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O Caso Nuno Assis Dezembro 19, 2006

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 1:41 pm
O Caso Nuno Assis passou a constituir mais uma novela do futebol português, pródigo em “telenovelas” de episódios intermináveis: Caso Mateus, Apito Dourado, etc…

Não tenho conhecimentos suficientes em matéria de facto, nem em direito, para estar a dar uns palpites sobre se o jogador tem ou não razão.

O que me importa aqui salientar é o papel que certas instâncias do país com responsabilidades adoptam nuns casos e não adoptam noutros ao sabor das conveniências de oportunidade (ou também de cor política ou outra?).

Enquanto no Caso Mateus se «condenou» o Gil Vicente por recorrer a tribunais para litigar sobre, supostamente, matérias de índole desportiva e até se propagandeou que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) poderia ser banida da participação em provas internacionais, quando no caso Apito Dourado não se conhece posição pública conhecida dos poderes políticos, o Sr. Secretário de Estado da Juventude e Desporto atirou cá para fora todo o fel arrasando a competência do Conselho de Justiça da FPF quando este decidiu, no âmbito das suas atribuições, não punir Nuno Assis, revogando o castigo anterior de seis meses decidido pelo Conselho de Disciplina, tomando partido pelo CNAD (Conselho Nacional Anti Dopagem).

E então agora o Conselho Superior de Magistratura desaconselha que os Juízes façam parte dos órgãos jurisdicionais do futebol? Mas então querem competência ou não? É caso para perguntar os juízes são todos competentes nas diversas áreas da sociedade, mas quando se trata de futebol não conseguem exercer o cargo convenientemente ?

Por outro lado é lamentável que incompatibilidades pessoais entre Luís Horta (que até foi atleta do Benfica) e João Paulo Almeida, chefe do Departamento médico do Benfica, substituído pelo primeiro há uma década no cargo de director do Centro de Medicina Desportiva, potencie este diferendo do qual só o jogador e o futebol saem prejudicados. O Director técnico do CNAD não conseguiu evitar que fosse produzido, no interior da sua organização, um parecer técnico que aconselhava ao arquivamento do processo, mas pode vir agora no Tribunal Arbitral do Desporto pedir uma punição de um a dois anos, ou seja superior à decisão inicial do castigo pelo Conselho de Justiça, e quando afinal só faltavam cumprir pelo atleta 19 dias para o castigo ter sido cabalmente cumprido. Não se verifica aqui, pois, o princípio da proibição da «reformatio in pejus»!…

Outro episódio da telenovela foi o Ministério Público emitir um parecer sobre a matéria julgada na jurisdição desportiva portuguesa.

Dois pesos e duas medidas. Ora uma vez a jurisdição desportiva é competente ora noutro caso não é. Estranho país este a que pertenço.

 

Se eu pudesse dizer-te… – Alexandre O’Neill

Filed under: Uncategorized — looking4good @ 8:12 am

Na efeméride do nascimento de Alexandre O’Neill

(…) Se eu pudesse dizer-te: – Senta aqui
nos meus joelhos, deixa-me alisar-te,
ó amável bichinho, o pêlo fino;
depois, a contra-pêlo, provocar-te!
Se eu pudesse juntar no mesmo fio
(infinito colar!) cada arrepio
que aos viageiros comprazidos dedos
fizesse descobrir novos enredos!
Se eu pudesse fechar-te nesta mão,
tecedeira fiel de tantas linhas,
de tanto enredo imaginário, vão,
e incitar alguém: – Vê se adivinhas…
Então um fértil jogo de amor seria.
Não este descerrar a mão vazia !
(…)

Poema dedicado a Nora Mitrani

Alexandre Manuel Vahia de Castro O’Neill de Bulhões (n. em Lisboa a 19 Dez 1924; m. 21 Ago 1986).

Ler também neste blog os poemas excepcionais: Gaivota; Há palavras que nos beijam

 

Se eu pudesse dizer-te… – Alexandre O’Neill

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Na efeméride do nascimento de Alexandre O’Neill

(…) Se eu pudesse dizer-te: – Senta aqui
nos meus joelhos, deixa-me alisar-te,
ó amável bichinho, o pêlo fino;
depois, a contra-pêlo, provocar-te!
Se eu pudesse juntar no mesmo fio
(infinito colar!) cada arrepio
que aos viageiros comprazidos dedos
fizesse descobrir novos enredos!
Se eu pudesse fechar-te nesta mão,
tecedeira fiel de tantas linhas,
de tanto enredo imaginário, vão,
e incitar alguém: – Vê se adivinhas…
Então um fértil jogo de amor seria.
Não este descerrar a mão vazia !
(…)

Poema dedicado a Nora Mitrani

Alexandre Manuel Vahia de Castro O’Neill de Bulhões (n. em Lisboa a 19 Dez 1924; m. 21 Ago 1986).

