, dorme sem rezar: que importa?
Enorme cão fiel, guarda-lhe a porta
O velho mar soturno que resmunga.

Lúcio Eugênio de Meneses e Vasconcelos Drummond Furtado de Mendonça (n. em Piraí, 10 de março de 1854 — m. Rio de Janeiro a 23 de novembro de 1909)

 

O Rebelde – Lúcio de Mendonça

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foto: Oceano
É um lobo do mar: numa espelunca
Mora, à beira do Oceano, em rocha alpestre;
Ira-se a onda e, qual tigre silvestre,
De mortos vegetais a praia junca.

E ele, olhando como um velho mestre
O revoltoso que não dorme nunca,
Recurva o dedo como garra adunca,
Sobre o cachimbo, único amor terrestre,

E então assoma-lhe um sorriso amargo…
É um rebelde também, cérebro largo,
Que odeia os reis e os padres excomunga.

À noite, dorme sem rezar: que importa?
Enorme cão fiel, guarda-lhe a porta
O velho mar soturno que resmunga.

Lúcio Eugênio de Meneses e Vasconcelos Drummond Furtado de Mendonça (n. em Piraí, 10 de março de 1854 — m. Rio de Janeiro a 23 de novembro de 1909)

 

O Rebelde – Lúcio de Mendonça

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foto: Oceano
É um lobo do mar: numa espelunca
Mora, à beira do Oceano, em rocha alpestre;
Ira-se a onda e, qual tigre silvestre,
De mortos vegetais a praia junca.

E ele, olhando como um velho mestre
O revoltoso que não dorme nunca,
Recurva o dedo como garra adunca,
Sobre o cachimbo, único amor terrestre,

E então assoma-lhe um sorriso amargo…
É um rebelde também, cérebro largo,
Que odeia os reis e os padres excomunga.

À noite, dorme sem rezar: que importa?
Enorme cão fiel, guarda-lhe a porta
O velho mar soturno que resmunga.

Lúcio Eugênio de Meneses e Vasconcelos Drummond Furtado de Mendonça (n. em Piraí, 10 de março de 1854 — m. Rio de Janeiro a 23 de novembro de 1909)

 

Musical suggestions of the Day

Filed under: Music — looking4good @ 3:00 pm
Edie Brickell was born on March 10, 1966 in Oak Cliff, Dallas, Texas
The One who Went Away

Neneh Cherry was born on March 10, 1964 in Stockholm
Seven Seconds
 

Congratulations – Eva Herzigova

Filed under: Eva Herzigova,wallpapers — looking4good @ 3:25 am

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