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Se eu pudesse dizer-te… – Alexandre O’Neill

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Na efeméride do nascimento de Alexandre O’Neill

(…) Se eu pudesse dizer-te: – Senta aqui
nos meus joelhos, deixa-me alisar-te,
ó amável bichinho, o pêlo fino;
depois, a contra-pêlo, provocar-te!
Se eu pudesse juntar no mesmo fio
(infinito colar!) cada arrepio
que aos viageiros comprazidos dedos
fizesse descobrir novos enredos!
Se eu pudesse fechar-te nesta mão,
tecedeira fiel de tantas linhas,
de tanto enredo imaginário, vão,
e incitar alguém: – Vê se adivinhas…
Então um fértil jogo de amor seria.
Não este descerrar a mão vazia !
(…)

Poema dedicado a Nora Mitrani

Alexandre Manuel Vahia de Castro O’Neill de Bulhões (n. em Lisboa a 19 Dez 1924; m. 21 Ago 1986).

Ler também neste blog os poemas excepcionais: Gaivota; Há palavras que nos beijam

 

Se eu pudesse dizer-te… – Alexandre O’Neill

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Na efeméride do nascimento de Alexandre O’Neill

(…) Se eu pudesse dizer-te: – Senta aqui
nos meus joelhos, deixa-me alisar-te,
ó amável bichinho, o pêlo fino;
depois, a contra-pêlo, provocar-te!
Se eu pudesse juntar no mesmo fio
(infinito colar!) cada arrepio
que aos viageiros comprazidos dedos
fizesse descobrir novos enredos!
Se eu pudesse fechar-te nesta mão,
tecedeira fiel de tantas linhas,
de tanto enredo imaginário, vão,
e incitar alguém: – Vê se adivinhas…
Então um fértil jogo de amor seria.
Não este descerrar a mão vazia !
(…)

Poema dedicado a Nora Mitrani

Alexandre Manuel Vahia de Castro O’Neill de Bulhões (n. em Lisboa a 19 Dez 1924; m. 21 Ago 1986).

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Se eu pudesse dizer-te… – Alexandre O’Neill

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Na efeméride do nascimento de Alexandre O’Neill

(…) Se eu pudesse dizer-te: – Senta aqui
nos meus joelhos, deixa-me alisar-te,
ó amável bichinho, o pêlo fino;
depois, a contra-pêlo, provocar-te!
Se eu pudesse juntar no mesmo fio
(infinito colar!) cada arrepio
que aos viageiros comprazidos dedos
fizesse descobrir novos enredos!
Se eu pudesse fechar-te nesta mão,
tecedeira fiel de tantas linhas,
de tanto enredo imaginário, vão,
e incitar alguém: – Vê se adivinhas…
Então um fértil jogo de amor seria.
Não este descerrar a mão vazia !
(…)

Poema dedicado a Nora Mitrani

Alexandre Manuel Vahia de Castro O’Neill de Bulhões (n. em Lisboa a 19 Dez 1924; m. 21 Ago 1986).

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Viva Edith Piaf

Filed under: Edith Piaf — looking4good @ 1:30 am
foto de Edith Piaf
Edith Piaf, nasceu em Paris enquanto Édith Giovanna Gassion, em 19 de Dezembro de 1915. Iniciou a sua carreira com 15 anos de idade, cantando em cafés e cabarés franceses onde acompanhava a mãe, Annetta Giovanna Maillard (artisticamente Line Marsa), que cantava nestes lugares. Iniciou a sua carreira com apenas 15 anos. Em 1935, fez a sua estréia teatral e, em poucos anos, foi convidada para cantar em grandes teatros e casas de espectáculo de Paris.
A sua voz potente e seu estilo expressivo ao interpretar canções como Non je ne regrette Rien e La vie en rose garantiram-lhe um grande número de admiradores. Incentivada pelo actor Maurice Chevalier, actuou também em filmes, comédias e operetas. Cantora e compositora imortal, faleceu prematuramente em 10 de outubro de 1963 em resultado de uma combinação de privações na infância, boémia, o vício da morfina e o hábito do álcool. Mas que importa isso, se Non, je ne regrettes rien: